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terça-feira, 9 de junho de 2015

O que está acontecendo na América Latina?




O que está acontecendo na América Latina?




Havana sente as costas quentes para reprimir 


Posted: 08 Jun 2015 01:30 AM PDT





Damas de Blanco pedem em Havana a libertação 

de seus maridos prisioneiros políticos, 16.3.2015



















"Nas últimas semanas, e especialmente nos últimos dias, estamos padecendo o enrijecimento da repressão em Cuba", disse Orlando Gutierrez Boronat, do Directorio Democratico Cubano, uma organização de cubanos exilados que denuncia a multiplicação de modo "dramático" da repressão comunista na ilha, informou o site 20minutes.fr. 




Num só dia domingo, as organizações livres de cubanos em Miami receberam o aviso de mais de cem encarceramentos de dissidentes e um recrudescimento das violências contra as casas dos opositores.





"Há uma relação direta entre a política de normalização das relações do regime castrista com os EUA e o reforço da repressão. Por quê? Porque o regime se sente impune", explicou Gutiérrez. 




Em Havana, o dissidente Elizardo Sánchez confirmou a captura "de uma centena de pessoas" simpatizantes da marcha das Damas de Blanco, um grupo de esposas de prisioneiros políticos formado em 2003. Como é costumeiro, os presos foram liberados algumas horas mais tarde, não sem antes receberem uma explícita ameaça.







As cenas da repressão se repetem, mas o regime sente as costas quentes.


O degelo entre o EUA e Cuba sob a égide do Papa Francisco não existe para quem não afina com o regime comunista. 




A normalização passa pelos sinistros cárceres, mas foi reforçada pela visita do impopular presidente socialista francês François Hollande. Esses gestos diplomáticos foram interpretados pela ditadura como uma "luz verde para esmagar a oposição e receber investimentos estrangeiros", explicou Orlando Gutierrez Boronat.




Por sua vez, a secretária de Estado americana para a América Latina, Roberta Jacobson, reconheceu diante da Comissão de Relações Exteriores do Senado que a questão dos direitos humanos e da democracia continuavam sendo o principal escolho para restabelecer relações sinceras e justas dos EUA com Cuba.




A perseguição anticatólica em Cuba se sente apoiada pela escalada da Teologia da Libertação no Vaticano, a qual vem inspirando a política de aproximação da Santa Sé com países comunistas ou ditaduras socialistas. 













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terça-feira, 2 de junho de 2015

O que está acontecendo na América Latina?




O que está acontecendo na América Latina?





Posted: 01 Jun 2015 01:30 AM PDT





  • Dilma e Li Keqiang prometendo o que não tem e que não vai dar.



















O premiê chinês Li Keqiang passou pela América Latina agitando promessas mirabolantes. No Brasil, acenou com um faiscante pacote de projetos no valor de US$ 53 bilhões (R$ 160 bilhões). 




É claro que nada será grátis e, como o Brasil não tem dinheiro nas quantidades requeridas, o dirigente comunista assume ares de um super-gato olhando de cima para um mísero rato que ele deseja astutamente engolir. 




Mas o que tampouco está claro é se a China possui o dinheiro que diz ter, de tal maneira são graves as dúvidas sobre a saúde financeira do gigante asiático, que não exibe suas contas de modo convincente. Nesse caso o super-gato não passa de uma fantasia de papel crepe, como gostam os chineses.




A promessa de maior destaque é uma eventual participação chinesa na Ferrovia Transoceânica que ligaria a nossa Ferrovia Norte-Sul à costa do Pacífico, no Peru, com um custo estimado entre 4,5 e 10 bilhões de dólares. 




Mas a Transoceânica não é o único projeto acenado por Li Keqiang. Ele assinou em Brasília 35 atos, levantando o sonho de investimentos em infraestrutura e de aumento da capacidade produtiva do Brasil. 




Isso permitirá que o País "exporte mais aço e menos minério de ferro", sonhou de olhos abertos o embaixador José Alfredo Graça Lima, subsecretário-geral de Política 2 no organograma do Itamaraty, responsável pelas relações com a Ásia. 




E o termo "sonho" usado pela Folha de S. Paulo (12/05/2015) foi bem apropriado, pois, como informou o mesmo jornal, as "promessas não cumpridas da China somam US$ 24 bilhões" e muito pouco se pode dizer das promessas cumpridas (22/05/2015).




Lia Valls, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, mostrou-se cética em relação à realização de investimentos na casa dos US$ 50 bilhões anunciados pelos chineses no Brasil (cfr O Estado de S.Paulo). 







  • Enigma chinês: centenas de milhões de chineses vivem na miséria enquanto o governo socialista diz se interessar pelo desenvolvimento dos outros. Foto: rua de Pequim.

O que pode haver fora de uma intenção colonialista ideológica?


Ela ressaltou que uma coisa é a intenção e outra coisa é detalhar como serão feitos os projetos. "O diabo mora nos detalhes. Precisa ver como é que será feito, se isso vai se concretizar mesmo". E o socialismo chinês mora à vontade nesses detalhes.





"Muitas coisas são memorandos de entendimentos, protocolos, acordos de cooperação. Isso significa que você vai detalhar o que é isso. Todos esses US$ 50 e tantos bilhões na realidade ainda vão ter uma outra etapa que é detalhar como será feito esse acordo. 




"Uma coisa é intenção e outra coisa é quando você senta para detalhar como será feito, como será construído. O diabo mora nos detalhes. Tem de olhar para ver se isso vai se concretizar mesmo. Não é tão óbvio que vão bancar isso tudo, não", acrescentou. 




Li Keqiang classificou pomposamente os 35 acordos assinados entre o Brasil e a China como uma "cooperação entre dois gigantes". Segundo ele, a parceria e os equipamentos de infraestrutura chineses permitirão ao Brasil "avançar mais rapidamente", noticiou O Estado de S. Paulo




Mas a prudência e a experiência histórica apontam que há demasiada lábia nessas expressões de "diabo" morador em detalhes.




Em Barreiras (BA), um megaprojeto de processamento de soja parou na terraplanagem. No porto do Açu (RJ), a siderúrgica Wisco desistiu de ter uma unidade no Brasil. Em Mato Grosso e no Pará, o acordo para o financiamento de uma ferrovia está parado há três anos. 




Foram projetos bilionários com capital chinês, anunciados com estardalhaço nos últimos cinco anos, mas que nunca saíram do papel. 








"Negócio da China" saiu ao revés




E o diabo dos detalhes é tal, que o imbróglio chinês não se restringe às grandes obras não realizadas. Em setembro de 2014, o jovem Daniel Falco, de Belo Horizonte, comprou um caminhão T140 na concessionária Jac Motors.




Pagou à vista, mas até maio de 2015 não o tinha recebido, conforme declarou ao jornal "O Tempo" (25-05-2015). 




A explicação do gerente foi de que o veículo havia sido vendido para outra empresa, depois houve um cancelamento, mas o documento já havia sido emitido. 




Mas isso não impediu que o jovem devesse pagar, em fevereiro, o IPVA de 2015 do caminhão, com a promessa de liberação do mesmo em 48 horas...

Somadas, essas promessas não cumpridas ou redimensionadas para baixo acumulam ao menos US$ 24 bilhões sumidos nos endiabrados detalhes, segundo levantamento da Folha




No ramo automotivo, alguns fabricantes de automóveis ainda não implantaram os trombeteados projetos industriais no Brasil – casos da Lifan, da Hafei e da Zotye. 




Outros investimentos acabaram sendo pagos com dinheiro brasileiro. Em Camaçari (BA), onde a JAC Motors planeja uma fábrica de R$ 1 bilhão, a obra está parada à espera de um financiamento estadual de R$ 122 milhões.




A fábrica da Foton Caminhões, que está sendo erguida em Guaíba (RS), todo o capital de R$ 400 milhões saiu do bolso dos brasileiros; a China entrará com a tecnologia. Será própria ou surripiada de outros? O diabo dos detalhes sabe.




No caso da soja, um dos principais produtos de exportação brasileira para a China, investimentos de pelo menos US$ 8,7 bilhões –que incluiriam compra de terras e infraestrutura para escoamento – não se materializaram. 




Em telecomunicações, a visita da presidente Dilma Rousseff à ZTE, em Xian (China), em 2011, não foi suficiente para a empresa implantar uma fábrica de US$ 200 milhões em Hortolândia (SP). 




O Brasil tampouco conseguiu atrair os chineses para grandes obras de infraestrutura. As empresas de Pequim são pouco receptivas ao modelo de concessão e à participação em licitações, acostumadas como estão ao sistema dirigista do socialismo chinês. 




O Planalto não teve êxito, por exemplo, em envolver Pequim no projeto do trem-bala entre Campinas e Rio, várias vezes adiado.




Por outro lado, a Huawei cumpriu a promessa – mirabile dictu – de abrir um centro de pesquisa e desenvolvimento em Campinas (SP), orçado em US$ 300 milhões. 




Esses antecedentes provocaram ceticismo sobre os anúncios do primeiro-ministro Li Keqiang, como a construção da ferrovia transoceânica e a criação de um fundo de investimento de até US$ 53 bilhões. 







  • Linda visita da presidente Dilma Rousseff à ZTE, em Xian, não rendeu nada.


Em julho de 2014, durante a visita do presidente da China, Xi Jinping, o governo brasileiro anunciou um "acordo de cooperação estratégica" entre a estatal Furnas e a gigante chinesa China Three Gorges para erguer a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, projeto estimado em mais de R$ 30 bilhões. 




Até hoje a usina não teve a sua viabilidade ambiental comprovada, registrou O Estado de S. Paulo




O discurso triunfal em torno do projeto de construir uma ferrovia binacional unindo o Brasil e o Peru, o Atlântico e o Pacífico foi típico. É o exemplo mais claro da distância que ainda separa os protocolos de intenção assinados com os chineses e aquilo que, efetivamente, tem chances reais de vingar, ainda que a longo prazo, acrescentou o jornal.




Levantamento da Folha mostrou que apenas 14 dos 35 acordos recém-assinados têm recursos assegurados e compromissos mais firmes. 




A exceção de destaque foi que o governo brasileiro deu ganho de causa à empresa chinesa CEIEC, que levou a licitação para construir a nova estação científica "Comandante Ferraz", na Antártida, por US$ 99,662 milhões, segundo noticiou O Estado de S. Paulo. Mas, neste caso é o Brasil que paga.







  • A China levou de presente a licitação da futura base brasileira na Antártida que serve a seus interesses militares.


O resultado foi o maior sucesso oferecido pela presidente Dilma Rousseff ao eminente chefe chinês no Palácio do Planalto. E os chineses comemoraram sua vitória sobre o consórcio brasileiro-chileno Tecnofast/Ferreira Guedes. 




O Brasil precisa da base e não podia continuar demorando. Mas a China está empenhada em instalar uma rede global de comunicações com satélites de uso também militar. Nesse sentido, ela apressa a construção de uma misteriosa base na Patagônia, à qual os argentinos não terão acesso.




Essa rede serve diretamente ao sonho chinês de hegemonia militar mundial e de oposição aos EUA. Compreende-se que Pequim tenha a intenção de fazer algo de fato.




Li Keqiang visitará também o Chile, o Peru e a Colômbia, com análogos métodos propagandísticos e intuitos políticos.




O golpe de guerra psicológica de conquista sem disparar um só tiro está sendo obtido graças à cooperação dos "companheiros de viagem" petistas ou nacionalistas bolivarianos.













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quinta-feira, 28 de maio de 2015

O que está acontecendo na América Latina?




O que está acontecendo na América Latina?




O grande canal chinês… é na Nicarágua!


Posted: 27 May 2015 02:44 PM PDT





O grande canal chinês da Nicarágua



















Está anunciado como a maior obra de engenharia civil do século XXI, que mudará as regras do comércio mundial. O governo do sandinista Daniel Ortega, que trocou a farda guerrilheira pelo terno e gravata para fazer melhor a mesma revolução, assinou com o grupo chinês HKND a construção de um canal que fará da China a grande senhora do comércio interoceânico, informou o jornal de Madri El Mundo




As obras começaram em 22 de dezembro com expropriações bem ao gosto das esquerdas bolivarianas. A imensa maioria da população nicaraguense foi mantida no desconhecimento do que estava sendo tramado. Milagres do bolivarianismo que se jacta de popular, mas que é socialista e ditatorial.




A história começou no dia de maio de 2013, aniversário de nascimento do homem-símbolo da revolução sandinista: Sandino.




Naquela data, o comandante Ortega anunciou a construção de um canal que permitiria a passagem de "barcos tão enormes" que não podem usar o canal de Panamá, controlado por países livres.




Meses depois começou-se a falar de um chinês desconhecido, que respondia pelo nome de Wang Jing, dono de um consórcio montado em tempo recorde e que seria o concessionário da obra ciclópica.




A imprensa nicaraguense começou por sua vez a falar do "fantasma", isto é, do desconhecido agente de Pequim que ninguém tinha visualizado antes e de cuja fortuna nada se sabia. 




Um dia "o fantasma" apareceu e viu-se que o assunto era sério: a concessão bolivariana concedia o canal ao desconhecido pelo período de um século.







  • População está indignada pelo golpe sandinista-chinês que confisca as propriedades e a soberania


O projeto oficial pinta tudo com cores tenras e aliciantes. E promete: "Duplicando o PIB, a Nicarágua será um dos países mais ricos de América Central". Diz que criará 200.000 empregos, novas zonas de livre comércio, portos, aeroportos, complexos turísticos e autoestradas.




O paraíso na Nicarágua! 




Mas o governo oculta que a China ficará com a imensa parte do bolo. A largura do canal será de 230-520 metros e a profundidade oscilará entre 27,6 e 30 metros. Ele percorrerá 105 km através do Lago Nicarágua – ou também Cocibolca – cuja profundidade não foi revelada.




Na parte restante do projeto será necessária uma dragagem maciça e gigantesca: 310 milhões de metros cúbicos de rocha e mais 65 milhões de limo. A ampliação do Canal de Panamá removeu "apenas" 41 milhões de metros cúbicos de terra. 




Não faltam ambientalistas externando protestos, mas a afinidade ideológica entre verdes e vermelhos passa por cima. As queixas ambientalistas continuarão "para inglês ver", enquanto os chineses trabalharão para seu objetivo estratégico.




A população está revoltada. O governo não passa informação confiável, e o que fala não é senão ideologia bolivariana.




Os jornalistas estrangeiros costumam sem abordados por "populares" nacionalistas e entusiastas do canal. Mas o jornalista de "El Mundo" puxou a língua de uma mulher e constatou que ela tinha a carteirinha do partido governista.




A imensa maioria dos habitantes da região "beneficiada" está contra, constatou o jornal espanhol.





"Quando os chineses aparecerem, vamos recebê-los com facões. O canal não vai sair. Eles estão expropriando propriedades dizendo: 'Leva este dinheiro ou você sai sem nada, escolhe'. Oferecem quantias muito inferiores, um preço catastrófico. Já houve motins populares contra a polícia e contra os chineses, mas a imprensa não fala nada porque está comprada". 




  • Socialismo bolivariano atropela os desejos dos nicaraguenses.


Esta é a resposta quase unânime dos camponeses de Ometepe, a maior ilha do lago. 




Os opositores não têm organização. Na Nicarágua muito poucos dispõem de conexão diária com um sistema de comunicação.





"Tudo está nas mãos do governo, da saúde, da polícia. Eles controlam tudo e o povo não sabe de nada. Mas tomem cuidado, porque o canal pode fazer cair o governo, se o povo se mobilizar", diz um guia turístico no lago que teme dar seu nome.




Muitos acham que o país deve crescer custe o que custar. Outros pensam que sua terra e seu modo de vida não podem ser trocados por um projeto que vai enriquecer principalmente os chineses. 




Há muito dinheiro em jogo e muitos pobres se sentem pisados. Avizinham-se tempos turbulentos na Nicarágua, conclui o jornal espanhol.




E os bispos nicaraguenses, que em consonância com a mensagem do Papa Francisco tanto falam dos pobres?




Nesta hora não há libertação da canga chinesa, comunista ou capitalista. O igualitarismo nivelador esquece os discursos pelos pobres –lindos, mas ocos – e se transforma numa máquina de massacrar um povo carente de recursos, mas de fundo católico. E católico da única Igreja verdadeira, hierárquica, sacral, anti-igualitária, odiada pelo progressismo e pelo comunismo.













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segunda-feira, 26 de maio de 2014

O que está acontecendo na América Latina? IPCO: General Augusto Heleno falará sobre reservas indígenas e conjuntura nacional






O que está acontecendo na América Latina?




IPCO: General Augusto Heleno falará sobre reservas indígenas e conjuntura nacional


Posted: 25 May 2014 01:30 AM PDT










Faça já sua inscrição para a conferência,
promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira,
sobre:





Raposa Serra do Sol e outros temas da atual conjuntura




Clique aqui e se inscreva




Data: 29 de maio de 2014 às 19h

Local: Club Homs, Avenida Paulista, 735





(a 100 metros da Estação Brigadeiro do Metrô, estacionamento pago no local)

Conferencista: Gen. Ex. Augusto Heleno.





Como viviam os índios e os não índios antes da demarcação da reserva Raposa Serra do Sol? Como vivem hoje?

Terá valido a pena a demarcação?

Não perca a conferência do Gen. Ex. Augusto Heleno que, na época, era o Comandante Militar da Amazônia. Ele viveu intensamente o drama dos habitantes da Raposa Serra do Sol.





Clique aqui e se inscreva






















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terça-feira, 22 de abril de 2014

O que está acontecendo na América Latina?




O que está acontecendo na América Latina?






Posted: 21 Apr 2014 01:30 AM PDT


O Tribunal Constitucional da Bolívia recusou a despenalização do aborto pedida por um coletivo de grupos feministas, segundo noticiou o jornal parisiense "Le Monde".




"O aborto é um crime" e "esta decisão do Tribunal Constitucional é um reconhecimento do direito à vida", declarou o ministro Gualberto Cusi, no dia 13 de fevereiro.




O magistrado acrescentou que o acórdão "respeita o interesse da sociedade" e fundamenta-se "no argumento segundo o qual a vida deve ser respeitada desde a concepção".




A causa foi aberta em junho de 2013 pela deputada Patrícia Mancilla, do partido do presidente socialista Evo Morales, e por grupos feministas.




O apelo abortista também visava abolir as restrições ao massacre dos inocentes que estão inscritas no Código Penal boliviano.




Talvez temendo perder votos, o governo de Evo Morales tirou o corpo da polêmica.




Assim o deu a entender o próprio presidente ao declarar confusamente que "todo aborto é um delito, é o que eu acho, mas eu quero dizer oficialmente que nós falaremos com os ministros sobre os debates que agitam a opinião pública".




O ministro Cusi alegou: "Nós não podemos ir contra nossos princípios e valores".




O Código Penal boliviano pune o aborto com penas de dois a seis anos de prisão para todo médico ou pessoa que o pratique.




Porém, permanece a antiga autorização para a prática desse crime em caso de violação ou quando a vida da mãe está em perigo. Nesses casos, o aborto só pode acontecer após aprovação emitida por um juiz.













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“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Polonia by Augusto César Ribeiro Vieira


(95) Vídeos de Isso é Brasil

Fico imaginando como deve ser louvor dos anjos!! Assista e veja o porque!

Posted by Ronaldo Nunes de Lima on Segunda, 24 de junho de 2013

Este vídeo é a minha singela homenagem ao policial Civil do Distrito Federal, Carlos Eugênio Silva, conhecido como Dentinho, morto em um acidente nos EUA.Aproveito para agradecer o Governo e a Polícia Americana pelo exemplo de tratamento e honrarias dispensados a um policial morto. Espero muito que o Governo Brasileiro se espelhe neles e trate esse nosso guerreiro com o devido respeito e admiração em solo Brasileiro.Temos que aprender a reverenciar principalmente o velório de quem põe a vida em risco por nós e por nossos familiares, não apenas as celebridades da TV.

Posted by Marcos Do Val on Quinta, 9 de julho de 2015