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quinta-feira, 25 de junho de 2015
Se a Lava Jato vai para cima da Odebrecht, Lula vai para cima da Lava Jato
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VEJA
/ Blogs e Colunistas
Lula, o office-boy da empreiteira
Os últimos parágrafos de uma reportagem do Estadão mostram os novos rumos da Operação Lava Jato:
“Com a fase final desses primeiros processos que têm como réus executivos de seis empreiteiras, a Lava Jato entra em nova etapa.
Serão duas frentes prioritárias. A primeira tem por objetivo concentrar esforços na apresentação de denúncias contra os executivos de outras empreiteiras investigadas por cartel, como a Odebrecht, a Andrade Gutierrez e a Queiroz Galvão.
A segunda frente será aprofundar a descoberta dos esquemas de desvios, propina e lavagem nos contratos das diretorias de Serviços – comandada por Renato Duque e cota do PT no esquema – e de Internacional – comandada por Nestor Cerveró e cota do PMDB”.
Eu só sei de uma coisa:
Se a Lava Jato vai para cima da Odebrecht, Lula (com seus bonequinhos, como Wadih Damous) vai para cima da Lava Jato.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil
Tags: Lula, Operação Lava Jato
sábado, 20 de junho de 2015
Marcelo Odebrecht para Lula e Dilma: “É para resolver essa lambança. Ou não haverá República na segunda-feira”
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VEJA
/ Blogs e Colunistas
Marcelo Odebrecht para Lula e Dilma: “É para resolver essa lambança. Ou não haverá República na segunda-feira”
Imagem da semana: os presidentes da Andrade Gutierrez, Otávio, e da Odebrecht, Marcelo, presos pela operação que lava a jato a alma do Brasil
Revoltado com sua prisão, Marcelo Odebrecht ameaçou entregar Lula e Dilma Rousseff.
Antes de ser levado pela Polícia Federal na manhã de sexta-feira, segundo a Época, ele fez três ligações.
Uma delas para um amigo que tem interlocução com Dilma e Lula – e influência nos tribunais superiores em Brasília.
“É para resolver essa lambança”, disse Marcelo ao interlocutor, determinando que o recado chegasse à cúpula de todos os poderes. “Ou não haverá República na segunda-feira.”
Ui!
Nas últimas semanas, segundo fontes ouvidas pela revista, o presidente da Odebrecht teve encontros secretos com petistas e advogados próximos a Dilma e a Lula.
“Transmitiu o mesmo recado: não cairia sozinho. Ao menos uma dessas mensagens foi repassada diretamente à presidente da República. Que nada fez.
Quando os policiais amanheceram em sua casa, Marcelo Odebrecht se descontrolou.”
Que bom.
Antes mesmo de chegar à carceragem em Curitiba, ele estava “agitado, revoltado”, nas palavras de quem o acompanhava.
Ótimo.
Seu pai, Emilio Odebrecht, patriarca da família que ergueu a maior empreiteira da América Latina, já vinha tendo acessos de raiva com o avanço da Operação Lava Jato:
“Se prenderem o Marcelo, terão de arrumar mais três celas”, repetia ele. “Uma para mim, outra para o Lula e outra ainda para a Dilma.”
Perfeito. Estamos na torcida para não haver República do PT na segunda-feira.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Blog Felipe Moura Brasil
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VEJA
/ Blogs e Colunistas
“Felipe, o deputado André Ceciliano [PT-RJ], autor daquela po*** daquele projeto de vale-transporte para visitante de preso, me chamou muito pu** aqui ontem no plenário [da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro - Alerj], dizendo que vai processar você e que não sei mais quantos deputados vão te processar. Era só para te dar a notícia e meus parabéns por esse troféu: vindo de quem vem, só engrandece a sua trajetória aí.”
Agradeci ao Flávio pela informação e pelos parabéns. Sem dúvida, mais uma estrelinha no meu currículo.
(Especialmente tratando-se do “deputado aloprado do PT” que, como revelou VEJA em março de 2014, infiltrou um falso manifestante nos protestos de 2013 contra o então governador Sérgio Cabral para encontrar provas que ligassem o deputado federal Anthony Garotinho (PR) aos atos, segundo o próprio infiltrado que depois admitiu ter agido por dinheiro. Mas voltemos ao que interessa.)
Eu expus aqui no blog a listinha dos deputados que votaram a favor projeto do vale-transporte, conforme saiu no Diário Oficial. Entendo perfeitamente que Ceciliano esteja pu**.
Se a população descobre o que essa gente faz às escuras na Alerj, com quase nenhuma repercussão – que dirá crítica – dos jornais, os bandidos podem acabar perdendo suas regalias, pagas com o dinheiro das próprias vítimas.
Dias atrás no Rio Grande do Sul, por exemplo, o projeto de passe livre para detentos do regime semiaberto felizmente foi retirado de pauta – coincidentemente ou não, após as críticas deste blog.
Como o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, ainda pode vetar o projeto de vale-transporte (até porque a conta é mesmo alta), Ceciliano deve estar preocupado.
Ele e “não sei mais quantos deputados” parecem não apreciar muito a ideia de uma sociedade vigilante e, talvez preferissem, à moda Dilma Rousseff, decretar o sigilo do D.O. até 2030.
Só tenho a agradecer a todos pela oportunidade de voltar ao assunto e pela intimidação barata com a ameaça de processo.
Sugiro que André Ceciliano pegue uma senha e entre na fila, atrás da deputada Maria do Rosário.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
“Parte do dinheiro, segundo a PF, pode ter irrigado as contas bancárias do presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e do deputado federal e ex-ministro de Dilma, Luiz Sérgio (PT-RJ), atualmente relator da CPI do Petrolão.
Prestes a ser enviado ao Supremo Tribunal Federal, devido à citação de autoridades com foro especial, o inquérito traz depoimento de um funcionário do grupo Galileo Educacional, empresa criada pelo grupo criminoso para escoar os recursos dos fundos. Segundo o delator identificado como Reinaldo Souza da Silva, o senador Renan Calheiros teria embolsado R$ 30 milhões da quantia paga, Lindbergh R$ 10 milhões e o deputado Luiz Sérgio, o mesmo valor.”
Aparentemente, eles também tinham uma Pátria Educadora para chamar de sua:
“Para desviar os recursos dos fundos de pensão, os acusados, segundo a investigação da PF, montaram o grupo Galileo Educacional a fim de assumir o comando das Universidades Gama Filho e UniverCidade, ambas no Rio de Janeiro, que passavam por dificuldades financeiras. Para fazer dinheiro, o grupo Galileo lançou debêntures que foram adquiridas pelo Postalis e pelo Petros. De acordo com a PF, a operação foi feita apenas por influência política e sem nenhum critério técnico. O dinheiro, em vez de ser aplicado nas universidades, teria sido desviado para um emaranhado de empresas e depois, segundo o delator, remetido a Renan, Lindbergh e Luiz Sérgio. Em pouco menos de um ano, o MEC descredenciou boa parte dos cursos de ambas universidades e os fundos arcaram com o prejuízo.
Nas seis páginas de denúncia, o delator cita, além dos parlamentares, os supostos operadores desses políticos e de seus partidos, imbricados numa rede de empresas de fachada que teriam servido para lavar os recursos dos fundos de pensão. Até agora, PF e Ministério Público já ouviram mais de 20 pessoas, pediram o indiciamento de algumas delas e chegaram a cogitar prisões cautelares e a apreensão de passaportes. “Os envolvidos montaram todo um simulacro com aparato administrativo, financeiro e jurídico para angariar recursos em uma estrutura que não tinha qualquer comprometimento com a proposta educacional”, afirma o delegado Lorenzo Pompilio, que comanda o inquérito. Em relatório encaminhado ao MPF, ele fala em ‘ciclo criminoso’, considerando a incursão dos acusados nos crimes de peculato, formação de quadrilha e estelionato. Segundo o delegado, as atas de reuniões, assembléias, contratos e outros registros financeiros indicam “ações delineadas e orquestradas a pretexto de desenvolvimento de atividade acadêmica’, mas que tinham o único intuito ‘captar recursos que desapareceram’.”
Quanta vigarice se faz em nome da Educação “nêsti paíf”, não é mesmo?
Após a explicação detalhada do esquema, a revista informa que a função do deputado Luiz Sérgio agora “é evitar constrangimentos a Lindberg, que já é alvo de investigação no Supremo por suposto envolvimento no Petrolão” e admitiu ter recebido 2 milhões de reais por intermédio de Paulo Roberto Costa em 2010.
Em outras palavras: o relator da CPI é o ‘papai’ de Lindberg.
Já estou aguardando o ex-cara pintada declarar mais uma vez que “de fato, você pode até dizer que é impróprio, só que não é ilegal” – e soltar de novo a sua foto com cara de filho se fazendo de bonzinho para mamãe não colocá-lo de castigo.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
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Com a prisão nesta manhã do patrão Marcelo Odebrecht, presidente da Odebrecht acusado de pagamento de propinas no exterior em contratos da Petrobras, Lula não apenas perdeu o emprego de lobista internacional da empreiteira, como sentiu o bafo quente da Operação Lava Jato mais perto do que nunca.
Até porque a Polícia Federal prendeu também o executivo Alexandrino Alencar, colocado por Lula entre os integrantes de sua delegação oficial em viagem de 2011 à Guiné Equatorial – lá onde também atuava a Andrade Gutierrez, cujo presidente, Otávio Azevedo, patrocinador de Lula desde a década de 1980, foi igualmente preso nesta sexta-feira.
- Alexandrino, comparsa de Lula, sendo levado pela PF
A inclusão de Alencar no grupo causara estranheza no Itamaraty, que pediu informações sobre o caso à assessoria de Lula, porque o nome não estava em lista oficial enviada inicialmente ao ministério. Mas isso nunca foi problema para quem levava até amante em avião presidencial, não é mesmo?
Lula e Alexandrino são conhecidos de longa data, segundo a Folha: no livro “Mais Louco do Bando”, Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, relata uma viagem em 2009 que Alexandrino fez a Brasília com Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração da empresa. Na época, Lula pediu ajuda à Odebrecht para o Corinthians construir seu estádio.
Alexandrino também levou Lula para Cuba, EUA e República Dominicana em janeiro de 2013, como lembrou o Estadão. Com o apoio da empreiteira, o lobista corintiano também viajou a países como Panamá, Venezuela e Angola - e só no Panamá, por exemplo, a Odebrecht abocanhou contratos de US$ 3 bilhões com uma ajudinha de Lula.
A força-tarefa da Lava Jato detectou indícios de que Odebrecht e Andrade Gutierrez estão envolvidas em crimes de formação de cartel e fraude em licitações não apenas em contratos com a Petrobras. (Foi citada também Angra 3.) O procurador da República no Paraná Carlos Fernando dos Santos afirmou que as duas gigantes da construção, sobretudo a Odebrecht, exerciam papel de liderança no chamado clube do bilhão e, de quebra, desmascarou as sucessivas notas oficiais em que os presidentes Marcelo e Otávio, cujos bens foram bloqueados pela Justiça, negavam seus envolvimentos:
“A atitude das empresas de negar sistematicamente pela imprensa a participação nos atos criminosos, de não trazer investigações internas que apontem os responsáveis pelos fatos, indica que estavam envolvidas no negócio como um todo. Não estavam sendo usadas. No caso dessas duas empresas, parece que elas são tão envolvidas nesses atos, que elas não têm como fazer uma apuração interna.”
Mesmo assim, Marcelo Odebrecht, segundo o Estadão, “ficou completamente chocado com a ida dos policiais à sua casa”, o que deveria, na verdade, agravar sua pena.
Em depoimentos de delação premiada, os dois principais delatores do escândalo do petrolão, Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, foram enfáticos ao citar dirigentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez como participantes do cartel e responsáveis pelo pagamento de propinas, mas os indícios mais fortes do envolvimento das duas empresas foram conseguidos a partir do rastreamento de contas secretas no exterior.
Ambas pagaram pelo menos 764 milhões de reais em propina e usavam um esquema “mais sofisticado” de corrupção, segundo o procurador do MPF.
Para o juiz Sergio Moro, há indícios de que eles poderiam destruir provas de participação no esquema, o que justificou a prisão de ambos.
É melhor, de fato, que eles aguardem o lobista Lula atrás das grades. De preferência, com duas delações premiadas, para acelerar o processo.
* Relembre as entrevistas deste blog com a Odebrecht e divirta-se:
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
“O governo foi avisado de que o mercado financeiro avalia que a eventual recomendação, pelo Tribunal de Contas da União, da rejeição do balanço de 2014 do governo Dilma Rousseff terá impacto negativo direto na economia. O Planalto e a equipe econômica tratam como ‘considerável’ o risco de que haja rebaixamento da nota do Brasil pelas agências de risco em consequência da reprovação das contas, o que poderia interferir no já combalido ânimo dos investidores internacionais.”
Traduzo:
Para garantir a impunidade de Dilma Rousseff, o governo do PT quer persuadir os ministros do TCU a aprovar as contas de 2014, alegando que a rejeição teria um impacto negativo direto na economia do país, da mesma forma como argumentava a favor dos acordos de leniência entre a CGU e as empreiteiras enroladas com a Lava Jato, alegando que a eventual quebra das empresas resultaria em mais desemprego.
Dias atrás, no entanto, a equipe econômica já incorporava em seu cenário a possibilidade de rebaixamento da nota de crédito do país pela Moody’s, independentemente da decisão do TCU, já que a agência estará no país em um momento de baixo crescimento da economia e de incertezas sobre o cumprimento da meta de superávit primário neste ano.
A preocupação, apontada pelo Valor, era impedir que o “downgrade” fosse acompanhado de viés negativo, fator que indica uma probabilidade maior de perda do grau de investimento numa próxima avaliação. Segundo o jornal, “o ministro da Fazenda, Joaquim Levy já deixou escapar que ‘tenta’ atingir a meta e não mais que vai efetivamente entregar o resultado”.
Se o governo do PT transferir a responsabilidade do fracasso de Dilma e Levy para o tribunal e acusá-lo de tomar uma decisão política na eventual rejeição das contas de Dilma, eu não ficarei surpreso, é claro. Mas o fato é que o impeachment atrairia de novo os investidores internacionais e a economia respiraria se o próximo presidente cortasse os ministérios pela metade, diminuísse a corrupção a um nível anterior ao lulopetismo e não fosse adepto das pedaladas.
Os ministros do TCU não podem se deixar intimidar pelo discurso do medo. A impunidade do PT nunca é para o bem do Brasil.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
“Em menos de três horas, os senadores brasileiros já sabem o que significa viver na ditadura hoje na Venezuela.”
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) completou na chegada ao Brasil:
“Se havia alguma dúvida de que existe uma escalada autoritária naquele país, voltamos sem dúvidas”.
Não sei que dúvida poderia haver ainda, mas ufa: pelo menos elas acabaram.
“O governo brasileiro tem que demonstrar de que lado está: se da democracia, de seus representantes, ou se está do lado do autoritarismo daquele país.”
Dilma Rousseff já demonstrou há décadas que está do lado do autoritarismo, assim como Aécio demonstra que só sabe falar nesse tom molenga de quem sempre lhe dá uma chance de escolha, em vez de denunciar a cumplicidade da petista.
A reação dela ao cerco da ditadura aliada do PT é emblemática.
O Estadão informa que Dilma “ficou muito irritada com todo este problema criado pelos senadores de oposição”, liderados por Aécio, “que decidiram ir a Caracas para uma visita de solidariedade aos representantes da oposição venezuelana, que estão presos”.
Ela “achou que a iniciativa colocou o governo brasileiro numa espécie de ‘armadilha’, criando um ‘constrangimento’ para o Brasil. O Planalto considera que a viagem foi uma intromissão em assuntos internos da Venezuela”, segundo o jornal.
Ou seja: os militantes chavistas cercaram, intimidaram e impediram os senadores de visitar os presos políticos, mas Dilma culpa os senadores por terem ido e ainda diz que a ‘armadilha’ ficou para o governo – o mesmo que sempre se intromete em assuntos internos de países não governados por seus aliados, como fez com Paraguai e Honduras.
‘Constrangimento’ para o Brasil, na verdade, é ter uma presidente cínica e autoritária, que, além de cometer crimes contra as leis de Diretrizes Orçamentárias e de Responsabilidade Fiscal, legitima moralmente o ataque de uma ditadura amiga aos representantes nacionais eleitos pelo povo.
- Até os venezuelanos conhecem os dois pesos, duas medidas de Dilma Rousseff
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
“Aterrissamos em Brasília. E a primeira informação que recebo do deputado Raul Jungmann (PPS-PE) é que Dilma Rousseff ordenou que o Itamaraty não nos desse suporte. O embaixador não nos acompanhou por ordem de Dilma Rousseff.*
Foi o próprio Itamaraty que confirmou a informação em reunião com os deputados. Amanhã cedo (sexta-feira, 19) vamos ter uma série de ações. Isso é inadmissível.
Dilma acha que é Rainha? Que pode mandar arbitrariamente? Ela nos jogou numa armadilha. Colocou em risco nossa integridade física.
Vamos propor uma série de ações contra a Venezuela. Começando por um Projeto de Decreto Legislativo sustando todos os acordos com o país.
Vamos também denunciar Dilma por armar isso, ela é partícipe dessa trama sórdida. Colocou em risco a vida de 8 senadores da República.
Vamos trabalhar também para tornar persona non grata toda autoridade do Governo da Venezuela. Vamos usar o princípio da reciprocidade.
A Venezuela não tem condições de continuar no Mercosul enquanto for uma ditadura.”
Muito menos de receber dinheiro do BNDES.
No vídeo abaixo (espere aparecer e dê play), Caiado relata como foi o cerco de Nicolás Maduro:
* O embaixador brasileiro em Caracas, Ruy Pereira (foto), abandonou os senadores à própria sorte após recebê-los no aeroporto. Enquanto os políticos tentaram ir de micro-ônibus visitar à prisão militar onde estão presos opositores da ditadura chavista, o representante de Brasília não acompanhou os parlamentares – ele pegou seu carro e foi embora.
Adiós, cabrones
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Tags: Dilma Rousseff, Ronaldo Caiado
O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) comemorou o cerco da ditadura venezuelana aliada do PT aos senadores brasileiros de oposição, que tiveram de voltar ao Brasil sem visitar os presos políticos de Nicolás Maduro. Ele postou no Twitter:
De ir a Venezuela passear e fazer onda com o dinheiro da população, o pai de Zeca entende como ninguém.
O mensaleiro condenado José Dirceu também entende de mobilizar milícias para cercar e agredir adversários políticos. Dias antes de o então governador tucano de São Paulo, Mário Covas, ser cercado e agredido, ele ensinava: “Eles têm que apanhar na rua e nas urnas!”
Junto com Lula e o ditador cubano Fidel Castro, José Dirceu é um dos fundadores confessos doForo de São Paulo, que ele próprio admitiu ter sido fundamental para a chegada de Hugo Chávez ao poder.
Que a milícia chavista hoje cerque senadores brasileiros de oposição em visita ao país é apenas o enésimo exemplo de que a ditadura de Maduro cumpre a cartilha do Foro, de acordo com o modus operandi de Dirceu.
Enquanto Dilma Rousseff pede “esclarecimentos” ao embaixador do Brasil na Venezuela, como se a história do Foro – que ela apoia - já não fosse esclarecedora o suficiente, Zeca se empenha em fazer jus ao pai, como não poderia deixar de ser.
Está tudo em seu devido lugar.
* Veja o vídeo do cerco a Aloysio Nunes Ferreira, Aécio Neves e Cassio Cunha Lima, do PSDB, José Agripino e Ronaldo Caiado, do DEM, Ricardo Ferraço, do PMDB, José Medeiros, do PPS, e Sérgio Petecão, do PSD, no post: Cerco a senadores brasileiros comprova: ainda há pão com mortadela na Venezuela
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
O cerco a senadores brasileiros na Venezuela derrubou mais um mito “coxinha” sobre a ditadura parceira do PT no Foro de São Paulo e comprovou que nem toda a população passa fome no regime comunista de Nicolás Maduro.
Ainda há pão com mortadela para alimentar os chavistas.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Dias após o horário eleitoral de Dilma Rousseff disfarçado de Programa do Jô, Danilo Gentili faz uma entrevista mais sincera com a petista.
Assista. Aguardando a censura.
* Relembre também:
** Aviso:
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Segundo petistas ouvidos por Vera Magalhães, da Folha, Dilma poderá dizer ao TCU que foi enganada pelo ex-secretário do Tesouro Arno Augustin, “que teria mandado brasa em desonerações, pedaladas, reduções de tarifa e outras mandracarias fiscais sem comunicar à chefe a real situação das contas do governo”.
Dilma já utilizara o mesmo expediente ao culpar Nestor Cerveró pela compra da refinaria de Pasadena, aprovada pelo Conselho de Administração da Petrobras presidido por ela na ocasião, alegando que o então diretor da área internacional, hoje preso pela Lava Jato, omitiu cláusulas que mostravam que se tratava de um mau negócio. (De 792 milhões de dólares de prejuízo.)
Como escreve Vera, no entanto:
“Quem ditava a política econômica da dupla Guido Mantega e Arno Augustin era a própria Dilma. Foi ela quem urdiu a redução da conta de luz, cantada em prosa, verso e filmes de João Santana como um feito da gestão petista antes de se mostrar um desastre para a economia. O mesmo com as desonerações a granel, o Fies turbinado e outras mágicas com claros propósitos eleitorais. Mantega e Arno não eram candidatos à reeleição – pelo contrário, já estavam demitidos antes do pleito.
Sem esse supertrunfo, restam dois caminhos a Dilma: retocar a maquiagem dos números rejeitados ou admitir os erros e prometer mudar procedimentos daqui para a frente.
Em ambos os casos, o TCU não tem outro caminho a não ser recomendar a rejeição das contas de 2014, sob risco de se desmoralizar se não o fizer.”
De fato, as três opções de Dilma são apenas pedaladas de cinismo. E como escrevi aqui: promover a impunidade é tratar o crime como “erro” e aceitar a promessa de que ele não irá se repetir.
Tomem vergonha, ministros. O TCU não pode tomar no TCU.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
terça-feira, 9 de junho de 2015
Blog Felipe Moura Brasil
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VEJA
/ Blogs e Colunistas
[* A moderação de comentários no blog será atualizada hoje.]
Júlio Faerman chega para o baile de Sérgio Moro
Júlio Faerman fechou acordo de delação premiada com os procuradores da Operação Lava Jato e espera apenas a homologação da Justiça para contar o que sabe. Por enquanto, informou o Correio Braziliense, sua defesa preferiu manter o silêncio na CPI da Petrobras.
Faerman é o lobista da construtora holandesa de navios SBM Offshore, empresa que admitiu ter pago, por meio dele, 139 milhões de dólares em propinas para funcionários da estatal.
O delator Pedro Barusco contou que Júlio Faerman repassou 300 mil dólares em propinas à campanha de Dilma Rousseff, em 2010, por meio do tesoureiro petista João Vaccari Neto, o que pode acarretar até a extinção do PT por receber dinheiro do exterior.
Dilma Rousseff, em entrevista a uma emissora de televisão francesa, afirmou:
“Estão tentando envolver a minha campanha. Não existe nenhum indício que o prove. Não só em 2010, mas também em 2014.”
Dilma está tensa. Um dos indícios da sujeira de sua campanha está prestes a ser confirmado por Faerman para o juiz Sérgio Moro.
Como disse o outro delator do esquema internacional da SBM, Jonathan David Taylor:
“Se tudo isso tivesse sido descoberto mais cedo, Dilma Rousseff não seria presidente.”
Recordar é viver:
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
- Por meio de Petrobras, Caixa e Prefeitura de São Paulo, o governo do PT patrocinou a parada LGBT, que trouxe um transexual seminu, no papel de Jesus Cristo na cruz.
A esquerda brasileira repudia até charges que ironizam Maomé em jornais privados, mas acha natural ironizar Jesus Cristo nas ruas com dinheiro público.
Detalhe: gays são enforcados, por serem gays, em países islâmicos (como no Irã, aliado do PT), não no Brasil, muito menos na Igreja Católica.
Felizmente, nem todo gay cai na conversa fiada do movimento político LGBT.
Karol Eller, lésbica, postou no Facebook o vídeo abaixo, chamando os manifestantes desse movimento de “mer**” de uns “vitimistas do c@r@***”.
“Eles não falam por mim. Para a gente ter respeito, a gente tem que dar respeito.”
Não: o vídeo de Karol não tem patrocínio de Petrobras, Caixa e Prefeitura de São Paulo.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
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O Globo publicou no domingo o terceiro editorial pró-desarmamento em menos de um mês.
O texto insiste nas mentiras dos outros dois e usa um novo método para enganar otários:
Faz o desarmamento tirar uma casquinha da eficácia de outras medidas de segurança pública na diminuição das mortes por armas de fogo, como, supostamente, a instalação das UPPs no Rio de Janeiro.
O resultado é uma suruba de créditos que deixa o leitor perdido, acreditando que o desarmamento tem algo a ver com eventuais melhorias.
Primeira omissão
Veja o gráfico do Rio, que O Globo exibe comprimidinho, de movo bastante persuasivo:
Diz o jornal: “Desde 2004, mais de 30 mil vidas foram poupadas em municípios fluminenses. A curva de homicídios faz uma trajetória ascendente até o ano anterior, quando o ED entrou em vigor, e a partir daí cai num decréscimo contínuo.”
Agora veja o gráfico nacional, menos comprimido, e repare no que acontece entre 2002 e 2003:
Sim: a curva começa a cair ANTES da criação do Estatuto - sinal evidente de que o surto maior de homicídios já começava a passar -, o que é inteiramente ignorado pelo Globo.
À moda petista, o jornal não vê problema algum em atribuir a queda de um índice a uma medida tomada APÓS o início da própria queda.
E tome dados para persuadir o leitor incauto da falsa relação direta entre as duas coisas:
- “em dez anos, o número de pessoas que compraram armas no Brasil teve um encolhimento de 40,6%. Além do impacto positivo nos índices de criminalidade, da vigência do Estatuto decorreu um alívio nas demandas do SUS”.
E tome mistura com as UPPs, apesar dos pesares:
- “Ainda que as Unidades de Polícia Pacificadora estejam sob ataques do crime organizado em algumas áreas, e que os indicadores de violência no Rio estejam acima do patamar a partir do qual a Organização Mundial de Saúde considera a violência endêmica (10 mortes por grupos de 100 mil habitantes), os dados mostram que, sem o Estatuto e sem as UPPs, as demandas de segurança teriam dimensão mais grave.”
Os dados nem têm como mostrar tal coisa, porque dados não mostram a dimensão daquilo que não aconteceu.
O Globo não analisa dados de fato, apenas repete discurso publicitário de ONG desarmamentista.
E o jornal também omite o seguinte:
A variação dos índices de homicídios para cima ou para baixo é idêntica para armas de fogo ou não, como já mostrei aqui.
Em praticamente todos os outros estados, os índices de homicídios CRESCERAM, mas, como Rio de Janeiro e São Paulo jogaram a média nacional para baixo, O Globo usa o exemplo do Rio e faz o desarmamento tirar uma casquinha das demais medidas locais.
Entre elas, diga-se, a criação da Divisão de Homicídios, que o jornal também omite, porque prefere propagandear as UPPs.
Apesar dos recentes esforços da Folha, de que ainda deverei falar neste blog, repito:
Em matéria de Segurança Pública, O Globo é o que há de pior.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Victor Hugo Deppman, no momento em que foi morto por um assassino menor de idade, em 2013
O número de pessoas que teriam morrido ou que ainda são dadas como desaparecidas em razão do regime militar — ainda que indiretamente — é 424.
Desse total, assassinadas mesmo, comprovadamente, foram 293 pessoas.
A fonte é o livro Dos filhos deste solo (Boitempo Editorial), escrito pelo ex-ministro Nilmário Miranda, petista, e pelo jornalista Carlos Tibúrcio.
Sim: fonte de esquerda.
Já em 2012, o número de menores, capturados pela polícia, que teriam cometido homicídio era 1.848.
Este é o número mínimo de homicídios cometidos por todos os menores brasileiros existentes naquele ano, já que cada assassino pode ter matado mais de uma pessoa e ainda há os assassinos não capturados.
Levando-se em conta que apenas 8% dos casos de homicídio são solucionados no país, o total verdadeiro tende a ser bem maior.
A fonte dos supostos 9% de homicidas entre 20.532 “menores infratores” (ou seja: 1.848) é a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (que, aliás, não sei se exclui providencialmente os roubos seguidos de morte, conhecidos como latrocínios).
Sim: fonte de esquerda.
Em outras palavras: os menores mataram pelo menos 4 vezes mais que o regime militar no Brasil.
(Pior: contando da idade zero, os menores existentes em 2012 fizeram isso em menos de 18 anos, ao passo que o regime militar atingiu menos de um quarto do número de vítimas ao longo de 21 anos.)
Este blog lamenta todas as mortes, cometidas por bandidos da rua ou do Estado, mas lamenta também os dois pesos, duas medidas da esquerda nacional.
Por conta dos 424 mortos (no máximo) do período militar, boa parte terroristas armados, a esquerda chora há 50 anos, cria Comissão da Verdade e finge ter lutado heroicamente pela democracia, embora seu objetivo fosse a implantação no Brasil de uma ditadura comunista nos moldes cubanos.
Por conta dos 1.848 mortos (no mínimo) por bandidos menores de idade, a esquerda não deixa cair uma lágrima, produz manchetes com a palavra “apenas” e logo se apressa a proteger legalmente os homicidas contra a possibilidade de serem julgados, condenados e presos de acordo com seus crimes.
A população brasileira hoje é refém da ditadura dos bandidos que roubam seus direitos à vida e à liberdade.
Para a esquerda, no entanto, os cadáveres úteis são apenas aqueles do seu lado.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Ronaldo Caiado (DEM-GO) anunciou no domingo que conseguiu coletar 28 delas, uma a mais que o necessário para a instalação da comissão. O democrata escreveu no Facebook:
“Já passou da hora da CPI do BNDES, já protocolada, ter seu requerimento lido pelo presidente Renan Calheiros em plenário. Vou pedir a sua instalação esta semana para que os blocos parlamentares definam seus participantes. Eu sou o autor do requerimento de instalação e estarei na linha de frente da oposição nesta CPI. Gostaria de ressaltar a postura correta e íntegra do senador Gladson Cameli (PP-AC), que desfez um mal entendido e recolocou sua assinatura no documento. Já contamos com 28 assinaturas, uma a mais do que o necessário.”
Agora é preciso pressionar Renan para não amarelar, nem criar dificuldades para vender facilidades ao PT.
Na Câmara, Rubens Bueno continua tentando emplacar um pedido semelhante ao de Caiado.
Na semana passada, o deputado do PPS declarou ao Estadão:
“Foi preciso um pedido de CPI e o Supremo Tribunal Federal determinar o fim do sigilo em um contrato do BNDES com a JBS para que o governo do PT resolvesse dar um pouco de transparência aos financiamentos. As informações disponibilizadas no momento ainda são tímidas. Falta muito para abrirmos a caixa preta do BNDES. Talvez, com medo do que uma CPI pode descobrir, resolveram tomar essa medida.”
Uma oposição que se preze, de fato, não pode ficar satisfeita com migalhas petistas.
Para acabar com o programa Transparência Zero, às vezes obrigado a se fazer de Transparência Um, só mesmo com pressão em todas as frentes.
E em todas as costas.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
A adolescente Danielly N. F., de 17 anos, uma das quatro garotas estupradas e espancadas por quatro adolescentes e um adulto há duas semanas, morreu na tarde de domingo no Hospital de Urgência de Teresina.
Ah sim: depois de estuprada, ela foi arremessada do Morro do Garrote, de uma altura de sete metros.
Danielly sofreu lesões no tórax, chegou a ser submetida a uma cirurgia de reconstituição da face, mas não resistiu as complicações.
Querem o detalhe de sempre?
Todos os bandidos menores de idade “tinham passagem pela polícia”.
Sim: passagem. Porque, no Brasil, eles só passam pela polícia, dão um alô, mandam um abraço e voltam para barbarizar à vontade nas ruas.
Aguardamos a presença dos defensores da maioridade penal no sepultamento de Danielly nesta segunda-feira, no município de Castelo do Piauí, onde mora sua família.
Outra vítima, também com 17 anos, está na unidade de Cuidados especiais, caso eles queiram visitá-la também.
Outras duas menores, de 15 e 16 anos, passam bem.
Maria do Rosário já telefonou para elas, pelo menos?
Calma, Rosário: nenhum dos suspeitos se feriu
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
VEJA informa que, na véspera da votação da redução da maioridade penal, “ainda há mais dúvidas do que respostas entre os deputados: não há um consenso se a redução aconteceria apenas no caso de crimes hediondos ou para qualquer ato infracional”.
Eu ajudo a dirimir a dúvida dos deputados de bem, se lá houver, citando episódios recentes:
Numa das postagens feitas pelo bandido de 17 anos que se apresentou na terça-feira à Justiça, aparece a foto de um assento de bicicleta e uma faca. Em seguida, a legenda com uma advertência:
“Peita pra ver se não vai fica (sic) fod*d*. E (sic) a tropa do menozi”.
Quer dizer: o bandido impune da tropa dos menores zomba da cara da sociedade impotente e ameaça os cidadãos de bem: “Peita pra ver”!
Se ele e seus comparsas tivessem sido julgados e presos por seus crimes anteriores, Jaime Gold estaria vivo.
Os deputados querem esperar mais cadáveres para começar a punir os delinquentes?
(Querem esperar estupros coletivos, como o do Piauí?)
2) Tem mais: o bandido que esfaqueou – e, por pouco, não matou – o estudante Pedro Britto no trem da SuperVia carioca foi 4 vezes “adolescente infrator”.
Lamento as cenas fortes do vídeo abaixo, mas elas se fazem necessárias aqui.
Eis o resultado da impunidade que o PT quer manter no Brasil, contra a vontade de 87% dos brasileiros, mas com a ajuda de deputados cúmplices, muito bem escoltados para andar na rua.
Vão deixar – ou vão peitar pra ver, ao menos uma vez na vida?
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Como distinguir PT e CBF no noticiário? Dinheiro sujo para Fernando Pimentel, para Ricardo Teixeira…
Teixeira e Pimentel: cara de um, focinho do outro
O PT é a CBF da política. A CBF é o PT do futebol. E ambos convivem alegremente nas páginas policiais.
O Estadão informa que a polícia suíça confiscou documentos da Kentaro, empresa que organizou os jogos da seleção brasileira entre 2006 e 2012.
Para os investigadores, foi por ocasião de um amistoso entre Brasil e Argentina, organizado pela Kentaro, no Catar, que o então presidente da CBF Ricardo Teixeira recebeu propina para votar no país árabe para sede da Copa do Mundo de 2022.
Já a Isto É publica a declaração de um dos delegados da Operação Acrônimo:
“Temos fortes indícios de que a campanha de Fernando Pimentel recebeu dinheiro de um esquema ilegal operado por Benedito Rodrigues de Oliveira Neto e foi usada para lavar recursos, inclusive com a participação de empresa da primeira dama de Minas”, Carolina de Oliveira.
A empresa é a Oli Comunicações que, como mostrou VEJA, estava registrada no mesmo endereço de uma empresa-fantasma de Bené, o empresário de Brasília que, na última década, fez fortuna como parceiro do governo federal, teve como cliente a campanha presidencial de Dilma, foi preso e está indiciado por formação de quadrilha.
Como distinguir PT e CBF no noticiário? Como, se os dois só recebem bolada?
Geralmente, as propinas petistas são mais altas, mas está cada vez mais difícil.
Essa gente é toda Padrão Fifa.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Agora rola outra coisa nos bastidores, segundo Claudio Tognolli, do Yahoo:
“Os delegados da PF estão negociando com Dilma, e com o Ministério da Justiça, a criação de um FBI brasileiro: em que delegados teriam nas mãos todo o poder” e não haveria oportunidade para escrivães, papiloscopistas e agentes (os EPAs) crescerem na hierarquia.
Na polícia americana, os cargos similares aos dos EPAs têm “função cosmética”, como classificou Tognolli. E no Brasil, acrescento, os EPAs são organizados em sindicatos que sabem espernear, tendo ou não razão em suas reivindicações – e este blog sabe, também, desconfiar delas, por mais que despreze delegados ligados ao PT, como são vários, embora não todos.
Em todo caso, Dilma adorou a ideia porque se tornaria a criadora do “FBI brasileiro” e passaria a imagem de alguém que não teme investigações.
EU MAN-DO IN-VES-TI-GAR!, já dizia ela na campanha de 2014, feito uma ditadora dona da PF.
Se Dilma já tem poucas investigações a temer com uma polícia chefiada pelo ministro José Eduardo Cardozo, ocupante da pasta da Justiça, imagine com uma polícia criada por ela própria e mantida nas mãos dele, como uma verdadeira KGB brasileira.
Cardozo, para quem não sabe, é um militante de esquerda atuante no Foro de São Paulo.
No encontro de 2008, em Montevidéu, no Uruguai, ele afirmou que “A solidariedade a Cuba neste momento é mais importante do que nunca”, pregou como meta “combater o neoliberalismo” e aplaudiu os gritos de “Viva a revolução!” e “Viva o socialismo!”.
Reuni os trechos dispersos de seu discurso, a partir da reportagem feita na ocasião por Diogo Schelp, da VEJA. O vídeo completo está no meu resumão “Conheça o Foro de São Paulo, o maior inimigo do Brasil“.
Assista e acredite: este militante é hoje o ministro da “Justiça”, chefe do chefe da Polícia Federal.
PS: E não é tragicômico como ele se perde no meio do discurso, à moda Dilma, para então falar em “todos os seres humanos”? Ah, essa gente…
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Lula, Dilma e Costa: Comprar ou não comprar? Comprar!
Pasadena só podia ter a mão do Lula.
O Estadão informa:
“Documento da Petrobrás indica que Paulo Roberto Costa viajou a Brasília para se reunir com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 com o objetivo de tratar da Refinaria de Pasadena, um mês antes de a controversa compra da planta de refino ser autorizada.
A agenda consta de relatório intitulado ‘Viagens Pasadena’, no qual a companhia lista deslocamentos feitos por seus funcionários e executivos, no Brasil e no exterior, em missões relacionadas ao negócio, considerado um dos piores da história da petroleira.
Conforme o documento obtido pelo Estado, o encontro entre Lula e Costa se deu em 31 de janeiro daquele ano, no Palácio do Planalto, exatos 31 dias antes de o Conselho de Administração da Petrobrás, na época chefiado pela então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, dar aval à aquisição de 50% da refinaria.”
O jornal acrescenta:
“O ex-presidente nunca admitiu participação nas tratativas para a aquisição, que, segundo auditoria do TCU, causou prejuízo de US$ 792 milhões aos cofres públicos.”
Eu acrescento:
Lula, o autoproclamado fiscal das obras de Belo Monte, que resultaram em 100 milhões de reais de propina para PT e PMDB, tampouco admitiu participação nos esquemas do petrolão e do mensalão, do qual foi o maior beneficiário.
O dinheiro some, mas o petista nunca sabe de nada.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
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“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”
- O comunismo, princípio de empobrecimento
7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»
PAPA LEÃO XIII
15 de Maio de 1891
Fico imaginando como deve ser louvor dos anjos!! Assista e veja o porque!
Posted by Ronaldo Nunes de Lima on Segunda, 24 de junho de 2013
Este vídeo é a minha singela homenagem ao policial Civil do Distrito Federal, Carlos Eugênio Silva, conhecido como Dentinho, morto em um acidente nos EUA.Aproveito para agradecer o Governo e a Polícia Americana pelo exemplo de tratamento e honrarias dispensados a um policial morto. Espero muito que o Governo Brasileiro se espelhe neles e trate esse nosso guerreiro com o devido respeito e admiração em solo Brasileiro.Temos que aprender a reverenciar principalmente o velório de quem põe a vida em risco por nós e por nossos familiares, não apenas as celebridades da TV.
Posted by Marcos Do Val on Quinta, 9 de julho de 2015
















