Título



Add this Smart Layers

Analytics Liga Antiterrorismo

Google+

Pesquisar este blog





Placeat tibi Sancta Trinitas





Mostrando postagens com marcador AS CRUZADAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AS CRUZADAS. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2015

AS CRUZADAS




AS CRUZADAS





Europa no século XXI: pepineira de soldados da guerra santa do islã !


Posted: 29 Jun 2015 01:30 AM PDT





Três jihadistas franceses conclamam os muçulmanos da França para irem lutar na Síria,
em vídeo de propaganda do Estado Islâmico.



















O jornal parisiense Le Figaro calculou que cerca de 1.600 franceses estão engajados nas fileiras da guerra santa islâmica e que mais de 100 deles já foram mortos.




Os mais recentes casos seriam dois adolescentes de 12 e 14 anos, que partiram para o Oriente há dois anos junto com a mãe, originária da região de Toulouse. 




A jihad (guerra santa islâmica) em princípio é uma guerra divinamente enlouquecida e sem retorno. Os 100 islamitas que partiram da Franca e perderam a vida na Síria ou no Iraque foram recenseados pelos serviços antiterroristas gauleses.




A taxa de mortalidade dos jihadistas franceses é especialmente alta, talvez pelo fanatismo exibido, como também é alto o número de voluntários de Alá partidos do território francês que estão combatendo: 450 ainda estão lá e 260 teriam voltado para recrutar novos guerreiros.




Mais dois irmãos maiores de idade, originários de Trappes, departamento de Yvelines, na periferia de Paris, perderam recentemente a vida em combate.







Também foi identificado um jovem de Lunel, cidadezinha da região de Hérault, de onde partiram entre 10 e 20 jovens de 18 a 30 anos para a guerra assassina, sete dos quais já tombaram. 




O mais recente falecido foi um dos autores de um atentado suicida triplo no posto de fronteira de Touraibil, entre o Iraque e a Jordânia.




O retorno dos combatentes do Corão é uma das maiores fontes de risco de atentados em território francês, dizem as autoridades. Entre os mais recentes projetos criminosos desfeitos pela polícia, quatro foram montados por militantes da jihad. 







John, verdugo britânico do jornalista James Foley


Vários parentes dos autores dos atentados de Paris que fizeram 17 vítimas mortais haviam partido para a guerra santa, e os próprios assassinos não ocultavam sua simpatia pelo Estado Islâmico.




A polícia também teme que o jovem Sid Ahmed Ghlam, preso quando se preparava para atacar pelo menos uma igreja na periferia parisiense, tenha sido teleguiado por um jihadista francês ativo na Síria.




Sid Ahmed Ghlam está indiciando pelo assassinato de uma mulher de 32 anos, perpetrado no percurso ao lugar do atentado. Na Franca estão abertos cerca de 125 processos antiterroristas ligados à Síria, e dos 166 suspeitos interrogados, 113 ficaram em detenção. 




Os franceses seriam culpados por atrocidades cometidas na Síria e no Iraque. Os investigadores estão certos de que Sabri Essid, o homicida de Toulouse e Montauban, é o jihadista que aparece num vídeo do Estado Islâmico tendo a seu lado um sobrinho ainda criança que executa um homem com uma bala na testa e depois descarrega o pente sobre o cadáver.




Num outro vídeo do Estado Islâmico, os pesquisadores acreditam ter identificado dois convertidos franceses que degolam soldados sírios.




Um jovem estudante de Nice apresentou-se no vídeo da degola achando que por ser menor não seria imputado. Mas foi preso ao chegar à França. 




O ministro francês do Interior, Bernard Cazeneuve, atualizou o número de franceses envolvidos em grupos jihadistas elevando-o a 1.683, o que representa um aumento de 203% com relação a janeiro de 2014, informou a Veja




Entre os 457 combatentes ativos fora da França há 137 mulheres e 80 menores, acrescentou o ministro. Cazeneuve acha que 213 já voltaram à França e 105 morreram nos combates, sendo oito deles em operações suicidas.




Alguns deputados falam em ampliar as medidas de segurança, mas as leis se revelam insuficientes para secar os mananciais de terroristas que a França produz. 




Por sua vez, a polícia britânica acredita que mais de 700 cidadãos das ilhas viajaram para a Síria e que mais da metade já voltou para casa, onde agora representam uma ameaça terrorista significativa, informou a agência Reuters







Combatentes britânicos da "guerra santa islâmica".


Mark Rowley, principal autoridade no combate ao terrorismo do país, mencionou a prisão recorde, neste ano, de 338 pessoas relacionadas com delitos de terrorismo, um aumento de um terço em relação a 2013.




Das pessoas presas no ano passado, 11% eram mulheres e 17% tinham menos de 20 anos.





"[O Estado Islâmico] e outros grupos terroristas estão tentando direcionar ataques na Grã-Bretanha, incentivando cidadãos britânicos a viajarem para a Síria a fim de lutar e treinar, e estão procurando, através de sua propaganda, provocar indivíduos na Grã-Bretanha a realizar ataques violentos aqui", afirmou Rowley.




Em agosto passado, as autoridades britânicas aumentaram o alerta de terrorismo para seu segundo nível mais alto, o que significa que um ataque é altamente provável. Os agentes de segurança alertaram repetidamente sobre o perigo dos veteranos de batalhas na Síria que voltam para casa.




E ainda há quem fale mal das Cruzadas.











terça-feira, 23 de junho de 2015

AS CRUZADAS








Infidelidades dos cruzados põem em risco o reino de Jerusalém


Posted: 22 Jun 2015 01:30 AM PDT





Reynaud de Chatillon cruzado intrépido mas discolo, 
por imprudência desperdiçou muitas de suas empresas 
e pôs em risco o reino cristão



















Mas, enquanto de um lado impeliam seus inimigos para além do deserto, novos perigos ameaçavam-nos do lado da Síria. Nur al-din, à força de lisonjas e de promessas, se tornara senhor de Damasco e essa cidade fazia-o temível a todos os povos das vizinhanças. 




Entretanto (ano 1154) as colônias cristãs ficaram por algum tempo num estado de inação que parecia paz. 




O único acontecimento notável dessa época, foi a expedição de Renaud de Chatillon, Príncipe de Antioquia, à ilha de Chipre.




Renaud e seus cavaleiros precipitaram-se de improviso sobre uma população pacífica e desarmada. 




Aqueles guerreiros bárbaros, não respeitavam as leis, nem da religião, nem da humanidade e saquearam as cidades, os mosteiros e as igrejas, e voltaram a Antioquia carregados de despojos de um povo cristão. 




Renaud tinha empreendido essa guerra ímpia, para se vingar do imperador grego, que ele acusava de não ter mantido suas promessas. 




Ao mesmo tempo, no ano 1156, o Rei de Jerusalém fez uma excursão que não feria menos as leis da justiça. 




Algumas tribos árabes tinham obtido dele e de seus predecessores a faculdade de dar pastagem a seus rebanhos na floresta de Panéias. Há muitos anos eles viviam em perfeita segurança, confiando na fé dos tratados.




De repente Balduino e seus cavaleiros apareceram de espada na mão, atacando aqueles pastores desarmados; massacraram os que resistiram, dispersaram os demais e voltaram a Jerusalém com os rebanhos e os despojos dos árabes. 







Morte de Reinaldo de Châtillon (Historia de Guilherme de Tiro, folio 399).


Balduino III foi levado a essa ação culpável pela necessidade de pagar as dívidas a que não podia satisfazer, com os recursos ordinários. 




Guilherme de Tiro, não condena menos a Balduino e acha justo o castigo dessa iniquidade, que ele sofreu, em seguida, com a derrota de que foi vítima perto do vão de Jacó. 




Atacado por Nur al-din, ele ficou quase sozinho no campo de batalha, e refugiou-se através dos maiores perigos na fortaleza de Safet, construída num monte à direita do Jordão. 




Quando a notícia desse desastre espalhou-se pelas cidades dos francos, os fiéis, cobertos de luto, correram para junto dos altares, repetindo as palavras do Salmista: Domine, salvum fac regem, Senhor, salvai o rei. 




O céu não rejeitou as orações do povo desolado e Balduino foi depois recebido entre seus súditos, que o julgavam morto. 






(Autor: Joseph-François Michaud, "História das Cruzadas", vol. II, Editora das Américas, São Paulo, 1956. Tradução brasileira do Pe. Vicente Pedroso, páginas 414-433)







terça-feira, 16 de junho de 2015

AS CRUZADAS




AS CRUZADAS






Posted: 15 Jun 2015 01:30 AM PDT





Mapa político do Próximo Oriente em 1135 com os estados cruzados






Luis Dufaur














Os latinos, muitas vezes dirigiram seus exércitos contra Ascalon, o baluarte mais firme do Egito, do lado da Síria. 




O rei Balduino III, seguido por seus cavaleiros, se havia dirigido àquele lugar, com a intenção de devastar seu território. A aproximação dos cristãos suscitou o terror entre os habitantes, o que inspirou ao rei de Jerusalém a determinação de sitiar a cidade. 




Mandou imediatamente mensageiros a todas as cidades cristãs, comunicando sua empresa, inspirada por Deus e rogando aos guerreiros que se reunissem ao exército. 




Barões e cavaleiros acorreram imediatamente; os prelados e os bispos da Judéia e da Fenícia, vieram também tomar parte na santa expedição; o patriarca de Jerusalém ia-lhes à frente, levando a verdadeira cruz de Jesus Cristo. 




A cidade de Ascalon erguia-se em círculo à beira-mar e tinha do lado da terra, muralhas e torres inexpugnáveis; todos os habitantes estavam exercitados na arte da guerra, e o Egito, que tinha grande interesse na conservação daquela praça, para lá mandava quatro vezes por ano, víveres, armas e soldados. 




Enquanto o exército cristão atacava as muralhas da cidade, uma frota de quinze navios com esporões, comandada por Geraldo de Sidon, secundava os esforços dos companheiros. 




A abundância reinava no acampamento dos cristãos; a disciplina era severamente observada, vigiava-se dia e noite. 




A vigilância não era menor entre os sitiados; os chefes não deixavam as muralhas, encorajando sem cessar os soldados; e, para que a cidade não fosse atacada no meio das trevas, lanternas de vidro suspensas nas amei as das torres, mais elevadas, difundiam, durante a noite, uma luz semelhante à do dia. 




O cerco durou dois meses, quando, nas proximidades da festa da Páscoa, desembarcou nos portos de Tolemaida e de Joppé um grande número de peregrinos do Ocidente. 




Os chefes do exército reuniram-se e determinaram que os navios chegados da Europa, seriam retirados por ordem do rei e que se convidariam os peregrinos a vir ajudar seus irmãos no cerco de Ascalon. 







Balduino III



Uma multidão dos recém-chegados, correspondeu às esperanças que se depositavam na sua piedade e na sua bravura e acorreu ao acampamento dos cristãos; vários navios prepararam-se também sob o comando de Geraldo de Sidon. 




Todo o exército exultou de alegria à sua chegada. Então, não se duvidou mais da vitória. 




Construíram, com madeira tirada dos navios, um grande número de máquinas e dentre outras, uma torre rolante, de grande altura, semelhante a uma fortaleza com sua guarnição. 




Empurrada para junto das muralhas, causou espantosos prejuízos à cidade. Todas as máquinas trabalhavam ao mesmo tempo, umas atirando pedras, outras derrubando as muralhas; os assaltos, os combates sanguinolentos, renovavam-se sem cessar. 




Havia-se passado cinco meses desde o princípio do cerco e as forças do inimigo estavam enfraquecendo, quando uma frota egípcia de setenta navios, entrou no porto de Ascalon, trazendo reforços e todos os socorros de que a cidade necessitava. 




A coragem dos sitiados reanimou-se com seu número; no entanto, o ardor dos cristãos não arrefecia, seus ataques eram mais frequentes e mais violentos; sua torre móvel, que nada podia atingir, espalhava todos os dias mais terror entre os infiéis. 




Por fim, estes determinaram destruir aquela máquina formidável; lançaram entre a torre e a muralha uma grande quantidade de madeira, sobre a qual puseram óleo, enxofre e outras matérias combustíveis; em seguida atearam-lhe fogo.




Mas o vento, que vinha do Oriente, em vez de levar as chamas contra a torre, atirou-as contra a cidade; o incêndio durou todo o dia e toda a noite e como o vento não mudou de direção, as pedras das muralhas ficaram calcinadas pelo fogo. 




No dia seguinte, ao raiar da aurora, o muro inteiro caiu com enorme fracasso; os guerreiros cristãos acorreram ao barulho, levando, porém, suas armas; Ascalon ia, por fim, cair em seu poder: um incidente singular veio, no entanto privá-las da vitória. 




Os templários já tinham entrado na praça e, para sozinhos se apoderarem dos despojos do inimigo, haviam postado sentinelas na brecha, encarregadas de afastar todos os que se apresentassem para segui-las. 




Enquanto eles se espalhavam pelas ruas e saqueavam as casas, os inimigos perceberam-lhes o pequeno número, admirando-se ter fugido. 




Os soldados e os habitantes reúnem-se, voltam à luta e os templários dispersos, caem sob os golpes dos adversários, ou fogem pela brecha, cuja passagem haviam interditado aos companheiros de armas. 




Perdendo a esperança de se apoderar da cidade, oprimidos pelos muçulmanos, que um ardor novo animava, os cristãos retiraram-se tristes e confusos, para seu acampamento.




O Rei de Jerusalém convocou imediatamente os prelados e os barões e perguntou-lhes com voz comovida, que partido se deveria tomar em tão triste conjuntura. 




Ele, bem como os principais chefes dos guerreiros, perderam a esperança da conquista de Ascalon, e propunha abandonar o cerco. 




O patriarca e os bispos, cheios de confiança na divina bondade, opunham-se à retirada, e, para firmar sua opinião, invocavam as passagens da Escritura, nas quais Deus promete socorrer os que combatem e sofrem por sua causa. 




A opinião do patriarca e dos prelados prevaleceu em seu conselho e prepararam-se então novos ataques; no dia seguinte o exército cristão apareceu de novo ante as muralhas, excitado pelas exortações dos padres e pela presença da verdadeira cruz. 




Durante todo o dia, combateu-se de ambos os lados com igual ardor; mas as perdas dos muçulmanos foram mais que as dos cristãos; pediam tréguas, para sepultar os mortos. 




Vendo o grande número de guerreiros que tinham perdido, os infiéis desanimaram, novamente; o aspecto das muralhas caídas, aumentava-lhes a tristeza; boatos sinistros, vindos do Cairo, não lhes davam mais esperanças de socorro da parte do califa do Egito. 





De repente todo o povo rompeu numa gritaria tumultuosa; pedia em grandes gritos que se pusesse um fim àquela guerra. 





"Homens de Ascalon, exclamavam aqueles cuja multidão desesperada parecia invocar as autoridades em seu socorro, nossos pais morreram combatendo os francos, seus filhos por sua vez, morreram, também, sem esperanças de vencer uma nação de erro. 




"As areias inúteis deste mar e essas ruínas que nos deram para defender nos mostram por toda a parte, fúnebres imagens; essas muralhas, elevadas no meio das províncias cristãs, são para nós como sepulcros, numa terra estrangeira. 




"Voltemos ao Egito, deixemos aos inimigos uma cidade que Deus feriu com sua maldição". 




A multidão chorando aplaudiu estas palavras e ninguém mais quis pegar em armas; os enviados foram escolhidos para ir ao acampamento dos cristãos e propor ao Rei de Jerusalém, a capitulação. 




Ofereciam-se para abrir aos cristãos as portas da cidade, com a única condição de que os habitantes teriam a possibilidade de se retirar, dentro de três dias com suas bagagens e seus bens. 




Enquanto os sitiados tomavam uma resolução ditada pelo desespero, a lembrança dos últimos combates espalhava ainda a tristeza e o luto no exército cristão. 




Os enviados vieram ao acampamento, sem que se pudesse suspeitar do objetivo de sua missão. Foram levados à presença dos chefes, e numa atitude suplicante, comunicaram a capitulação determinada. 




A essa notícia inesperada, todo o conselho ficou quase fora de si de estupefação, tanto que, quando se perguntou aos barões e aos prelados a sua opinião, nenhum deles teve palavras para responder e todos se puseram a agradecer a Deus, derramando lágrimas de alegria. 




Poucos dias depois, o estandarte da cruz flutuava sobre as muralhas de Ascalon e o exército aplaudia com gritos de júbilo uma vitória que considerava como um milagre do céu. 




Os muçulmanos abandonaram a cidade antes do terceiro dia: os cristãos tomaram posse da mesma e consagraram a grande mesquita ao apóstolo São Paulo. 




A conquista de Ascalon oferecia-lhes imensa vantagem, porque lhes abria o caminho para o Egito e fechava aos egípcios a passagem para a Palestina. 





(Autor: Joseph-François Michaud, "História das Cruzadas", vol. II, Editora das Américas, São Paulo, 1956. Tradução brasileira do Pe. Vicente Pedroso, páginas 332-343)












terça-feira, 2 de junho de 2015

AS CRUZADAS




AS CRUZADAS






Posted: 01 Jun 2015 01:30 AM PDT





  • Nur al-din, Sultão de Damasco, foge num animal de carga dos cavaleiros Godfrey Martel e Hugh de Lusignan o Velho



















Nur ad-Din, filho de Zenghi, que se havia apoderado da cidade de Edessa, antes da segunda Cruzada, tinha herdado as conquistas de seu pai e as tinha aumentado com seu valor. 




Ele foi educado por guerreiros que tinham jurado derramar seu sangue pela causa do profeta; quando ele subiu ao trono, lembrou a austera simplicidade dos primeiros califas. 





"Nur ad-Din, diz um poeta árabe, unia o heroísmo mais nobre à mais profunda humildade. Quando ele orava no templo, seus súditos julgavam ver um santuário em outro santuário." 




Ele encorajava as ciências, cultivava as letras, e procurava fazer florescer a justiça nos seus territórios. 







  • Nur al-din, túmulo em Damasco


Seu povo admirava-lhe a clemência e a moderação; os mesmos cristãos elogiavam-lhe a coragem e seu heroísmo profano. 




A exemplo de seu pai Zenghi, ele se tornou o ídolo dos guerreiros pela sua liberalidade e sobretudo, por seu zelo em combater os inimigos do islamismo. 




No exército que ele mesmo havia organizado e que o respeitavam como o vingador do profeta, ele conteve a ambição dos emires e espalhou o terror entre seus rivais.




Cada uma das suas conquistas, feitas em nome de Maomé, aumentava sua fama, como seu poder; de todas as partes os povos, atraídos pelo zelo da religião e pelo ascendente da vitória, prostraram-se ante sua autoridade.




Todo o Oriente tremia diante dele e o despotismo, erguendo-se no meio das nações muçulmanas com a confiança e o temor que inspirava aos escravos, foi outorgado aos discípulos do islamismo, que pareciam implorá-lo como um meio de salvação. 




Então, todas as paixões e todos os esforços dos povos da Síria foram dirigidos para um mesmo objetivo: o triunfo do Alcorão e a destruição das colônias cristãs.









(Autor: Joseph-François Michaud, "História das Cruzadas", vol. II, Editora das Américas, São Paulo, 1956. Livro sétimo 1151-1181. Tradução brasileira do Pe. Vicente Pedroso)








segunda-feira, 25 de maio de 2015

AS CRUZADAS




AS CRUZADAS





Nossa Senhora Auxiliadora, vencedora do islamismo


Posted: 24 May 2015 01:30 AM PDT





  • Maria Auxiliadora

  • basílica de Maria Ausiliatrice, Turim



















No 24 de maio comemora-se a festa de Nossa Senhora Auxilio dos Cristãos.




A devoção foi largamente difundida por São João Bosco e começa pelos menos num milagre feito por Nossa Senhora numa hora em que os islâmicos, como também fazem hoje, ameaçavam tomar conta das nações cristãs da Europa.




Quando, no ano da Redenção de 1566, o Cardeal Ghislieri foi elevado ao trono pontifício com o nome de Pio V, a situação da Cristandade era angustiante. 




Com efeito, fazia aproximadamente um século que os turcos avançavam sobre a Europa, por mar e através dos Bálcãs, no intuito insolente de sujeitar à lei do Corão as nações católicas, e, sobretudo de chegar até Roma, onde um de seus sultões queria entrar a cavalo na Basílica de São Pedro.




Em 1457 caíra Constantinopla. Transposto o Bósforo, os infiéis avançaram sobre as regiões balcânicas, subjugando a Albânia, a Macedônia, a Bósnia.




O ano de 1522 viu cair a fortaleza de Rhodes. Em 1524 o novo sultão Solimão II ocupava e tratava duramente Belgrado. Seis anos mais tarde, 300.000 otomanos chegaram às portas de Viena. 




No litoral dalmático os turcos saqueavam e destruíam as cidades e as ilhas próximas à Grécia.




A Espanha engajava-se individualmente numa guerra contra a Tunísia e a Argélia, em 1541 as hostes do Crescente investiam novamente contra Viena. Em junho de 1552 tomavam elas parte da Transilvânia.



São Pio V convida os príncipes a unirem suas forças




São Pio V era como um raio de luz da Idade Média a fulgurar sobre a Europa. Em dezembro de 1566, o Papa convidou as nações católicas a se unirem numa liga em defesa da Cristandade. 




Em meados de maio de 1571, emergiu a boa nova: estava concluída a Santa Liga.




A aliança ajustada entre o Papa, o Rei da Espanha e a República de Veneza devia ser estável, ter caráter ofensivo e defensivo e dirigir-se não somente contra o sultão, mas também contra seus Estados tributários.







O Sumo Pontífice publicou um Jubileu geral, para atrair as bênçãos do Deus das batalhas sobre o exército cristão.




Tomou parte nas procissões rogatórias, que se realizaram ainda no mês de maio em Roma, e mandou cunhar uma medalha comemorativa.




Em 7 de outubro, na baía de Lepanto as esquadras se aproximaram. O vento mudara inesperadamente.




Os estandartes do Crucificado e da Virgem de Guadalupe investem contra as bandeiras vermelhas do Islã, marcadas com a meia-lua, estrelas e o nome de Alá.




Foi a maior batalha naval que a História jamais registrara.



Uma Senhora de aspecto majestoso e ameaçador




Soube-se depois que, no fragor da batalha, os soldados de Islã tinham avistado acima dos mastros da esquadra católica uma Senhora, que os aterrava com seu aspecto majestoso e ameaçador.




Bem longe dali, no mesmo dia 7 de outubro o Papa aguardava ansioso notícias da esquadra católica. De repente, abriu uma janela e entrou em êxtase. 




Logo depois voltou-se e disse: "Ide com Deus. Agora não é hora de negócios, mas sim de dar graças a Jesus Cristo, pois nossa esquadra acaba de vencer". E dirigiu-se à sua capela.




As notícias do desfecho da batalha chegaram a Roma duas semanas depois. 




A vitória foi por todos atribuída à intervenção da Virgem. O Santo Padre acrescentou à Ladainha Lauretana uma invocação que nascera pela "vox populi", no momento da grande proeza: "Auxílio dos Cristãos". 




Na Espanha e na Itália começaram a surgir igrejas e capelas com a invocação de Nossa Senhora da Vitória. 




O senado veneziano pôs debaixo do quadro que representava a batalha a seguinte frase: "Nem as tropas, nem as armas, nem os comandantes, mas a Virgem Maria do Rosário é que nos deu a vitória" — "Non virtus, non arma, non duces, sed Maria Rosarii victores nos fecit". 




Gênova e outras cidades mandaram pintar em suas portas a efígie da Virgem do Rosário, e algumas puseram em seu escudo a imagem de Maria Santíssima calcando aos pés o Crescente.







terça-feira, 19 de maio de 2015

AS CRUZADAS





AS CRUZADAS





Jihad vs Cruzadas: quem agrediu primeiro, mais e pior?


Posted: 18 May 2015 01:30 AM PDT





Bill Warner, diretor do Centro para o Estudo do Islã Político.



















Bill Warner, diretor do Centro para o Estudo do Islã Político, teve uma ideia muito valiosa. Ele observou que:


"sempre que você está lidando com um apologista do Islã, ou até mesmo com um muçulmano, e você fala da jihad (ou guerra santa islâmica), ele quase imediatamente dispara: 'Mas, e essas terríveis cruzadas?'".




Bill explicou que eles justificam moralmente a guerra santa se ela for contra o Ocidente cristão. Porém, eles se dizem contra as cruzadas, essa guerra santa promovida e aprovada por Papas, Santos e Doutores da Igreja.




Enquanto os muçulmanos não se envergonham de sua aberrante contradição, no mundo cristão parece haver vergonha de falar das santas e heroicas empresas feitas sob o signo da Cruz.




Bill enfrentou o problema pelo lado dos fatos. Ele criou um banco de dados de 548 batalhas provocadas pelo Islã contra a civilização cristã. E não foram todas: faltam combates provocados pelo islamismo invasor na África, na Índia, no Afeganistão e outros locais.




Com esses dados ele montou um mapa dinâmico e o postou em http://politicalislam.com/jihad-vs-crusades/. Apresentamos uma tradução dos excertos mais relevantes, o quer dizer de quase tudo:




"548 batalhas é muita coisa; é demais para se compreender. Então, eu criei um mapa dinâmico das batalha com centro no Mediterrâneo, com incrementos de 20 anos.







  • Desde o início a vontade do Islã foi invadir, destruir e matar.


"Na tela, um ponto branco designa uma nova batalha num período de vinte anos. Toda vez que a tela muda para o próximo período de 20 anos, os pontos brancos anteriores ficam vermelhos e um conjunto de novas batalhas é representado para que você possa ver a história se desenrolando.




"Isto pode parecer um pouco confuso, mas assistindo ao vídeo você vai entender exatamente o que eu quero dizer.




"O início da exibição dinâmica mostra o Islã que irrompe a partir da Península Arábica e imediatamente começa a atacar o Oriente Médio.




"Observe que isso acontece não muito antes das batalhas que o Islã provocou em todo o Mediterrâneo e os ataques contra o sul da França e da Espanha.




"Aqui vemos o Islã projetando seu poder em todo o Mediterrâneo. As pequenas ilhas do Mediterrâneo são atacadas.




"Os navios do Islã atacam cidades costeiras para matar, roubar, estuprar e fazer escravos. 




"Mais de um milhão de pessoas foram escravizadas na área de cultura europeia e levadas para o mundo islâmico. 




"É algo que você não consegue imaginar, mas é absolutamente verdadeiro.







  • Castro Lorenzo: batalha naval contra os corsários maometanos que incursionavam desde o norte da África.


"Só na Espanha, o Islã provocou mais de 200 batalhas.




"Pelo leste, na Turquia, as forças islâmicas tentaram invadir a Europa.




"A luta na Espanha durou 400 anos até os cristãos empurrarem os muçulmanos para trás. 




"Mas no leste, a cidade de Constantinopla caiu e a jihad pulou por cima da Europa Oriental. 




"Posta para fora da Espanha, a jihad islamizou completamente a África e o Oriente Médio.




"Isso tudo foi jihad, e jihad implacável. E por que tão implacável?




"Bem, foi assim porque Maomé foi implacável pregando sua jihad, e esses invasores são bons alunos do Islã. E por isso fazem jihad contra o 'infiel', infinitamente.




"Era tradicional que quando um novo sultão galgava o poder, imediatamente ele ia tentar lançar novas guerras, para ficar registrado na história islâmica que ele lutou contra o infiel.




"O resultado da jihad nesse longo período foi de 548 batalhas. 




"Porém, quando você fala de jihad, as pessoas puxam o tema das Cruzadas!




"Por isso, eu também preparei um mapa dinâmico de todos os ataques ofensivos dos cruzados.




"Vamos vê-lo e fazer uma comparação.




"As Cruzadas entraram no Oriente Médio pela Turquia. Mas as batalhas delas decorrentes foram muito menos do que você imagina. Em pouco tempo, a lista acaba e o mapa termina.




"Agora, então, podemos falar sobre alguns fatos!







  • Constantinopla foi desde sua fundação uma cidade greco-romana.

Os turcos invadiram sem nenhum direito nem argumento, salvo o Corão.


"Sim, houve Cruzadas! 




"Mas note que elas acabaram séculos atrás, e a jihad ainda está sendo impulsionada hoje.




"A jihad está ali, agredindo há 1.400 anos.




"Não há comparação possível entre a jihad e as Cruzadas.




"E, sobretudo, certamente não há comparação moral.




"Quando você olhar para as Cruzadas, lembre-se que as Cruzadas foram guerras defensivas.




"Por quê? 




"Como vimos no mapa da jihad, foi o Islã quem saiu da Arábia e conquistou o Oriente Médio, que era cristão.


"Os cruzados tentaram libertar os seus irmãos e irmãs cristãos da perseguição da jihad.




"Portanto, não há comparação moral alguma. A motivação dos cruzados era libertar os cristãos; o propósito de jihad era, e ainda é, escravizar o Kafir, quer dizer, o 'infiel'.




Então, da próxima vez que você ouvir alguém falar sobre 'as terríveis Cruzadas', pode responder com estes fatos. 




"Você poderá dizer para a pessoa que critica as Cruzadas: 'Você realmente não sabe nada dos fatos!'".








Video: mapa estatístico da agressão do Islã





“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Polonia by Augusto César Ribeiro Vieira


(95) Vídeos de Isso é Brasil

Fico imaginando como deve ser louvor dos anjos!! Assista e veja o porque!

Posted by Ronaldo Nunes de Lima on Segunda, 24 de junho de 2013

Este vídeo é a minha singela homenagem ao policial Civil do Distrito Federal, Carlos Eugênio Silva, conhecido como Dentinho, morto em um acidente nos EUA.Aproveito para agradecer o Governo e a Polícia Americana pelo exemplo de tratamento e honrarias dispensados a um policial morto. Espero muito que o Governo Brasileiro se espelhe neles e trate esse nosso guerreiro com o devido respeito e admiração em solo Brasileiro.Temos que aprender a reverenciar principalmente o velório de quem põe a vida em risco por nós e por nossos familiares, não apenas as celebridades da TV.

Posted by Marcos Do Val on Quinta, 9 de julho de 2015