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sábado, 16 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
Auro de Moura Andrade declara vaga a Presidência 1964
Auro de Moura Andrade declara vaga a Presidência 1964
Em Brasília, no final da noite do dia 1º de abril, o presidente do Senado, Auro de Moura Andrade, decretou vaga a presidência, mesmo tendo recebido ofício do chefe da Casa Civil, Darcy Ribeiro, informando-o de que o presidente se encontrava no Rio Grande do Sul “à frente de tropas militares legalistas e no pleno exercício dos poderes constitucionais, com seu ministério”. Presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli é então empossado na presidência.O jornalista Flavio Tavares, que acompanhou a sessão tumultuada do Congresso, conta em seu livro recém-lançado 1964, o Golpe, que o senador Auro Moura Andrade conseguiu reunir no Congresso 29 senadores e 183 deputados para a sessão histórica. A posse de Ranieri ocorre no Palácio do Planalto, estando presentes, entre outros, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Álvaro Ribeiro da Costa, e o diplomata norte-americano Bob Bentley que, em 2010, revelou a Flavio sua conversa com a embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Conversa que passou pelo Rio de Janeiro e chegou a Washington. “Perguntaram-me se tudo fora feito de acordo com a lei e eu disse que não tinha condições de julgar, mas achava que sim, pois até o presidente do Supremo Tribunal Federal estava presente”. De Washington, passando pela embaixada, chegou a Bentley a informação de que os Estados Unidos reconheceriam o novo governo.Já no dia 2 de abril, os militares organizaram o Comando Supremo da Revolução, integrado por representantes da Aeronáutica (brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo), da Marinha (vice-almirante Augusto Rademaker) e do Exército (marechal Arthur da Costa e Silva). O Comando ficou no poder por duas semanas, até a posse, no dia 15 de abril, do general Humberto de Alencar Castelo Branco, aprovado pelos Estados Unidos e eleito por um Congresso depurado pelo Ato Institucional número 1, editado no dia 9 de abril de 1964, sem fundamentação jurídica ou constitucional, pela junta militar. O AI-1 instituiu a eleição indireta para presidente, deu poderes excepcionais ao Comando e ao futuro presidente, criou o IPM – Inquérito Policial Militar, para justificar as prisões, que vinham e continuariam sendo feitas, e promover a Operação Limpeza, por meio de cassações e expurgos. Entre os primeiros políticos cassados estavam João Goulart, Leonel Brizola, Miguel Arraes, Jânio Quadros e Luís Carlos Prestes.Mostrar menos6 Ver resposta
Posted by Forças Armadas e Instituições on Terça, 12 de maio de 2015
_Em Brasília, no final da noite do dia 1º de abril, o presidente do Senado, Auro de Moura Andrade, decretou vaga a presidência, mesmo tendo recebido ofício do chefe da Casa Civil, Darcy Ribeiro, informando-o de que o presidente se encontrava no Rio Grande do Sul “à frente de tropas militares legalistas e no pleno exercício dos poderes constitucionais, com seu ministério”. Presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli é então empossado na presidência.
O jornalista Flavio Tavares, que acompanhou a sessão tumultuada do Congresso, conta em seu livro recém-lançado 1964, o Golpe, que o senador Auro Moura Andrade conseguiu reunir no Congresso 29 senadores e 183 deputados para a sessão histórica. A posse de Ranieri ocorre no Palácio do Planalto, estando presentes, entre outros, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Álvaro Ribeiro da Costa, e o diplomata norte-americano Bob Bentley que, em 2010, revelou a Flavio sua conversa com a embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Conversa que passou pelo Rio de Janeiro e chegou a Washington. “Perguntaram-me se tudo fora feito de acordo com a lei e eu disse que não tinha condições de julgar, mas achava que sim, pois até o presidente do Supremo Tribunal Federal estava presente”. De Washington, passando pela embaixada, chegou a Bentley a informação de que os Estados Unidos reconheceriam o novo governo.
Já no dia 2 de abril, os militares organizaram o Comando Supremo da Revolução, integrado por representantes da Aeronáutica (brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo), da Marinha (vice-almirante Augusto Rademaker) e do Exército (marechal Arthur da Costa e Silva). O Comando ficou no poder por duas semanas, até a posse, no dia 15 de abril, do general Humberto de Alencar Castelo Branco, aprovado pelos Estados Unidos e eleito por um Congresso depurado pelo Ato Institucional número 1, editado no dia 9 de abril de 1964, sem fundamentação jurídica ou constitucional, pela junta militar. O AI-1 instituiu a eleição indireta para presidente, deu poderes excepcionais ao Comando e ao futuro presidente, criou o IPM – Inquérito Policial Militar, para justificar as prisões, que vinham e continuariam sendo feitas, e promover a Operação Limpeza, por meio de cassações e expurgos. Entre os primeiros políticos cassados estavam João Goulart, Leonel Brizola, Miguel Arraes, Jânio Quadros e Luís Carlos Prestes.
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Ver resposta — com Auro de Moura Andrade.
sábado, 2 de maio de 2015
[Novo artigo] RECUERDOS DE 64 – JORNALISTAS MUI AMIGOS…
liciomaciel posted: "Uma simples e justa Emenda Constitucional, a de nº 9 de 22 de julho de 1964, logo após o 31 de março, inverteu o apoio dos "intelectuais" brasileiros (jornalistas, professores e escritores) que PASSARAM a HOSTILIZAR os MILITARES propiciando as "minorias e"
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RECUERDOS DE 64 – JORNALISTAS MUI AMIGOS…
by liciomaciel
Uma simples e justa Emenda Constitucional, a de nº 9 de 22 de julho de 1964, logo após o 31 de março, inverteu o apoio dos "intelectuais" brasileiros (jornalistas, professores e escritores) que PASSARAM a HOSTILIZAR os MILITARES propiciando as "minorias esquerdistas" (socialista e comunistas) chegarem ao Poder.
AGORA ENTENDÍ A RAZÃO DE TUDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Está exposto, nessa informação, o "OVO DA SERPENTE" que resultou em TUDO o que está acontecendo hoje.
"Ditadura Militar", "Anos de Chumbo", "Redemocratização", Caras Pintadas" "Comissão da Verdade", Collor, Sarney, FHC, Lula e Dilma, enfim, tudo está explicado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Uma simples e justa Emenda Constitucional, a de nº 9 de 22 de julho de 1964, logo após 31 de março, inverteu o apoio dos "intelectuais" brasileiros (jornalistas, professores e escritores) que passaram a hostilizar os militares propiciando as "minorias esquerdistas" (socialista e comunistas) chegarem ao Poder.
Eita povinho sem vergonha. Agora entendí a razão de tudo.
Danilo
Art. 113 Constituição de 1934 "Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista ou professor."
Uma semana depois de assumirem o governo, os militares patrocinaram uma emenda constitucional número 9, que se tornaria o maior erro deles.
Promoveram a emenda constitucional número 9 de 22 Julho de 1964, e logo aprovada 81 dias depois, que passou a obrigar todo jornalista, escritor e professor deste país a pagar imposto de renda, algo que nenhum destes fazia desde 1934.
Este é um dos segredos mais bem guardados pelos nossos professores de história, beneficiados que eram.
A ponto de os novos militares, jornalistas, professores de história e escritores de hoje nem sabem o que ocorreu de fato.
Os militares terminaram com o Artigo 113 n 36 da Constituição de 1934 e o mesmo artigo 203 da constituição de 1946.
"Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista ou professor."
Por 30 anos foi uma farra de sonegação de impostos, algumas faculdades vendiam diplomas de jornalista "até arcebispo era jornalista." 5
Só que com esta medida os militares de 1964 antagonizaram, em menos de dois meses de poder, toda a elite intelectual deste país.
Obrigaram pela primeira vez jornalistas, escritores e professores a pagarem Imposto de Renda, a serem cidadãos responsáveis e solidários.
Antagonizaram aqueles que até hoje fazem o coração e as mentes das novas gerações.
Estes, obviamente, se revoltaram imediatamente. Afinal, "A maior parte da grande imprensa participou do movimento que derrubou o Presidente João Goulart e foi, sem dúvida, um dos vetores de divulgação do fantasma do comunismo", vide João Amado – Historiador.
"Grande parte dos jornalistas que tiveram suas crônicas coletadas para este livro, Alceu de Amoroso Lima, Antônio Callado, Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony, Edmundo Moniz, Newton Rodrigues, Otto Lara Resende, Otto Maria Carpeaux, entre outros, foram aqueles que logo se arrependeram do apoio dado ao golpe."
"Jornalistas que apoiaram o golpe de 64, antes dele fazer aniversário, já eram adversários do regime que ajudaram a instalar", continua Alzira Alves. Óbvio
"Ao perseguir figuras que nada tinham de comunistas ou subversivas, eram apenas liberais e até apoiaram o golpe, a ditadura, por assim dizer, perdia a razão."
Exigir que todos paguem Imposto de Renda não é perseguição, é justiça social.
Quem se considera superior, a ponto de não pagar imposto de renda, não é socialista muito menos comunista.
Verdadeiros comunistas são contra uma sociedade de classes, privilégios classistas, e renda mal distribuída para algumas classes.
Mas notem que Amado, professor de História, considera ter que pagar imposto de renda uma "perseguição"classista.
Antônio Calado, professor, escritor e professor escreveria:
"O Golpe foi certo, mas seus desdobramentos errados".
Calado se tornou um de seus grandes opositores, um ano depois.
Se os militares fossem de fato de direita, como jornalistas, professores de história e escritores não pararam de divulgar, eles provavelmente teriam se incluído nesta lista classista.
Os militares traíram justamente quem os haviam inicialmente apoiado.
E não há ninguém mais odiado neste país que um traidor.
Jornalistas também não pagavam imposto predial1, imposto de transmissão1, imposto complementar2, isenção em viagens de navio, transporte gratuito ou com desconto nas estradas de ferro da União, 50% de desconto no valor das passagens aéreas e nas casas de diversões. 3,4
Agora vem o pior.
Devido a estas isenções na compra de casa própria, a maioria dos jornalistas tinha pesadas dívidas, e a queda de 15% nos seus salários causou sérios problemas financeiros e familiares.
Some-se a inflação galopante que se seguiu, o baixo crescimento do PIB, e a soma disto tudo levaria uns 10 a 15 anos para jornalistas, escritores e professores recuperarem o padrão de vida que tinham antes do duro "golpe" financeiro que os militares causaram.
Não é de se espantar que passado 50 anos os militares continuam sendo perseguidos por comissões da verdade, reportagens, e tudo o mais, apesar dos militares hoje serem outros.
Foi uma desfeita e tanto.
Colocaram estas 3 classes parasitárias a nu.
Nenhum jornalista, professor ou escritor, nem mesmo os de "esquerda" escreveram ao longo dos 30 anos de privilégio, um artigo sequer contra este privilégio que desfrutavam que durou quase 30 anos.
Enquanto IPI e ICMS pagos pelas empresas servem para financiar infraestrutura, estradas, portos, etc., é justamente o imposto de renda que usamos para reduzir a pobreza, cuidar dos inválidos, pagar o Bolsa Família.
Dispensar jornalistas cegos, professores paraplégicos, escritores com deficiências mentais de pagar imposto de renda seria mais do que justificável, afinal são estes que merecem ajuda para poderem competir com jornalistas, professores e escritores de posse de tudo que é necessário para serem autossuficientes do estado.
Mas é justamente o imposto de renda que nossos intelectuais brilhantemente conseguiram burlar, e por sinal reclamam até hoje.
Em 2013, a Revista Exame da Editora Abril, comenta esta isenção da seguinte forma.
"A isenção (infelizmente) foi revogada em 1964, por meio da Emenda Constitucional nº 9 de 22 de julho de 1964." Infelizmente para quem, cara pálida?
Alberto Dines, do Observatório de Imprensa, em 2012 comenta:
"Getúlio, muito inteligentemente, atuou para melhorar o padrão social do jornalista. A legislação do Getúlio deu grandes vantagens."
Em discurso no dia do Professor na Associação do Ensino Superior, conclama:
"Os professores mais antigos devem sentir saudades dos tempos em que os professores eram realmente respeitados e valorizados, como acontecia, por exemplo, durante a vigência da Constituição Federal de 1946 artigo 203."
Por que então os militares foram tão burros, segundo Alberto Dines, de se indispor justamente com a imprensa?
Por que foram fazer esta medida logo no início, quando ainda estavam com outros problemas para resolver, ou somente 10 anos depois?
Duas possibilidades.
Uma é que este privilégio classista estava na garganta de todo militar, advogado, médico, enfermeira, bombeiro, policial, pela sua hipocrisia e pelo seu abuso onde até arcebispo estava sendo beneficiado.
A segunda hipótese, é que Castelo Branco de fato pretendia ficar 18 meses, somente até o fim de mandato de João Goulart. E queriam corrigir algumas coisas antes de saírem. Este por exemplo.
Prever o passado é um exercício fútil, mas se os militares tivessem sido mais maquiavélicos, não teríamos a reação contrária que surgiria anos depois, quando o imposto de renda de fato começou a ser cobrado.
Os poucos jornalistas de direita da época, ficaram mudos e inertes.
Os jornalistas de "esquerda" sem perda de tempo passaram a influenciar toda uma nova geração de jornalistas.
E foi esta súbita mudança de tom dos jornalistas, professores de Sociologia, História, Política e Ciências Sociais, que assustou a ala mais radical do Exército a não devolver o poder como Castelo pretendia e ficar 21 anos.
Quero deixar bem claro que não conheço nenhum militar.
Tudo aqui é fruto de pesquisa na Internet
Para os militares se redimirem e reerguerem a imagem do Exército e das Forças Armadas, seu orçamento e capacidade de combater o narcotráfico internacional e outros problemas, acho que deveriam propor a volta do artigo 203.
E desta vez, para garantir que ele nunca mais seja revogado, incluir a classe de militares, já que ética no Brasil não vale para nada.
art. 203. "Nenhum imposto gravará diretamente a profissão de escritor, jornalista, professor, militar, médico, enfermeira, bombeiro e policial."
Algo para os jovens militares, jornalistas, médicos, enfermeiras pensarem.
1 Art. 27 – Durante o prazo de quinze anos, a contar da instalação da Assembleia Constituinte, o imóvel adquirido, para sua residência, por jornalista que outro não possua, será isento do imposto de transmissão e, enquanto servir ao fim previsto neste artigo, do respectivo imposto predial.
2. LEI Nº 986, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1949.
3. Jânio de Freitas "Até a década de 60, os jornalistas gozaram do privilégio, por exemplo, de não pagar Imposto de Renda e de só pagar 50% das passagens aéreas. Uma das consequências, para citar uma de tantas, era o grotesco princípio de gratidão que proibia publicar-se o nome da companhia de avião acidentado."
4. Alberto Dines "O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro era uma agência de viagens. Era uma corrupção tremenda."
5. O Luto dos Jornalistas Em Santa Catarina, antes da regulamentação, todo mundo era "jornalista". Queriam os privilégios da isenção do Imposto de Renda e desconto de 50% nas passagens aéreas. Até o arcebispo tinha carteira de jornalista.
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
[Novo artigo] RECUERDOS DE 64: os presídios da época eram extremamente eficientes
liciomaciel posted: " Falem o que quiserem, mas os presídios da época da ditadura militar eram muito bons. Existem comprovações irrefutáveis de que recuperavam presos e deveriam servir de exemplo para o mundo. Nenhum país e nenhum modelo prisional conseguiu reabilitaçã"
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RECUERDOS DE 64: os presídios da época eram extremamente eficientes
by liciomaciel
Falem o que quiserem, mas os presídios da época
da ditadura militar eram muito bons.
Existem comprovações irrefutáveis de que
recuperavam presos e deveriam servir
de exemplo para o mundo.
Nenhum país e nenhum modelo prisional conseguiu
reabilitação igual.
Orgulho brasileiro!
ENTRARAM:
- GUERRILHEIROS,
- TORTURADORES,
- FRAUDADORES,
- LADRÕES,
- ASSASSINOS E
- SEQUESTRADORES.
E SAÍRAM:
- GOVERNADORES,
- MINISTROS,
- PREFEITOS,
- DEPUTADOS,
- SENADORES,
- VEREADORES e
- DOIS PRESIDENTES da REPÚBLICA.
**********#########***********
Eita povinho mais fdp!!!
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[Novo artigo] A CAMARILHA ESCROTA
liciomaciel posted: " Selecione o Tema A CONSTRUÇÃO DA NOVA CLASSE BRASILEIRA Aborto África Amazônia América Latina Aquecimento Global - Ambientalismo Armando Ribas BRASIL CARLOS I S AZAMBUJA CASIMIRO LOPES DE PINA COLOMBIA Comunismo CURSOS De Cuba co"
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by liciomaciel
Selecione o Tema
A CONSTRUÇÃO DA NOVA CLASSE BRASILEIRA
Aborto
África
Amazônia
América Latina
Aquecimento Global - Ambientalismo
Armando Ribas
BRASIL
CARLOS I S AZAMBUJA
CASIMIRO LOPES DE PINA
COLOMBIA
Comunismo
CURSOS
De Cuba con cariño
DESARMAMENTO
Direito
Documentos Pessoais
Drogas
Economia
Editoriais
EDUARDO MACKENSIE
Educação
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Honduras 2009
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ISLAM
ISRAEL, JUDAÍSMO, ANTISSEMITISMO
Juan Bautista Alberdi
Liberdade e Democracia
LIVROS/LITERATURA
Luis Villamarin Pulido
Medicina Geral
MILTON SIMON PIRES
MST - Via Campesina
NAZISMO
Nicarágua 2009
Notícias da Ucrânia
ONU e Comunidade Internacional
ORIENTE MÉDIO
PAPÉIS AVULSOS
PARAGUAI INDEPENDENTE
Poesia
Politicamente Incorreto
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PROGRAMAS RADIOVOX
PSICANÁLISE, PSCOLOGIA, PSIQUIATRIA
RACISMO
Religião
Revolução Cultural
Terrorismo
Tips Revolucionarios Fuerza Solidaria
UnoAmérica
VENEZUELA
ELES TENTAM DESMORALIZAR USANDO ELEMENTOS "VERMELHINHOS" INFILTRADOS NA JUSTIÇA - DEPOIS DE DIFAMAR E MENTIR COM EXTREMA ESCROTIDÃO, FICA POR ISSO MESMO...
COMO MENTIR EM NOME DE UMA FALSA VERDADE
Frutos da Comissão da Infâmia
Graça Salgueiro
Quando foi inaugurada a Comissão da Infâmia, que eles chamam "da Verdade", seus proponentes divulgaram aos quatro ventos que ela buscava tão-somente conhecer o destino dado aos terroristas considerados mortos e desaparecidos. Negou-se que a mesma tenha caráter punitivo ou que fosse julgar os militares considerados culpados por tortura, desaparecimento ou ocultação de cadáveres. Caso ficasse provada alguma culpa, os responsáveis seriam encaminhados para a justiça que tomaria as providências cabíveis. O que eles desejam mesmo, segundo suas afirmações, é "pôr um ponto final nessa história", para que os familiares dos mortos e desaparecidos possam finalmente dar uma sepultura a seus parentes.
Tudo isso pareceria muito bonito e digno se não fosse uma cínica e deslava mentira. O que eles pretendem, mesmo, é condenar os militares que combateram o terrorismo e a subversão dos anos 60 a 80 de qualquer maneira. Como não conseguiram "ainda" retirá-los da Lei de Anistia, estão buscando outros caminhos para incriminá-los e condená-los à prisão. É o que está acontecendo agora com o coronel Lício Augusto Maciel, combatente e herói da Guerrilha do Araguaia. Além de ser rotulado de "torturador" e "assassino", acrescentaram à "ficha criminal" do coronel Lício o crime de seqüestro que, segundo o Artigo 148 do Código Penal Brasileiro, prevê pena de reclusão de dois a cinco anos.
Em 2010 tentaram, pela terceira vez, incriminar o coronel Lício pela morte de Maurício Grabois, num inquérito vergonhoso e que ainda não foi concluído. Agora, o Ministério Público Federal está denunciando o coronel Lício pelo "seqüestro do guerrilheiro Divino Ferreira de Souza, conhecido como "Nunes", desaparecido em outubro de 1973, após ação do Exército de combate à guerrilha". (...) "A Procuradoria argumenta que não há provas de que Divino tenha sido morto e considera que ele está desaparecido até hoje, pois seu corpo nunca foi encontrado". Segundo publicou a Folha, o coronel Lício disse: "Entreguei ele para as autoridades no aeroporto, aí o levaram para a enfermaria. Como eu o seqüestrei? Depois de um tempo eu soube que ele tinha morrido".. Quer dizer, estão acusando-o pelo crime de "seqüestro qualificado" que, segundo processo que tramita no Senado, significa "desaparecimento forçado" e que também passará a ser incluído no rol dos crimes hediondos que são imprescritíveis e inafiançáveis. Vale a pena ler o que diz essa nova lei:
"Pelo texto que será votado na comissão, desaparecimento forçado de pessoa passa a ser definido como apreender, deter, sequestrar, arrebatar, manter em cárcere privado, impedir a livre circulação ou de qualquer outro modo privar alguém de sua liberdade, em nome de organização política, ou de grupo armado ou paramilitar, do Estado, suas instituições e agentes ou com a autorização, apoio ou aquiescência de qualquer destes, ocultando ou negando a privação de liberdade ou deixando de prestar informação sobre a condição, sorte ou paradeiro da pessoa a quem deva ser informado ou tenha o direito de sabê-lo".
Entretanto, é isto o que diz (e afirma até hoje) o coronel Lício em seu livro "Guerrilha do Araguaia - relato de um combatente", às páginas 95 e 96:
"Terminado o tiroteio, silêncio na mata, estavam mortos: 'Zé Calos' (André Grabois), 'Alfredo' (Antonio Alfredo Lima), e 'Zebão' (José Gualberto Calatroni), todos identificados pelo único sobrevivente, o 'Nunes' (Divino Ferreira de Souza), que estava muito ferido, com um projétil que lhe atravessou o corpo transversalmente, entrando no quadril de um lado e saindo na axila do outro lado, quase arrancando-lhe o braço. Mas foi ele quem deu os nomes dos mortos e a importância do grupo, embora falando com muita dificuldade".
"Conforme combinado via rádio, os mortos e feridos e todo o material deveriam ser transportados para o sitio da Oneide e entregues ao pessoal do PIC (Pelotão de Investigações Criminais) para a devida identificação". (...) "O pessoal do PIC ficou com um helicóptero e voltamos no outro, levando o Nunes para os primeiros socorros em Marabá. Devido à gravidade dos ferimentos, ninguém acreditava que ele se recuperasse. Dias depois, soube que ele morreu".
A denúncia contra o coronel Lício Maciel corre na 2ª Vara Federal de Marabá, mas o Ministério Público já afirmou que continuará as investigações e que pode abrir novas ações penais contra os combatentes daquela época. O coronel Lício cumpria missão institucional e os mortos na guerrilha do Araguaia não estavam ali fazendo acampamento ou trilha: estavam ali armados com armas de fogo e, no confronto em questão, iniciaram o tiroteio. Houve um COMBATE e não "assassinatos" ou seqüestros. O coronel Lício entregou "Nunes" ferido para ser tratado e dele não mais teve notícia porque sua missão era combater nas selvas.
Por que então essa perseguição implacável contra alguém que cumpriu brilhantemente seu dever como militar? Quem entra num confronto armado sabe que está ali para matar ou morrer. Não havia anjos inocentes mas guerrilheiros armados e dispostos a eliminar os militares que se opunham aos seus planos. A tal "comissão da verdade" não reclama os militares que foram mortos nesse mesmo confronto porque o objetivo nem é fazer justiça, nem muito menos revelar a verdade dos fatos ocorridos durante aquele triste período da nossa história pátria mas destruir por completo, primeiro moralmente e depois fisicamente, condenando e encarcerando aqueles que impediram que o Brasil se transformasse em mais um satélite russo como tanto sonhou Fidel Castro.
E a derrota moral já foi feita quando se colocou José Genoíno, cognome terrorista "Geraldo", representante do Ministério da Defesa como parte que supostamente defenderá os militares. Alguém acredita que quando foram investigar os fatos da Guerrilha do Araguaia "Geraldo" vai ficar do lado dos seu captores, o coronel Lício e sua equipe do CIE ou do lado dos seus camaradas? Se se pretende mesmo falar a verdade, "Geraldo" vai contar o que de fato ocorreu quando foi preso, ou vai seguir com a mentira de que foi "barbaramente torturado" e que por isso delatou seus companheiros?
Como se pode depreender desse novo processo contra o coronel Lício Maciel, os militares já estão sendo julgados antes mesmo de se ter investigado o que de fato ocorreu naquela época, o que demonstra cabalmente a mentira sórdida de que essa comissão busca a verdade. Ela está é inaugurando no Brasil os Tribunais Revolucionários criados por Stalin e que vigoram até hoje em Cuba e nos países onde os terroristas hoje estão no poder. E esta farsa hedionda tem que ser denunciada!
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terça-feira, 31 de março de 2015
quarta-feira, 16 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
[Novo artigo] HOJE, ESTÁ MAIS QUE VISTO: NÃO FOSSEM OS MILITARES , SERÍAMOS UMA CUBA CONTINENTAL
liciomaciel posted: " "Hoje, está mais que visto: não fossem os militares, estaríamos vivendo sob regime comunista. Com a queda do Brasil, não seria fácil de imaginar o Chile e Argentina, que já vinham sendo infiltrados pelos comunistas, sob o jugo de Moscou. Não seria tamb"
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HOJE, ESTÁ MAIS QUE VISTO: NÃO FOSSEM OS MILITARES , SERÍAMOS UMA CUBA CONTINENTAL
by liciomaciel
"Hoje, está mais que visto: não fossem os militares, estaríamos vivendo sob regime comunista. Com a queda do Brasil, não seria fácil de imaginar o Chile e Argentina, que já vinham sendo infiltrados pelos comunistas, sob o jugo de Moscou. Não seria também de duvidar que, com o continente latino-americano subjugado, o regime soviético tivesse mais alento e inclusive sobrevivesse mais algumas décadas. Não é demais afirmar que, sem a atitude dos militares em 64, o horror talvez tivesse dobrado a esquina do século." - Janer Cristaldo (texto completo publicado no mujahdin).
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“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”
- O comunismo, princípio de empobrecimento
7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»
PAPA LEÃO XIII
15 de Maio de 1891
Fico imaginando como deve ser louvor dos anjos!! Assista e veja o porque!
Posted by Ronaldo Nunes de Lima on Segunda, 24 de junho de 2013
Este vídeo é a minha singela homenagem ao policial Civil do Distrito Federal, Carlos Eugênio Silva, conhecido como Dentinho, morto em um acidente nos EUA.Aproveito para agradecer o Governo e a Polícia Americana pelo exemplo de tratamento e honrarias dispensados a um policial morto. Espero muito que o Governo Brasileiro se espelhe neles e trate esse nosso guerreiro com o devido respeito e admiração em solo Brasileiro.Temos que aprender a reverenciar principalmente o velório de quem põe a vida em risco por nós e por nossos familiares, não apenas as celebridades da TV.
Posted by Marcos Do Val on Quinta, 9 de julho de 2015































