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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Leituras do dia

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Evangelho segundo S. João 6,1-15.

Posted: 12 Apr 2018 08:00 PM PDT

Naquele tempo, Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia, ou de Tiberíades.Seguia-O numerosa multidão, por ver os milagres que Ele realizava nos doentes.
Jesus subiu a um monte e sentou-Se aí com os seus discípulos.
Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.
Erguendo os olhos e vendo que uma grande multidão vinha ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: «Onde havemos de comprar pão para lhes dar de comer?».
Dizia isto para o experimentar, pois Ele bem sabia o que ia fazer.
Respondeu-Lhe Filipe: «Duzentos denários de pão não chegam para dar um bocadinho a cada um».
Disse-Lhe um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro:
«Está aqui um rapazito que tem cinco pães de cevada e dois peixes. Mas que é isso para tanta gente?».
Jesus respondeu: «Mandai-os sentar». Havia muita erva naquele lugar, e os homens sentaram-se em número de uns cinco mil.
Então, Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, fazendo o mesmo com os peixes; e comeram quanto quiseram.
Quando ficaram saciados, Jesus disse aos discípulos: «Recolhei os bocados que sobraram, para que nada se perca».
Recolheram-nos e encheram doze cestos com os bocados dos cinco pães de cevada que sobraram aos que tinham comido.
Quando viram o milagre que Jesus fizera, aqueles homens começaram a dizer: «Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo».
Mas Jesus, sabendo que viriam buscá-l’O para O fazerem rei, retirou-Se novamente, sozinho, para o monte.


Livros recomendados

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Alerta Total

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Delação de Palocci e e-mails de Odebrecht arrasam Lula

Posted: 12 Apr 2018 03:00 AM PDT



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A criminosa Petelândia quer nos assassinar de rir. A senadora e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, lidera o movimento demagógico junto com 36 parlamentares da legenda, para a troca da identidade parlamentar. Todos querem incluir Lula no meio de suas denominações. Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Congresso e do Senado, Eunício Oliveira, precisam autorizar tamanha babaquice. Botar Lula entre o nome e o sobrenome é um protesto idiota contra a prisão justíssima do ex-Presidente.

Enquanto a petralhândia se desmoraliza ainda mais, a caríssima defesa de Lula alopra com duas ofensivas que devem piorar a situação judicial do ex-Presidente. A primeira é a delação premiada que o ex-petista e ex-amigo de Lula, Antônio Palocci Filho, negocia com a Polícia Federal. Palocci ameaça contar tudo que sabe e um pouco mais. O Supremo Tribunal Federal decide, nesta quinta-feira, se Palocci tem direito a ganhar um Habeas Corpus de Ofício, mesmo já condenado a 12 anos e dois meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A segunda é o conteúdo de milhares de e-mails trocados por Marcelo Odebrecht com os membros do Mecanismo Criminoso. Em "prisão domiciliar", Marcelo comprova que Lula não só sabia de todas as falcatruas, como também liderava os esquemas corruptos. Marcelo deu até uma ironizada, de leve, no defensor do $talinácio: "Eu já devo ter encaminhado mais de 3 mil e-mails. É melhor que a defesa de Lula fique com os e-mails, porque quanto mais eu vou, mais complica a defesa dele"...

As correspondências eletrônicas foram mais um motivo de um barraco judicial entre o advogado Cristiano Zanin e o juiz Sérgio Moro, na audiência convocada pela defesa de Lula com Marcelo Odebrecht. Os defensores de Lula se ferraram mais uma vez, já que Moro liberou amplo acesso não só dos e-mails como também de todo o conteúdo do disco rígido (HD) do computador de Marcelo. Gratuita e burramente, a defesa de Lula conseguiu legitimar provas contra ela mesma.

Lula também é motivo de discordância entre o Sindicato dos Delegados da Polícia Federal no Paraná e a Federação Nacional dos Policiais Federais. O sindicato ameaça recorrer ao judiciário para pedir a transferência de Lula da sede da Superintendência em Curitiba. A entidade alega prejuízos ao trabalho dos delegados e também a quem precisa dos serviços prestados pela PF. Já a Federação considera inviável transferir Lula para outra unidade, inclusive militar. A Federação também adverte para o aumento da possibilidade de confrontos entre apoiadores e pessoas contrárias ao político. Moro não quer se pronunciar sobre a polêmica, que agora é responsabilidade da juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Criminal.

Polêmicas à parte, as revelações de Palocci e Odebrecht, com provas objetivas, têm tudo para arrasar com o companheiro $talinácio. #LulaLivre parece um desejo cada vez mais distante e impossível para a petelândia... #LulaPresidente é missão impossível.  

A vingança é uma cachaça que se toma fervendo, na temperatura ambiente do inferno. Lula, em fase abstenção forçada pela cana judicial deve saber disto...

Três Neurônios rides again


Com Hilton Kutscka e Pedro Chaves... Onde eu fui parar?  









Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 12 de Abril de 2018.

RATOS

Posted: 12 Apr 2018 02:57 AM PDT


"País Canalha é o que não paga precatórios"

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nossos ratos não temem gatos ! Vivem com o Cão egresso que os protege contra qualquer perigo.

Uma bela parábola é tema do livro da escritora francesa Fred Vargas: "Fuja logo e demore para voltar" ISBN: 9788535904840 , Companhia das Letras.

Lidera o movimento de defesa de Cesare Battisti.Vejam:

"O senador Eduardo Suplicy (PT/SP) leu em Plenário carta que a escritora francesa Fred Vargas encaminhou ao ministro Cezar Peluso, do Supremo Tribunal Federal, relator do processo de extradição, a pedido do governo italiano, de Cesare Battisti, ex-integrante de um dos braços das Brigadas Vermelhas. A escritora vem lutando para que o STF confirme a decisão do ministro da Justiça brasileiro, Tarso Genro, que concedeu status de refugiado político a Battisti". http://www.migalhas.com.br/Quentes/?p=938

Nossa opinião é de que estamos ameaçados por uma nova peste negra: a globalização.

Como num caleidoscópio, o cenário mudou totalmente. Hoje quem está na gaiola foi o "salvador" de ontem.

Ainda bem que temos a felina; se soltar e proteger os gatos, Miau!

A canalha verá que a indignação popular não é fogo de palha.

Os estudiosos do "Apocalipse de São João" acham que o final dos tempos está próximo.

O Mal não conseguiu dominar a Humanidade em razão do obstáculo: a Igreja Católica Apostólica Romana.

No livro "Joana Tabor 666" do argentino Hugo Wast" (edição argentina Libreria Cordoba, 2.007,ISBN 978-987-1162-10-9; edição espanhola (com o título de apenas "666") Bibliotheca Homo Legens, 2.005, ISBN 978-84-934595-2-9) está perfeitamente explicada a situação atual do mundo.

O Papa Francisco, antes de jesuíta (ou comunista), é argentino.

Veneno de cobra se combate com veneno de cobra. Quem viver verá.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Hecatombe Legal

Posted: 12 Apr 2018 02:55 AM PDT


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Henrique Abrão e Laércio Laurelli

O Brasil vive um dos seus mais complexos e delicados momentos de total pressão sobre o Supremo Tribunal Federal, num verdadeiro tour de force, entre o legal e o corretamente adequado. Nessa conjuntura uma verdadeira hecatombe legal se define a partir do momento em que tudo
se transformar no constitucional dentro do juridiques.

E mais temos a sincera impressão da coisa não julgada. As pessoas e as instituições falam demais e pouco ou nada resolvem, dando a sensação de suprema impunidade. Vejamos um detalhe: se o STF assegura foro privilegiado para milhares de ocupantes de cargos e funções públicas, uma condenação obedece à única instância e jurisdição, e portanto não haveria duplo grau sendo imediatamente presa a pessoa condenada.

Ficamos na divagação da presunção de inocência a qual cede terreno quando há materialidade e autoria. É preocupante o estado de alerta e o garantismo. Em Nações desenvolvidas as investigações adentram escritórios de advogados do Presidente da República (EUA) e na Coréia do Sul a ex presidente é rapidamente condenada a 24 anos de cadeia e é algemada. Enfim, a normalidade democrática acontece.

Estamos caminhando para um estado de anomalia tentando colocar no banco dos réus delegados, promotores e juízes com julgamentos deletérios e ofensivos,não estão sendo imparciais ou de uma neutralidade que se nos
afigure com total isenção de ânimo. A ferrenha luta que se desenrola será tanto maior quanto mais privilegiados perderem o foro por motivo eleitoral, e assim a justiça suprema delegará suas atividades para as instâncias inferiores.

A sociedade quer uma resposta à impunidade não poderá triunfar até quando a instabilidade nos atemorizará a ponto de termos um terremoto na economia a cada dia e a representatividade está morta e enterrada. Quando consultamos as listas de candidatos aos cargos das próximas eleições são os mesmos personagens com um pouco de botox e muita plástica para fingirem que são mocinhos de boas intenções, quando arrancam do contribuinte o dinheiro público para suas campanhas e depois de eleitos nem sabem com quem e do que falam.

Lamentável a constituição que nos deixou órfãos em 1988 e ao completar 30 anos foi mais emendada do que ruas esburacadas da capital na qual são elevados os tributos mas nenhuma contraprestação dos serviços. Em razão destes fatos e por tantos outros que muitos brasileiros estão desistindo do Brasil e se transferindo para Europa, EUA e tantas Nações as quais não abrigam polemicas de jabuticaba,concedendo regalias e privilégios, inclusive auxilio reclusão, numa patologia processual inexcedível.

Falam desabridamente do amplo contraditório e do devido processo legal,mas recebem milhões derivados dos ilícitos a titulo de honorários advocatícios e quando se deparam com valores irrisórios para auxílios logo desabrocham em impropérios e o governo há anos não concede o reajuste pela inflação. A tabela do imposto de renda sempre defasada,os preços públicos em alta,planos de saúde explodindo,e conseguem o milagre de artificialmente afirmarem que nossa inflação é baixa e está sob controle,só se for dos grupos econômicos e dos  grandes conglomerados.

O principal problema do Brasil é que desde o processo colonizatório até hoje não fomos capazes de formar sociedade, e sim um amontoado de pessoas cada um para si, em busca de projeção e vantagens pessoais. Os espetáculos teatralizados pela TV Justiça não acontecem em qualquer lugar do planeta, com bate boca e sugestões as quais comprometem o bom senso e nos tornam terceiro mundo.

Disparadamente o judiciário assumiu as rédeas da governabilidade, mas não dispõe de meios ou de instrumentos para se por no lugar do executivo enfraquecido e do legislativo sempre parado e em recesso, quando em ambos a corrupção se abate e as lideranças se aniquilam. O Brasil de hoje está se desintegrando pela radicalização e falta de maturidade e aquele de amanhã não podemos prever.

Alguns pensam inadvertidamente que as eleições pacificaram a sociedade, mas ledo engano a esquerda e a direita não podem levar o Brasil para o fundo do poço. Necessitamos de candidatos que estejam centrados no País e não em interesses de grupos ou golpes de urnas eletrônicas para no dia seguinte aquinhoar seus amigos.

Mudemos a Constituição, refundando o Estado brasileiro, criando um sistema tributário racional e de justiça lógicos, pois que a sociedade está nos derradeiros limites. Sem pressão nas instituições, a nossa democracia corre o sério risco de ser um regime anárquico e de intolerâncias constantes.  

Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Biblia Catolica News

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9 coisas que afastam as pessoas da Igreja, segundo um padre desanimado

Posted: 11 Apr 2018 01:57 PM PDT

de Thoranin Nokyoo, pt.aleteia.org
11 de Abril de 2018 09:27

Um sacerdote fez uma lista das coisas que não funcionam na Igreja; o livro dele virou best-seller na Alemanha

"Depois de 30 anos de serviço, deixo minha atividade como pároco e meu serviço ativo na diocese de Münster. Pedi demissão e abandonei o campo que configurou, durante décadas, meus dias, minha vida, minha pessoa".

O padre Thomas Frings foi pároco da cidade de Münster, Alemanha. Agora, decidiu deixar a paróquia e passar um tempo de reflexão em um mosteiro. Está desanimado pelo que considera um "esforço inútil" de uma "pastoral esclerosada e inadequada".

Depois de sua decisão, escreveu o texto Correcciones de ruta! ("Correções de rota!"), que divulgou entre os fiéis, e o livro "Così non posso più fare il parroco", que esclarece os motivos de sua decisão. O livro está entre os mais vendidos da Alemanha.

Padre Thomas faz uma lista de coisas que não funcionam na Igreja alemã, mas que podem se referir a qualquer outra Igreja do mundo. São problemas que afastam as pessoas e enfraquecem a instituição eclesiástica, deixando-a estranha aos olhos de muitas pessoas:

1) O erro de dessacralizar as igrejas

O sacerdote acredita que é um grande erro dessacralizar lugares de cultos históricos aos quais as comunidades se sentem vinculadas.

"Elas são pontos de referência e lugares de memória, não se pode subvalorizar as igrejas, nem no campo, nem na cidade" – adverte o padre em seu livro. "Por exemplo, na ilha de Mull, na Escócia, há uma aldeia de pescadores encantadora que tem três igrejas. A primeira se transformou em um restaurante, a segunda, em supermercado que vende pizza e papel higiênico. Somente a terceira continua sendo a casa de Deus, embora fique fechada de segunda a sábado", diz o padre.

"Quantas igrejas teremos que dessacralizar para chegar o momento em que as pessoas já não relacionem mais o edifício com a imagem da casa de Deus?", provoca o sacerdote.

2) Poucas vocações, muita confusão

Segundo Thomas Frings, uma das figuras que gera mais desconfiança é a do seminarista. Ser sacerdote parece o mesmo que pertencer a empresa complicada, quase titânica. Seja pelos vínculos tão duros, como o celibato e a promessa de obediência, seja porque não é fácil definir o próprio futuro num contexto em que há falta de sacerdotes e de fé.

"Em 1980, comecei a estudar Teologia. Em Münster, éramos 40 seminaristas naquele semestre. Éramos somente a metade em relação a 25 anos atrás. Mas as perspectivas eram boas: 3 postos de capelão em 4 anos, depois pároco. Nas estruturas da época, era algo factível. Quem começa hoje a estudar Teologia, provavelmente já não encontrará esse caminho. Há 30 anos, a estima por esta vocação ainda era muito alta. Não se escolhia ser padre por isso – ao menos normalmente. Mas a perda de consideração certamente não ajuda a estar motivado para isso. (…) Não somos uma empresa. Mas alguém aconselharia um jovem a fazer parte de uma companhia com estas perspectivas e com celibato e promessa de obediência?", pergunta o padre.

3) Chega de discussões inférteis nos conselhos paroquiais

Outro erro que deixa a Igreja pouco atrativa são as discussões que frequentemente se repetem nos órgãos paroquiais.

"Que impressão teria um não crente ou uma pessoa de outra religião que participasse das discussões dos conselhos paroquiais, em que são negociados os lugares e horários de nossas celebrações? Quando se negocia meia hora antes ou mais tarde para que dê tempo de fazermos o trabalho no jardim, dormir até mais tarde ou assistir a uma partida de futebol? Quando se falam de costumes e comidas, ao invés de discutir o significado da morte e ressurreição de Jesus? (…) Como podem brotar da Missa a luz e a alegria, esperança e convicção, quando ela já não é tão importante quanto um café da manhã mais tarde ou um jogo entre o Colonia e o Bayern de Munich?", pergunta-se o padre.

4) Mudar sim, mas sem ferir sentimentos

Uma reflexão que o sacerdote alemão repete frequentemente em seu livro é que, hoje, muitos padres não entendem o contexto em que se encontram. Com isso, a distância com os fiéis aumenta.

"Às vezes, participo de celebrações litúrgicas e, ao final delas, me pergunto se eu continuaria indo àquela igreja. Ao final da Missa, me sinto verdadeiramente 'despedido', no sentido literal da palavra. Às vezes, mesmo como fiel, saio da celebração eucarística e não sei se deveria me sentir zangado, triste ou até afetado. Nem sempre isso depende do celebrante ou da homilia; geralmente depende do quadro em seu conjunto. Se, por exemplo, querem mudar os costumes e tradições, antes de fazer isso é preciso levar em conta a sensibilidade dos fiéis. (…) Um companheiro contou, visivelmente emocionado, que lhe fizeram uma amável advertência depois de sua primeira Missa na paróquia. Um homem se aproximou dele e disse: 'Padre, em nossa paróquia é preciso distribuir a comunhão mais devagar. Nós levamos muito tempo para comungar'. A advertência e sua formulação diziam muito da atmosfera que reinava na celebração eucarística e na relação existente entre as pessoas da comunidade. Além disso, aquela advertência caiu em um terreno disposto a recebê-la", esclarece o Padre Thomas.

5) A promessa batismal não cumprida

"Prometemos educar nosso filho na fé". Quem já participou de um batizado conhece esta frase. E muitos já a pronunciaram, de forma mais ou menos consciente.

Hoje, a crise da fé, sobretudo entre os mais jovens, deve-se muito à distância das famílias em relação à Igreja, que se recuaram da promessa feita no batismo.

"Encontrei-me, certa vez, com um casal que tinha deixado a Igreja e queria batizar o filho somente para que ele pudesse frequentar, depois, uma escola diocesana. Eu não batizei a criança. Mas os pais encontraram outro padre que, talvez, tenha tido outras boas razões para fazer o batismo", lamenta o padre.

O sacerdote pensa que uma solução poderia ser a "introdução de um catecumenato mais longo" para pais, padrinhos e madrinhas dos batizandos. "Seria, provavelmente, um caminho, mas só funcionará se todas as paróquias seguirem-no".

6) Primeira Comunhão? Um show!

Sobre os problemas da cerimônia da Primeira Comunhão, Padre Thomas pega pesado. Hoje, é cada vez mais difícil transmitir às crianças a importância do primeiro "encontro" com o corpo de Cristo.

"Reina em todas as partes um grande nervosismo. O salão é arejado, limpo e enfeitado. Os bancos são reservados e o programa com o desenvolvimento da cerimônia é impresso. Várias bandeirinhas são colocadas no caminho da entrada e na fachada da igreja. Depois, chegam eles, os pequenos protagonistas, por quem se gastam tanto tempo e dinheiro. Eles vão vestidos como se fossem a um antigo e prestigioso Gran Hotel, com roupas e adornos de pequenos adultos", diz um trecho do livro.

À luz dessas experiências, o Padre Thomas propõe outro modelo de preparação para a comunhão: em uma hora as crianças receberiam a explicação sobre a celebração eucarística, em outra momento ensaiariam a celebração e, no domingo, elas já participariam da celebração. No final, todos seriam convidados a seguir a catequese como preparação posterior (não anterior, como acontece hoje), em forma de grupos, com reuniões e participação na Eucaristia do domingo.

7) Compreensão e ajuda aos casais

O casamento pode ser o momento em que os noivos voltam a encontrar a fé. E para que comecem a viver uma nova vida cristã depois de um período de distanciamento espiritual.

Mas os padres, geralmente, não dão aos noivos a oportunidade de conhecer a fundo o valor do que eles vão celebrar. Para fazer isso, é preciso compreender a história dos que vão receber o sacramento.

"Um dia, veio até mim um jovem casal que havia redescoberto a fé. Eles me contaram isso e também disseram que os membros de suas famílias poderiam participar do casamento, mas não de uma celebração eucarística. Para o casal, era muito importante que a Comunhão fosse dada a todos, mas seus convidados não saberiam o que fazer com ela. No entanto, eles não queriam renunciar à Eucaristia. Por outro lado, não poderiam excluir o resto da família da celebração. A solução foi simples. O matrimônio foi celebrado com a Liturgia da Palavra e, depois, os recém-casados receberam a comunhão em uma Missa, mais tarde", exemplificou o autor.

8) Mau exemplo

O mau exemplo que os responsáveis pelas instituições dão no que diz respeito ao estilo de vida e à ostentação afasta as pessoas da Igreja. Escreve o Padre Thomas: "antes de administrar o sacramento da confirmação, um bispo quis dialogar em tom amistoso com os confirmandos. Ele pediu para que os crismandos perguntassem tudo o que eles queriam saber sobre um bispo. Ele lhes disse: 'Sou um de vocês, podem perguntar tudo'. Então, um deles respondeu: 'Senhor bispo, enquanto o senhor se vestir assim e andar nesse carro com motorista, o senhor não será um de nós'".

9) Um verdadeiro "centro de serviços" para os fiéis e para os demais

"Se eu vejo a igreja como algo que tenho na minha frente, então posso desejar algo dela, exatamente como o cliente em um restaurante, onde ele é rei", explica o padre alemão.

"Pode-se argumentar que, na Igreja, fala-se com amor às pessoas e que elas não podem vir com exigências. Efetivamente, isso não deveria acontecer nunca em relação aos sacramentos, mas entre os dois extremos – o pedido e a exigência – há um caminho longo. E quem se aproxima deveria ser bem-vindo", conclui Thomas Frings.


Livros recomendados

A InvejaMissal Romano Quotidiano – 1963 (Latim – Português)Gratia Plena

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Leituras do dia

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Evangelho segundo S. João 3,31-36.

Posted: 11 Apr 2018 08:00 PM PDT

«Aquele que vem do alto está acima de todos; quem é da terra, à terra pertence e da terra fala.Aquele que vem do Céu dá testemunho do que viu e ouviu; mas ninguém recebe o seu testemunho.
Quem recebe o seu testemunho confirma que Deus é verdadeiro.
De facto, Aquele que Deus enviou diz palavras de Deus, porque Deus dá o Espírito sem medida.
O Pai ama o Filho e entregou tudo nas suas mãos.
Quem acredita no Filho tem a vida eterna. Quem se recusa a acreditar no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele».


Livros recomendados

O Estado ServilO Coração de CristoA Paixão de Cristo Segundo o Cirurgião

Alerta Total

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Lula gostaria de ficar preso em unidade da Marinha

Posted: 11 Apr 2018 04:06 AM PDT



Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O PT é mesmo um partido que, se não pratica o crime, faz apologia dele. Mesmo sabendo que o pedido da candidatura presidencial do presidiário Lula será negado pelo Tribunal Superior Eleitoral, a direção do partido resolveu que ele, livre ou solto, fará pré-campanha até 15 de agosto – data limite para registro de candidaturas. Lula é fake. Fernando Haddad deve ser o cabra marcado para perder.

Na verdade, a prioridade petista será a campanha: #LulaLivre! O objetivo seria quase impossível, não fosse o Brasil o País da impunidade ampla, geral e irrestrita. Os caríssimos advogados de Lula entraram com o último recurso, em segunda instância, contra a condenação no caso triplex: os embargos dos embargos no ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Uma nova derrota é previsível. A defesa de Lula joga para a galera dele.

A próxima armação é tentar que Lula seja transferido para uma unidade militar, preferencialmente da Marinha, bem distante de tudo e de todos, onde seria improvisada outra sala especial, mais confortável, para abrigar preso tão ilustre. O pedido pode ser aceito, já que a presença de Lula na salinha de 15 metros quadrados na Superintendência da Polícia Federal na República de Curitiba causa grande confusão e risco de conflito entre opositores e fanáticos seguidores do $talinácio da Silva. Só falta entrar com um pedido de "habeas copus", porque a crise de abstinência não deve estar fácil para quem prefere uma água "mineiral" em vez da simples mineral...

Alvo de uma inédita ação movida pelo desembargador aposentado Laércio Laurelli, pelo advogado Luís Carlos Crema e pelo jurista Modesto Carvalhosa, o ministro Marco Aurélio de Mello suspendeu por cinco dias a liminar que poderia livrar da cadeia condenados em segunda instância – incluindo Lula. O ministro tinha embarcado na armação do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o famoso Kakay, que usou o partido PEN (atual Patriotas) para mover uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC) com a tese furada de que a prisão só pode ocorrer após esgotados os recursos em todas as instâncias do Judiciário.

Kakay queria fazer a alegria dos vários clientes que defende na Lava Jato. Acabou destituído ontem pelo Patriotas. A ação fora movida por ele em maio de 2016. Em outubro daquele ano, o STF indeferiu uma liminar do PEN, mantendo a decisão da prisão após esgotados os recursos em órgão colegiado da segunda instância judicial. Agora, o ministro Marco Aurélio, providencialmente, tentou recolocar a apreciação do caso na pauta do Supremo. Certamente, foi apenas uma coincidência com a proximidade da votação do habeas corpus e decretação de começo de cumprimento da pena de Lula...

O Patriotas foi o partido que quase conseguiu armar uma arapuca para o presidenciável Jair Bolsonaro. Ele quase se filiou ao partido para disputar a corrida maluca ao Palácio do Planalto em 2018. Nos bastidores, já estava armado um golpe baixo contra o pré-candidato. No momento derradeiro do registro de candidatura, o Patriotas faria uma convenção e decidiria se aliar a outro bloco de partidos. Bolsonaro ficaria sem legenda. Armação percebida, Bolsonaro se filiou ao PSL que aceitou dividir poder com a família do deputado federal.

As armações ilimitadas para libertar Lula continuam fortíssimas. O ministro Gilmar Mendes recebeu (em mãos para decidir) um habeas corpus coletivo, de um grupo de advogados do Ceará, que requer a liberdade de todos os que se encontrem presos com condenação em segunda instância. Na tarde desta quarta-feira, às 16 horas, o Senado receberá uma outra ação movida pelos advogados Laércio Laurelli, Luís Carlos Crema e Modesto Carvalhosa pedindo o impeachment de Gilmar Mendes.   

Ontem, a segunda turma do STF deu mais uma moleza para os condenados na Lava Jato. Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli (com voto vencido de Edson Fachin) ordenaram a transferência de Serginho Cabral Filho co cárcere curitibano para um presídio no Rio de Janeiro – de onde o ex-governador havia sido acusado de usar e abusar de mordomias. É mais um golaço contra a Justiça. Viva Cabral, craque na roubalheira pública...

E assim vamos em frente, aguardando os próximos capítulos da novela Justiça, populismo judiciário ou impunidade – sucesso em Bruzundanga.

E sejamos humanitários: habeas copos para o onesto Lula! Cana nele! Em todos os sentidos... Muito embora #LulaLivre seja um bom nome para batizar um goró, mistura de cachaça vagabunda com suco de impunidade, sem o gelo curitibano... 

Mala perdida


Dilma não sabe onde pôs a mala e governou o Brasil. Continua a mesma.











Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva. Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. 
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. Nada custa um aviso sobre a livre publicação, para nosso simples conhecimento.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 11 de Abril de 2018.

SALVCQUEMPUDER!

Posted: 11 Apr 2018 03:56 AM PDT


"País Canalha é o que não paga precatórios"

 Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Está na moda criar abreviações para tudo.

Marcas de produtos, nomes de lojas, etc.

Até nos insultos a moda pegou: VTNC, PQP, FDP,...

Propor-nos-emos a criar novidades até em sua apresentação gráfica.

"Os +++ pqnos b
b os +++ grandes"
(Os mais pequenos obedecem os mais grandes).

Após confiscar a poupança de todos, o tarado da vez teria dito:

" 6tinha $, agora 6tão fddos !"

Dona Onça também entrou na dança: PQD, Coter, EME, EB.

Até quando a felina vai permitir que um bando de arruaceiros intimidem moradores de CUTBA ?

Se os inconformados com a perda das "boquinhas" nos ameaçam com guerra civil é porque já chegaram à zona do desespero.

Daqui pra frente é: "Salve-se quem puder !"

Padres vagabundos (e outras vagabundas) tomarão ineludíveis pés nas rimas.

Vão chorar pro bispo (de preferência o de Roma).

O cara é argentino ! Conhece como ninguém todo tipo de putada: piqueteros, la camporistas, cafiolos, milongueiros, etc. Em seu país natal discute-se agora, a liberação do aborto. Eles são "bonzinhos"; má é felina albiceleste que não os devorou a todos. A derrota nas Malvinas custou-lhe o desprezo e a execração pública.

Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

Judiciário só tem duas instâncias

Posted: 11 Apr 2018 03:53 AM PDT



Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Acyr Bernardes

DISCUTE-SE A REGRA CONSTITUCIONAL DO ARTIGO 5º, INCISO LVII:

"NINGUÉM SERÁ CONSIDERADO CULPADO ATÉ O TRÂSITO EM JULGADO DE SENTENÇA PENAL CONDENATÓRIA"

A distribuição da Justiça se dá com a aplicação do Direito aos fatos e provas do processo (conjunto probatório).

Da mihi factum, dabo tibi jus = dá-me os fatos, e dar-te-ei o Direito.

Os fatos do processo são colhidos na fase investigatória do inquérito e/ou da instrução processual, já em fase de desenvolvimento na esfera judicial.

Uma vez consolidados os fatos e as provas, com o final da fase instrutória, o processo fica disponível às partes e eventuais terceiros interessados, para cada um a seu modo, e no seu interesse, se debruçarem sobre o conjunto probatório e o direito que a eles deva ser aplicado, e para exporem suas ponderações e proporem a solução a ser dada à questão.

 Posto assim, pode-se considerar como ponto pacificado, que o juiz que preside o processo tem, ante si, os fatos e as provas trazidos, ou melhor, levados para os autos do processo pelas partes e, por vezes, pelo próprio juiz em decorrência de diligência de sua própria iniciativa = de ofício, e serão revolvidos, esmiuçados, decompostos, analisados e avaliados pelas partes.

A tanto se diz que o processo chegou ao seu apogeu na coleta de todos os elementos necessários à formação do convencimento do Juiz para o proferimento da Decisão final, que irá esgotar a instância de sua atuação.

Lançada a Decisão dessa 1ª instância, na hipótese de condenação do réu, caberá a ele a faculdade de recorrer à instância revisora, ou seja, à 2ª instância, à qual é devolvida toda a matéria contida e apreciada na instância recorrida, o que significa que o Tribunal de 2ª instância, ante as razões e contrarrazões do (s) recurso (s) , irá esquadrinhar os fatos, as provas e a própria sentença, evidentemente, e, em consideração a isso, irá decidir se sobre toda essa situação fática, o juiz ad quem (de 1ª instância), bem aplicou o direito ao condenar o réu, por sua sentença.

Uma vez confirmada a sentença condenatória, os fatos do processo, o conjunto probatório e o direito disposto em decorrência deles, estão, definitivamente, consolidados, consubstanciados e imutáveis na sustentação do direito declinado em razão deles pela instância revisora.

Ou seja, as instâncias se encontram esgotadas, exauridas; não existem outras instâncias revisoras de mérito.

Os Tribunais Superiores, (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal), não se constituem em instâncias; não lhes é permitido o reexame de fatos e provas e, sequer do Direito a eles aplicado.

Uma vez confirmada a sentença condenatória, os fatos do processo e o direito disposto em decorrência deles estão, definitivamente, consolidados.

Ou seja, as instâncias se encontram esgotadas, exauridas; não existem outras instâncias.

Os Tribunais Superiores, (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal), não se constituem em instâncias revisoras de conjunto probatório e do direito a ele aplicado; não lhes é permitido o reexame de fatos e provas e, sequer do Direito.

No Dicionário Jurídico Piragibe – 2ª ed. lê-se a respeito do Recurso Especial (STJ):

"Recurso de natureza política, criado pela Constituição de 88, cabível de decisão que viola lei federal ou previstos no artigo 105, III, da CF/88. Não discute conjunto probatório", o que significa que não discutirá o Direito e culpabilidade do réu condenado, tampouco sobre tanto poderá dispor.

Quanto ao Recurso Extraordinário (STF), o mesmo Dicionário Jurídico indica:

"Desde então ( C/F 1891) esteve presente nas constituições e nas leis, com maior ou menor amplitude, como imperativo do regime federativo para tutelar os mandamentos constitucionais".

Com essas premissas lançadas, poder-se-á considerar que, uma vez condenado o réu, em segunda instância, é, o mesmo, considerado culpado, ante a natureza e amplitude dos recursos frente a ela permitidos, como já visto; a presunção de inocência não mais poderá ser invocada.

Assim temos: se Sentença de 2ª e última instância, ao aplicar o direito sobre os fatos processo, julga o réu culpado e se os Fatos do processo e o Direito a eles aplicado se consolidam definitiva e imutavelmente, com a sentença condenatória, não sujeitos que estão, a modificação, na  tramitação do processo, por qualquer dos recursos contra ela admitidos, é lícito concluir-se que para efeito de considerar-se o réu culpado, basta a sentença condenatória de segunda instância, independentemente da tramitação do processo, em caso de recurso a Tribunais Superiores; os efeitos da sentença, em seu mérito, não acompanha a caminhada do processo, ou seja, se quedou hígida, intocável, quanto ao seu mérito , o que significa, quanto à culpabilidade do réu condenado.

Por isso, o lançamento da culpabilidade do réu, em sede de 2ª instância, retira do mesmo réu a presunção de inocência e, para esse efeito, a sentença pode ser considerada definitiva, com trânsito em julgado.

Os recursos, a tanto admitidos, não permitem a apreciação da culpabilidade reconhecida e lançada contra o réu.

O que se permite naqueles recursos é o exame de aspectos e circunstâncias exógenas, externas ou periféricas ao mérito, propriamente dito, como, por exemplo, a verificação se as provas foram obtidas de maneira fraudulenta, de forma ilegítima e circunstâncias assemelhadas, que, em nada, dizem respeito à culpabilidade ou não do réu.

Para as circunstâncias que possam resultar em vício ou nulidades do processo, a Constituição prevê reparação pelo Estado aos danos causados ao atingido.

Em conclusão

A Constituição dita que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória;

Ora, decisão de segunda e última instância, confirmatória de sentença condenatória de primeira instância, quanto a considerar o réu culpado = mérito, é final e irrecorrível, considerando-se neste ponto transitada em julgado.

Logo, sentença, assim confirmada, declara definitivamente o condenado culpado e, como consequência, retira-lhe a vestimenta da presunção de inocência, que até então o recobria.

Digam os Doutos, e o são muitos, de adequado saber.  

Acyr Bernardes é Advogado.
“Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.”

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Polonia by Augusto César Ribeiro Vieira


(95) Vídeos de Isso é Brasil

Fico imaginando como deve ser louvor dos anjos!! Assista e veja o porque!

Posted by Ronaldo Nunes de Lima on Segunda, 24 de junho de 2013

Este vídeo é a minha singela homenagem ao policial Civil do Distrito Federal, Carlos Eugênio Silva, conhecido como Dentinho, morto em um acidente nos EUA.Aproveito para agradecer o Governo e a Polícia Americana pelo exemplo de tratamento e honrarias dispensados a um policial morto. Espero muito que o Governo Brasileiro se espelhe neles e trate esse nosso guerreiro com o devido respeito e admiração em solo Brasileiro.Temos que aprender a reverenciar principalmente o velório de quem põe a vida em risco por nós e por nossos familiares, não apenas as celebridades da TV.

Posted by Marcos Do Val on Quinta, 9 de julho de 2015