Só copiar e colar!!!
No próximo dia 17/06, serão julgadas pelos Ministros do TCU as contas de 2013/2014 do governo Dilma, que incluem maquiagem de números e pedaladas fiscais, dentre outros crimes. Vamos pressionar os Ministros para que rejeitem as contas, o que fortalecerá o pedido de instauração de ação penal solicitado ao Procurador Janot, pelos partidos de Oposição. Com as contas rejeitadas, Janot precisará dar provimento à ação penal junto ao STF. DAÍ A IMPORTÂNCIA DE ENVIARMOS ESTE TEXTO ABAIXO AOS MINISTROS DO TCU:
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Exmo. Sr. Ministro do TCU,
CONSIDERANDO:
a) que é nosso dever, na qualidade de cidadãos, fiscalizar a aplicação dos princípios da boa governança em todos os níveis da administração pública, contribuindo para o resgate da dignidade e da moralidade na gestão pública brasileira;
b) que a "maquiagem" nos números e as “pedaladas fiscais” estão identificadas e caracterizadas nas contas de 2013/2014 prestadas pela presidente Dilma Rousseff pelo próprio TCU;
c) que as ditas contas serão julgadas por este Tribunal no dia 17 de junho.
PLEITEAMOS que os votos dos eminentes Ministros sejam pela REJEIÇÃO das citadas contas, comprovando que, neste Tribunal, a lei atinge a todos os brasileiros, independentemente do cargo exercido ou posição social.
Reafirmamos o nosso compromisso de apoiar o trabalho do TCU no combate à corrupção, esta chaga que mina a democracia e atenta contra a dignidade do povo brasileiro. A sociedade brasileira conta com este Tribunal como guardião da probidade, da moralidade e da eficiência nos gastos públicos, cumprindo o seu papel institucional de forma isenta e independente. Estamos convictos de que é com esse espírito que o Colegiado conduzirá o julgamento das contas no dia 17/6.
min-ac@tcu.gov.br;
min-rc@tcu.gov.br;
min-war@tcu.gov.br;
min-bz@tcu.gov.br;
nardes@tcu.gov.br;
min-jm@tcu.gov.br;
min-aa@tcu.gov.br;
brunodantas@tcu.gov.br;
vitalrf@tcu.gov.br;

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»