segunda-feira, 15 de junho de 2015

Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira Filial Súplica, promovida no Brasil pelo IPCO, repercute no Congresso




Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




Filial Súplica, promovida no Brasil pelo IPCO, repercute no Congresso


Posted: 14 Jun 2015 02:28 PM PDT


ÂMARA DOS DEPUTADOS – DETAQ Sem supervisão Sessão: 146.1.55.O Hora: 14h20 Fase: BC Orador: MISAEL VARELLA Data: 10/06/2015 O SR. MISAEL VARELLA (DEM-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, sabemos que a juventude de hoje será o amanhã do Brasil e do mundo. A redução da maioridade penal, ora […]




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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015











Filial Súplica, promovida no Brasil pelo IPCO, repercute no Congresso


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14 de junho de 2015 Sem comentários





CÂMARA DOS DEPUTADOS – DETAQ Sem supervisão
Sessão: 146.1.55.O Hora: 14h20 Fase: BC
Orador: MISAEL VARELLA Data: 10/06/2015







O SR. MISAEL VARELLA (DEM-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, sabemos que a juventude de hoje será o amanhã do Brasil e do mundo. A redução da maioridade penal, ora em pauta, representa apenas o primeiro passo para salvarmos toda uma geração da criminalidade. Com efeito, o Estatuto da Criança e do Adolescente acabou por transformar parte significativa de nossa juventude em bucha de canhão de bandos criminosos.

A meu ver, o mais importante nesta matéria são ações preventivas, como o fortalecimento da família, pois a educação vem do berço. Nesse sentido, uma súplica de fieis católicos do mundo inteiro – materializada num abaixo assinado a ser dirigido ao Papa Francisco I – vem repercutindo na imprensa nacional e internacional.

Recente despacho da France Press noticia que –mais de 225.000 pessoas, incluindo quatro cardeais e 22 bispos, já assinaram esta petição em defesa da família. O abaixo assinado, em forma de petição, que vem sendo estimulado pelo cardeal americano Raymond Leo Burke, foi idealizado em janeiro de 2015. tendo em vista o Sínodo (reunião de bispos) sobre a família, a se realizar no mês de outubro próximo, no Vaticano.

Aqui no Brasil, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira tem colaborado para o bom êxito dessa filial súplica.

Pelo texto do documento, pode-se notar a preocupação manifesta de seus signatários: “Tendo em vista o Sínodo sobre a Família de outubro de 2015, dirigimo-nos filialmente a Vossa Santidade, para Lhe manifestar as nossas apreensões e esperanças sobre o futuro da família.

Nossas apreensões se devem ao fato de virmos assistindo há décadas a uma revolução sexual promovida por uma aliança de poderosas organizações, forças políticas e meios de comunicação, a qual atenta passo a passo contra a própria existência da família como célula básica da sociedade.

Desde a chamada Revolução de 68, sofremos uma imposição gradual e sistemática de costumes morais contrários à Lei natural e divina, tão implacável que torna hoje possível, por exemplo, ensinar em muitos lugares a aberrante teoria do gênero, a partir da mais tenra infância”.

Sr. Presidente, o nosso empenho em aprovarmos a PEC da redução da maioridade penal visa não apenas a redução da criminalidade entre nós, mas sobretudo pretendemos salvaguardar a instituição da família, fundamento da sociedade de hoje e de amanhã.

Tenho dito.


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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»