terça-feira, 30 de junho de 2015

[Novo post] Lula diz que é para “virar a página” do golpe fiscal. Como isso pode ser possível?




lucianohenrique publicou: " O líder do PT no Senado, Humberto Costa, afirmou que o ex-presidente disse o seguinte em uma reunião reservada com a petralhada: O presidente chamou a atenção, e nós estamos de acordo, de que é preciso virar a página do discurso político. Ele fa" 



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Lula diz que é para “virar a página” do golpe fiscal. Como isso pode ser possível?






O líder do PT no Senado, Humberto Costa, afirmou que o ex-presidente disse o seguinte em uma reunião reservada com a petralhada:


  • O presidente chamou a atenção, e nós estamos de acordo, de que é preciso virar a página do discurso político.

Ele falava sobre o golpe fiscal dado pelo PT, principalmente após o partido ter demolido a economia nacional, ao mesmo passo em que nenhum dos milhares cargos comissionados foi cortado. Redução de ministérios? Nem pensar. Corte de doação do BNDES para ditaduras? Nem em sonho. O que restou ao PT foi dar um golpe fiscal mesmo.

Só que, especialmente na era da Internet, é cada vez mais difícil apagar o passado. Especialmente se as ações do passado estão tendo consequências no presente, além de prontas para nos atormentar bastante no futuro.

Não dá para "virar a página" em um país corroído pela inflação, assombrado pelo desemprego, devastado em sua riqueza e, além de tudo, envergonhado por tantos escândalos de corrupção.

Claro que Lula pode até tentar "virar a página", mas seria até imoral que seus opositores o permitissem. A não ser que ele tivesse em mãos a tecnologia do filme "De Volta Para o Futuro", que lhe habilitaria voltar ao passado para reescrever o presente. Mas como isso não é possível, a única "página virada" aceitável é a derrubada do PT.















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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»