quarta-feira, 24 de junho de 2015

[Novo post] Juiz manda tirar do ar propaganda sobre ajuste fiscal… é pouco, muito pouco





lucianohenrique publicou: " De acordo com o blog de Josias de Souza, o juiz Renato Coelho Borelli, da 20ª Vara Federal de Brasília, determinou a retirada do ar em 72 horas uma propaganda sobre o ajuste fiscal. Motivo: em português claro, temos propaganda enganosa. A ação do juiz o" 



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Juiz manda tirar do ar propaganda sobre ajuste fiscal… é pouco, muito pouco






De acordo com o blog de Josias de Souza, o juiz Renato Coelho Borelli, da 20ª Vara Federal de Brasília, determinou a retirada do ar em 72 horas uma propaganda sobre o ajuste fiscal. Motivo: em português claro, temos propaganda enganosa. A ação do juiz originou-se de uma ação movida pelo PSDB.

Mas esse não é o maior dos problemas. O problema maior é que a campanha do ajuste fiscal custou 40 milhões de reais, o que significa milhões de reais sendo usados a título de publicidade institucional com conteúdo partidário. Logo, propaganda para o PT bancada com o nosso dinheiro.

Esta retirada da propaganda petista deveria dar estímulo a um projeto de lei regulando a níveis baixíssimos qualquer forma de publicidade institucional ou até mesmo eliminando-a. E aí, o que estamos esperando para exigir essa PEC?
















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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»