terça-feira, 9 de junho de 2015

[Novo post] HSBC vai fechar as portas no Brasil. E a extrema esquerda que fique de bico calado agora, ok?




lucianohenrique publicou: " O HSBC decidiu reduzir custos, demitindo 50 mil funcionários de suas agências pelo mundo. Nas operações em vários países, o banco será reestruturado. Mas no caso do Brasil e da Turquia, as agências serão fechadas. Só no Brasil serão 20.000 demitidos. M" 



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O HSBC decidiu reduzir custos, demitindo 50 mil funcionários de suas agências pelo mundo. Nas operações em vários países, o banco será reestruturado. Mas no caso do Brasil e da Turquia, as agências serão fechadas. Só no Brasil serão 20.000 demitidos.

Mas o que isso tem a ver com a extrema esquerda?

Ocorre que, no afã de manter o poder de seus sindicatos aparelhados, eles estão lutando até o fim de suas forças contra a terceirização. Assim sendo, o Brasil passa a ser um péssimo lugar para se pensar em reduzir custos operacionais (e a terceirização é uma das melhores formas de fazer essa redução).

Ao invés disso, melhor investir em outros ambientes onde o estado não pentelha tanto a iniciativa privada.

Esta é a extrema esquerda, sempre fazendo de tudo para afastar os investidores dos países onde eles contaminam.

Notaram por que eles precisam tanto para censurar a mídia? Ou controlar a Internet?

Para complementar a provocação, a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvândia Moreira (foto), afastou o risco de um corte nos empregos do HSBC. É que o banco irá manter as operações para grandes empresas.

É evidente que ela engana seus interlocutores, pois para manter essa parte menor da operação o banco não precisa nem de um décimo do quadro hoje.

Eis os fatos: o HSBC vai embora, os empregos vão sumir e a extrema é corresponsável por isso.
















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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»