lucianohenrique publicou: " O artifício da falsa preocupação de Dilma Rousseff com seu ministro Joaquim Levy é mais uma empulhação praticada por uma das figuras políticas mais cínicas a chegar ao poder. Ao se fingir de "preocupada" com a "malhação de Levy", Dilma constrói o frame "
Responda a este post respondendo acima desta linha
Novo post em Ceticismo Político
O artifício da falsa preocupação de Dilma Rousseff com seu ministro Joaquim Levy é mais uma empulhação praticada por uma das figuras políticas mais cínicas a chegar ao poder. Ao se fingir de "preocupada" com a "malhação de Levy", Dilma constrói o frame no qual o ministro é o responsável por todo "pacote de maldades". Nem criança deveria cair neste engodo, pois seria impossível que Levy tomasse qualquer ação em desalinhamento com Dilma. Até porque ela é a dona da caneta, que tanto o efetivou no cargo, como pode demiti-lo. Toda crítica que recair sobre Levy deve recair em dobro nas costas de Dilma.
Dilma andou dizendo que seria errado tratar Levy como Judas. Sim. Justo seria tratar Dilma como o Judas de Levy. E não só de Levy, como de todos seus aliados não bolivarianos. Melhor faria Levy se pedisse demissão e mandasse Dilma lamber sabão. Ele não precisa desta palhaçada.
lucianohenrique | 9 de junho de 2015 às 7:15 pm | Tags: bolivarianismo, dilma rousseff, foro de são paulo, golpe fiscal, guerra política, joaquim levy, petralhas, PT | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-a99
Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
Altere suas configurações de email em Gerenciar assinaturas.
Problemas ao clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador:


Nenhum comentário:
Postar um comentário
7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»