terça-feira, 30 de junho de 2015

[Novo post] Blogueiro governista questiona: “Parlamentarismo com estes parlamentares?”. Pela lógica, a coisa fica ainda pior para o presidencialismo.




lucianohenrique publicou: " O blogueiro governista Ricardo Kotscho (que já atuou na área de Comunicação para o governo Lula, sem nenhuma surpresa), apresenta seu "argumento" contra o parlamentarismo: Sem entrar no mérito da questão, a primeira pergunta que me vem à cabeça é e" 



Responda a este post respondendo acima desta linha 






Novo post em Ceticismo Político 











O blogueiro governista Ricardo Kotscho (que já atuou na área de Comunicação para o governo Lula, sem nenhuma surpresa), apresenta seu "argumento" contra o parlamentarismo:


  • Sem entrar no mérito da questão, a primeira pergunta que me vem à cabeça é esta que está no título do post: mas com estes parlamentares? Se a situação já está ruim para todo mundo, pode-se imaginar o que aconteceria se o poder fosse transferido para este Congresso Nacional que temos hoje, o pior, em todos os sentidos, e o mais retrógado da nossa história recente.

Um Congresso eleito pelo povo (superando a máquina estatal, que pretendia eleger só petistas) é considerado por essa coisa como "o pior, em todos os sentidos". Sim, todos aqueles que não se ajoelhem para os tiranos do Foro de São Paulo são tratados como inimigos.

Mas seguindo a lógica desta figura, vêm a pergunta: se o parlamentarismo seria ruim "com esses parlamentares", o que poderíamos dizer de um presidencialismo com figuras tão repulsivas como Lula e Dilma?















Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
Altere suas configurações de email em Gerenciar assinaturas. 

Problemas ao clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 













Nenhum comentário:

Postar um comentário

7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»