lucianohenrique publicou: " O printscreen acima foi retirado da página de Guilherme Boulos, líder do MTST e um dos mais ferrenhos apoiadores do projeto bolivariano petista. Exemplo claro de incitação ao ódio, que já obteve resultados na mesma página. Ver a seguir: Será que "
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O “amor” petista: Guilherme Boulos diz que Eduardo Cunha tem que ser “barrado na marra”
O printscreen acima foi retirado da página de Guilherme Boulos, líder do MTST e um dos mais ferrenhos apoiadores do projeto bolivariano petista. Exemplo claro de incitação ao ódio, que já obteve resultados na mesma página. Ver a seguir:
Será que o Humaniza Redes acata este tipo de denúncia? Será que o site sequer nos fornecer um registro para tracking do incidente reportado, com todos os status passíveis de auditoria? Como diria o ceguinho esperançoso, veremos.
lucianohenrique | 2 de julho de 2015 às 3:07 am | Tags: bolivarianismo, extrema-esquerda, guerra política, guilherme boulos, jogos políticos, marxismo, petralhas, PT, socialismo | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-ah6
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»