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Ladrões de banco no Norte e no Nordeste estão amarrando funcionários como escudos humanos no capô do carro de fuga.
Foi assim em maio, quando seis bandidos assaltaram o Banco do Brasil em Porto de Moz, no Pará. Foi assim também na manhã desta terça-feira, 2 de junho, quando 14 bandidos assaltaram outra agência do BB em Conde, na Bahia, estado onde houve dois casos semelhantes em 2014.
Bahia e Pará
Dessa vez, os reféns foram dois seguranças, dois gerentes e um cliente do banco, todos libertados sem ferimentos em Jandaíra, já próximo à divisa com Sergipe. Aparentemente, os dois seguranças ficaram amarrados no capô das duas picapes de fuga por cerca de 80 km.
Usar escudo humano é tática do grupo terrorista palestino Hamas.
Mas quem disse que o Brasil não é a Faixa de Gaza?
Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»