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Para protestar contra horror venezuelano, MBL joga papel higiênico em frente ao consulado da Venezuela em São Paulo
Neste sábado, 20/6, o Movimento Brasil Livre (MBL) realizou um belíssimo protesto em frente ao consulado da Venezuela, em São Paulo. Nos cartazes, os manifestantes pediram a libertação do preso político Leopoldo López, criticaram o alinhamento do governo petista com as ditaduras (bem como o apoio financeiro), além de repudiar o tratamento selvagem dado aos senadores brasileiros que estiveram em Caracas nesta semana.
Como sempre demonstrando um poderoso bom humor, eles jogaram papel higiênico no prédio.
Eles estão de parabéns. Este é o tipo de manifestação que faz bolivarianos rangerem os dentes. Primeiro, por que eles não tem senso de humor. Segundo, por que podemos expor em público que somos muito mais pacíficos que os selvagens que trabalham para eles.
lucianohenrique | 21 de junho de 2015 às 7:37 pm | Tags: bolivarianismo, extrema-esquerda, guerra política, jogos políticos, marxismo esquerdismo, movimento brasil livre, socialismo | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-acy
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»