sábado, 20 de junho de 2015

[Novo post] A desonestidade do UOL ao dizer que “o meio jurídico está contra Sérgio Moro”




lucianohenrique publicou: " Uma das principais táticas da esquerda é agrupar os membros de sua turminha, que pertençam a uma profissão, lançar uma sucessão de comunicações de repúdio (ou mesmo uma moção) e dizer que "a classe profissional (x) é contra (y)". Isto é, um grupo limita" 



Responda a este post respondendo acima desta linha 






Novo post em Ceticismo Político 






A desonestidade do UOL ao dizer que “o meio jurídico está contra Sérgio Moro”






Uma das principais táticas da esquerda é agrupar os membros de sua turminha, que pertençam a uma profissão, lançar uma sucessão de comunicações de repúdio (ou mesmo uma moção) e dizer que "a classe profissional (x) é contra (y)". Isto é, um grupo limitado de pessoas se disfarça de representantes de "toda a classe", mesmo que jamais tenham sido eleitos para tal.

Uma matéria do UOL, intitulada desonestamente "Operação Lava Jato é severamente criticada no meio jurídico", serve para comprovar a execução do truque.

Vamos aos juristas? Quer conhecer o "meio jurídico"? Para o UOL, ele se limita a quatro indivíduos, que são: 
  • Alexandre Lopes, advogado de Renato Duque (que está preso) 
  • Nelio Machado, advogado do lobista Fernando Soares (está preso) 
  • Arnaldo Malheiros, ex-defensor de mensaleiros 
  • Gilson Dipp, ex-ministro do STF e que atuou como consultor de parecer para um réu 

Como diria o Joel Santana: "tu tá de brincation uíti mí, UOL?".

Enfim, mais uma fraude desmascarada. Isto deveria se tornar praticamente um esporte.

Fiquem de olho. Sempre que lerem uma notícia vinda da mídia chapa branca dizendo que "há clamor de classe profissional (x) contra (y)", investigue sempre o passado dos "especialistas" chamados para a encenação.















Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
Altere suas configurações de email em Gerenciar assinaturas. 

Problemas ao clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 













Nenhum comentário:

Postar um comentário

7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»