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Depois do 18/6, só há um caminho aceitável: Haia
Ontem, 18/6, o governo venezuelano (em alinhamento com vários formadores de opinião petistas, como Fernando Morais e alguns blogueiros chapa branca), usou uma milícia para agredir senadores brasileiros. Estes, que não tiveram sucesso na tentativa de falar com os presos políticos, obteve um sucesso retumbante ao conseguir demonstrar para o mundo que a Venezuela não pode nem mais ser rotulada como nação. Infelizmente, é uma grande tribo onde a selvageria é utilizada para coagir qualquer forma de oposição.
Como os bolivarianos do PT, PCdoB e PSOL estão se unindo para atacar o PSDB (e demais senadores que participaram da comitiva, inclusive do DEM e do PMDB), vemos que o comportamento antissocial demonstrado na Venezuela tende a se multiplicar por aqui. Enfim, os bolivarianos definitivamente vão agir como selvagens nesta questão. Tudo é agravado pelo fato de que o BNDES destinou 4,5 bilhões à Venezuela, e tudo isto agora se torna muito, mas muito suspeito.
Como existem tantos interesses de governistas totalitários, que são incapazes de qualquer forma de diálogo, o momento requer uma ação fundamental: ingressar, à revelia do governo petista, uma ação no Tribunal de Haia. Eis a pressão do momento a ser lançada sobre os senadores agredidos.
lucianohenrique | 19 de junho de 2015 às 2:14 pm | Tags: extrema-esquerda, guerra política, marxismo, petralhas, PT, socialismo, tribunal de haia | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-abX
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»