quinta-feira, 11 de junho de 2015

[Novo post] Com discurso simulado e fingido, Brasil247 tenta incentivar briga contra MBL




lucianohenrique publicou: " Imagine que várias pessoas se juntam à porta de sua organização para cobrar seus direitos, civilizadamente. Em seguida, imagine que você apelou à dissimulação para dizer que "eles estão querendo invadir" (quando não estão) como forma de tentar justifica" 



Responda a este post respondendo acima desta linha 






Novo post em Ceticismo Político 











Imagine que várias pessoas se juntam à porta de sua organização para cobrar seus direitos, civilizadamente. Em seguida, imagine que você apelou à dissimulação para dizer que "eles estão querendo invadir" (quando não estão) como forma de tentar justificar violência contra essas pessoas. Nos é lançada a pergunta, de imediato: é moral usar este tipo de mentira para justificar violência de forma antecipada? Pois é exatamente isto o que faz a jornalista petista Tereza Cruvinel, do Brasil247, no texto "Com ato em Salvador, MBL chama petistas para a briga".



Ela já começa definindo o MBL como "direita raivosa", mas que, até aqui, "atuou dentro do cercado". Mas quem foi que invadiu o Congresso nesta quarta-feira, 10, para impedir a votação da maioridade penal? É claro que diante de uma esquerda tão incivilizada, a direita hoje está até pacata. E deve continuar assim, deixando o monopólio do comportamento antissocial para a extrema esquerda, que deve ser sempre exposta. 

O MBL já anunciou que irá protestar do lado de fora do hotel onde ocorrerá o V Congresso do PT. Em relação a isso, Terezinha diz: "com a manifestação de amanhã, na frente do Hotel Pestana, de Salvador, onde começará o V Congresso do PT, o movimento da jovem direita adentra o terreno adversário e acende uma faísca perigosa". 

Ela segue: "Ir cutucar os petistas em seu congresso é uma provocação. É chamar para a briga os militantes petistas que lá estarão, tentando encontrar remédios para suas feridas. O clima já terá componentes emocionais mesmo na ausência de provocadores. Se os liderados de Kim Kataguiri repetirem ali suas performances exaltadas, no melhor estilo neo-fascista, estarão chamando os petistas para a reação e o confronto." 

Por fim, Terezinha complementa: "se o adversário for agredí-los lá, no maior encontro do partido, não sei não". 

Au contraire, petista: se os petistas cometerem qualquer tipo de agressão, o farão por sua livre decisão, seu senso moral já conhecido e sua incapacidade de aceitar o contraditório. Enquanto os manifestantes do MBL não levantarem sua mão e não invadirem espaços privados (e, justiça seja feita, a sala de hotel onde ocorrerá o Congresso é um espaço privado, pois é alugado, mas os exteriores do local não), limitando-se ao protesto civilizado, os petistas não tem nenhuma - repito, nenhuma - justificativa para qualquer ataque. 

O que vemos aqui é que Terezinha busca fingir que "se for manifestar do lado de fora é agressão" (não é), para, aí sim, incentivar os petistas à briga. 

Dica aos heróis do MBL: peçam reforço policial e filmem tudo. 




















Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
Altere suas configurações de email em Gerenciar assinaturas. 

Problemas ao clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 













Nenhum comentário:

Postar um comentário

7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»