quinta-feira, 11 de junho de 2015

[Novo post] Assistam aquilo que Alckmin e os defensores do ECA querem manter impune





lucianohenrique publicou: " No vídeo abaixo, veremos como funciona a cobrança de pedágio em uma favela brasileira. Os cobradores do pedágio são menores e, segundo a lei proposta por Alckmin, não podem ser punidos uma vez que "não praticaram crimes hediondos". Logo, Alckmin, no seu" 



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Assistam aquilo que Alckmin e os defensores do ECA querem manter impune






No vídeo abaixo, veremos como funciona a cobrança de pedágio em uma favela brasileira. Os cobradores do pedágio são menores e, segundo a lei proposta por Alckmin, não podem ser punidos uma vez que "não praticaram crimes hediondos". Logo, Alckmin, no seu afã de puxar o saco do PT e parecer "progressista", está sendo bem claro ao dizer para o cidadão trabalhador e pobre que apanha: "Você vai continuar apanhando muito mais e os menores que fazem isso continuarão sem punição". Não há como dourar a pílula. Isso significa escolha por um lado.

A pergunta: é justo que Alckmin pratique tamanha afronta e fique politicamente impune? De jeito algum. Este vídeo precisa ser esfregado na cara dos que resolveram se aliar ao PT nesta provocação e eles precisam ser forçados a responder: "Para esses menores do vídeo não haverá redução de maioridade penal? O que você diria para o homem que apanhou no vídeo?".

A ala tucana que resolveu se aliar ao discurso da extrema esquerda que cospe na cara do povo precisa sofrer rejeição social nesta questão. A luta contra os defensores do ECA é uma luta contra sádicos.
















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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»