segunda-feira, 15 de junho de 2015

[Novo artigo] GUERRILHA DO ARAGUAIA – RELATO DE UM COMBATENTE




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GUERRILHA DO ARAGUAIA – RELATO DE UM COMBATENTE






TERCEIRA EDIÇÃO DO MEU LIVRO "GUERRILHA DO ARAGUAIA" (terceira tiragem).

Está sendo preparado por uma editora de Cucuí de las Palomas, AM, em segredo, senão elles bloqueiam (como quiseram impedir o ORVIL - a terrorista Ana Burnsztyn, cruzamento de abissínio com mulher tutancamonia, auxiliada pelo presidente da Ordem dos Advogados/RJ, um grande admirador de militares, um tal de Mané Damous).

O Juiz bateu o martelo a meu favor, perguntando: "Como querem embargar a edição depois de tanto tempo de acontecido...???". E mandou arquivar o processo.

A propósito, encomendei uma capa artística para o livro, mas uma conhecida copydeskista com anúncio na WEB, recusou a encomenda quando soube do nome do autor do livro (um "lampião", cara de mau, citado pela Comissão da Patifaria...). Amiga de Lula, Lulinha, Dilminha, etc. ela é, mas... Esta capa, mais impactante, quebrará-o-galho...

Sairá com as correções ortográficas que os amigos me remeteram e mais com um Anexo sobre o recado de um Tenente à tal comessão..."NÃO COMPACTUO COM BANDIDOS".

FALOU, DISSE E MANDOU POR ESCRITO...



liciomaciel | 15 Junho, 2015 às 12:24 | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p18NMH-2Kh












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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»