sábado, 20 de junho de 2015

Marcelo Odebrecht para Lula e Dilma: “É para resolver essa lambança. Ou não haverá República na segunda-feira”












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20/06/2015 às 1:19 \ Brasil, Cultura

Marcelo Odebrecht para Lula e Dilma: “É para resolver essa lambança. Ou não haverá República na segunda-feira”


Imagem da semana: os presidentes da Andrade Gutierrez, Otávio, e da Odebrecht, Marcelo, presos pela operação que lava a jato a alma do Brasil

Revoltado com sua prisão, Marcelo Odebrecht ameaçou entregar Lula e Dilma Rousseff.

Antes de ser levado pela Polícia Federal na manhã de sexta-feira, segundo a Época, ele fez três ligações.

Uma delas para um amigo que tem interlocução com Dilma e Lula – e influência nos tribunais superiores em Brasília.

“É para resolver essa lambança”, disse Marcelo ao interlocutor, determinando que o recado chegasse à cúpula de todos os poderes. “Ou não haverá República na segunda-feira.”

Ui!

Nas últimas semanas, segundo fontes ouvidas pela revista, o presidente da Odebrecht teve encontros secretos com petistas e advogados próximos a Dilma e a Lula.

“Transmitiu o mesmo recado: não cairia sozinho. Ao menos uma dessas mensagens foi repassada diretamente à presidente da República. Que nada fez.

Quando os policiais amanheceram em sua casa, Marcelo Odebrecht se descontrolou.”

Que bom.

Antes mesmo de chegar à carceragem em Curitiba, ele estava “agitado, revoltado”, nas palavras de quem o acompanhava.

Ótimo.

Seu pai, Emilio Odebrecht, patriarca da família que ergueu a maior empreiteira da América Latina, já vinha tendo acessos de raiva com o avanço da Operação Lava Jato:

“Se prenderem o Marcelo, terão de arrumar mais três celas”, repetia ele. “Uma para mim, outra para o Lula e outra ainda para a Dilma.”

Perfeito. Estamos na torcida para não haver República do PT na segunda-feira.


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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»