Quinta-feira, dia 4 de Junho de 2015 – Livro de Tobias 6,10-11.7,1.9-17.8-4.
Quinta-feira, dia 4 de Junho de 2015 – Livro de Salmos 128(127),1-5.
Quinta-feira, dia 4 de Junho de 2015 – Evangelho segundo São Marcos 12,28b-34.
Quinta-feira, dia 4 de Junho de 2015 – Comentário de São Bernardo
Posted: 03 Jun 2015 08:29 PM PDT
Naqueles dias, quando entraram na Média e já estavam perto de Ecbátana, o Anjo Rafael disse ao jovem Tobias: «Esta noite ficaremos hospedados em casa de Raguel; ele é teu parente e tem uma filha chamada Sara». Quando chegaram à cidade de Ecbátana, Tobias disse ao Anjo: «Irmão Azarias, leva-me imediatamente a casa de Raguel, […]
Posted: 03 Jun 2015 08:29 PM PDT
Feliz de ti, que temes o Senhor e andas nos seus caminhos. Comerás do trabalho das tuas mãos, serás feliz e tudo te correrá bem. Tua esposa será como videira fecunda no íntimo do teu lar; teus filhos serão como ramos de oliveira ao redor da tua mesa. Assim será abençoado o homem que teme […]
Posted: 03 Jun 2015 08:29 PM PDT
Aproximou-se dele um escriba que os tinha ouvido discutir e, vendo que Jesus lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: «Qual é o primeiro de todos os mandamentos?» Jesus respondeu: «O primeiro é este: 'Escuta, Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a […]
Posted: 03 Jun 2015 08:29 PM PDT
O primeiro e o maior mandamento é este: «Amarás o Senhor teu Deus». Mas a nossa natureza é fraca; e o nosso primeiro degrau no amor é amarmo-nos a nós próprios, antes de mais por causa de nós próprios. […] Para nos impedir de resvalar por este declive, Deus deu-nos o preceito de amar o […]
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»