quinta-feira, 25 de junho de 2015

Leituras do dia




Leituras do dia



  • Quinta-feira, dia 25 de Junho de 2015 – Livro de Génesis 16,1-12.15-16. 
  • Quinta-feira, dia 25 de Junho de 2015 – Livro de Salmos 106(105),1-2.3-4a.4b-5. 
  • Quinta-feira, dia 25 de Junho de 2015 – Evangelho segundo São Mateus 7,21-29. 
  • Quinta-feira, dia 25 de Junho de 2015 – Comentário de Filoxeno de Mabug 



Posted: 24 Jun 2015 08:29 PM PDT


Sarai, mulher de Abrão, não lhe dava filhos. Tinha, porém, uma escrava egípcia, chamada Agar. Sarai disse a Abrão: «Tu vês que o Senhor não me tem deixado ser mãe. Toma para ti a minha escrava; talvez por ela eu possa ter filhos». E Abrão escutou as palavras de Sarai. Dez anos depois de Abrão […]





Posted: 24 Jun 2015 08:29 PM PDT


Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterna a sua misericórdia. Quem poderá contar as obras do Senhor e apregoar todos os seus prodígios? Felizes os que observam os seus preceitos e praticam sempre o que é justo. Lembra-te de mim, Senhor, por amor do teu povo. Vem trazer-me a tua salvação, […]





Posted: 24 Jun 2015 08:29 PM PDT


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Nem todo aquele que Me diz 'Senhor, Senhor' entrará no reino dos Céus, mas só aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos Céus. Muitos Me dirão no dia do Juízo: 'Senhor, não foi em teu nome que profetizámos e em teu nome que expulsámos […]





Posted: 24 Jun 2015 08:29 PM PDT


«Todo aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.» Por isso, convém que nos apliquemos, não somente a escutar a Palavra de Deus, mas também a conformar a nossa vida com essa mesma Palavra. […] Escutar a lei é […]





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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»