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Estado Islâmico matou mais de 3000 pessoas em um ano
Levantamento do Observatório Sírio de Direitos Humanos mostra que grupo terrorista executou 1.787 civis desde junho de 2014
28/06/2015 às 17:54 - Atualizado em 28/06/2015 às 17:55
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178 Xiita comemora tomada de Jurf al-Sakhar, cidade no sul de Bagdá que estava nas mãos do terrorista Estado Islâmico. A frase na parede diz: ‘Morte ao Daash’, acrônimo de um dos nomes do grupo terrorista (Foto: Alaa Al-Marjani/Reuters)


O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) executou mais de 3.000 pessoas na Síria desde a proclamação de seu "califado", há um ano, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). De acordo com a ONG, desde 29 de junho de 2014, foram executadas 3.027 pessoas. Entre os mortos, estão 1.787 civis, sendo pelo menos 74 crianças.
Os membros da tribo sunita Shaitat representam mais da metade dos civis assassinados. O EI matou 930 membros desse clã em Deiz Ezzor, no leste da Síria, no ano passado, depois que eles se revoltaram contra o grupo extremista.
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O balanço inclui 223 pessoas assassinadas esta semana na incursão do grupo extremista a Kobane, cidade curdo-síria fronteiriça com a Turquia. O Observatório registrou também os 216 rebeldes e combatentes curdos executados pelo EI e por 900 integrantes das forças do regime. Além disso, o grupo executou 143 jihadistas de suas próprias forças, acusados de espionagem ou de deserção.
O EI apareceu na Síria em 2013, quando declarou oficialmente a criação de um califado que eliminaria fronteiras e uniria todos os territórios dominados no Iraque e Síria sob a bandeira negra do terror. Califado é a definição de um Estado islâmico governado por um único chefe político e religioso, o califa. Eles são considerados por seus seguidores como sucessores de Maomé e soberanos sobre todos os muçulmanos. O grupo terrorista massacra mulçumanos e minorias étnicas e religiosas se neguem a compactuar com a selvageria.
Pela Web
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»