terça-feira, 26 de maio de 2015

STÉDILE DEIXA ‘EXÉRCITO DO MST’ DE PRONTIDÃO



.






MENUToggle navigation
@diariodopoder
0:01
PRÓ-DILMA

STÉDILE DEIXA ‘EXÉRCITO DO MST’ DE PRONTIDÃO

  • LÍDER SEM-TERRA DEIXA MST DE PRONTIDÃO PARA COMBATER PROTESTOS
Publicado: 11 de abril de 2015 às 00:00 - Atualizado às 22:27
Redação





  • LÍDER DO MOVIMENTO DOS SEM-TERRA, JOÃO PEDRO STÉDILE. FOTO: VALTER CAMPANATO/ABR


O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) vem cumprindo à risca o pedido do ex-presidente Lula para colocar o “exército de (João Pedro) Stédile” na rua. Áreas nos arredores de Brasília, São Paulo e Belo Horizonte foram invadidas por centenas de sem-terra nos últimos dias. Eles aguardam desdobramentos dos protestos contra o governo Dilma, neste domingo. Se “necessário”, o MST está pronto para “agir”.

No Distrito Federal, os sem-terra já ocuparam áreas em Planaltina, Brazlândia e Luziânia. E também na região do Colorado.

Grupo do MST se apropriou de áreas na periferia do DF, enquanto o líder sem-terra regional José Rainha viaja arregimentando milicianos. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto
PUBLICIDADE



PUBLICIDADE
MAIS VISTAS


































PUBLICIDADE
VÍDEOS































PUBLICIDADE





PUBLICIDADE


PUBLICIDADE




FOTO STUDIO COLOMBO
ROSBERG VENCE EM CASA
NICO ROSBERG VENCE PELA TERCEIRA VEZ CONSECUTIVA O GP DE MONTE CARLO, ONDE FOI CRIADO
DIÁRIO DO PODER
EDITORIAS
REGIÕES
CONTATO

BUSCA

REDES SOCIAIS
@DIARIODOPODER
© 1998 - 2015 - Todos os direitos reservados

Nenhum comentário:

Postar um comentário

7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»