lucianohenrique publicou: " Nesta semana o estado do Paraná assistiu a uma instância de guerra civil, quando militantes ensandecidos e armados até com coquetéis Molotov tentaram invadir a Assembléia Legislativa do estado do Paraná. Mais uma jogada da eterna armação petista de arma"
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Os erros de Beto Richa (e não são aqueles que a escória aponta)

Nesta semana o estado do Paraná assistiu a uma instância de guerra civil, quando militantes ensandecidos e armados até com coquetéis Molotov tentaram invadir a Assembléia Legislativa do estado do Paraná. Mais uma jogada da eterna armação petista de armar um golpe de estado contra o governador Beto Richa. Lembre-se que ele perdeu para dois marxistas que sempre jogaram sujo em termos políticos: Roberto Requião (que até hoje não sei o que faz no PMDB, pois caberia melhor no PT, PSOL ou PCdoB) e Gleisi Hoffman. Diante de todo o barbarismo praticado pelos professores, em pleno ato terrorista, a polícia reagiu da melhor forma possível. Uma polícia que consegue conter uma ação terrorista levada a cabo por milícias bolivarianas sem causar nenhuma vítima (ou seja, sem dar nenhum mártir ao PT) merece aplausos antes de qualquer outra coisa.
Pois não é que agora a mídia de extrema esquerda está capitalizando politicamente, atacando Beto Richa e, por incrível que pareça, mais uma vez levando vantagem na guerra de frames. E aí que está o problema do governador tucano: ele é incapaz de agredir seus oponentes na mesma dimensão que seus oponentes o agridem. Diante de uma matilha de sádicos e cínicos, o jogo começou a ficar uma moleza para os petistas.
Quantas vezes Richa chamou os invasores e seus aliados de golpistas? Nenhuma. Então neste aspecto perdeu porque quis. Simples assim. Quantas vezes a ação criminosa da extrema esquerda foi denunciada? Só de leve, e ainda citando os "black blocs". Perdeu de novo. Em que momento os selvagens foram comparados com as milícias bolivarianas e, como tal, instrumentos de golpe? Nenhuma. Perdeu de novo. E assim, sucessivamente, Beto Richa erra ao não usar a agressividade política necessária e frames que funcionariam como mísseis teleguiados.
Enquanto isso, o PT pede impeachment de Richa. Quando alguém pede impeachment de Dilma, dizem que é golpe. É óbvio demais que um lado está jogando e o outro nem percebeu as regras deste jogo.
Um leitor disse, muito lucidamente: "PT ou seus partidos linhas auxiliares inflam qualquer manifestação onde tiver governador do PSDB ou de oposição, usam seus Black Bloc para entrar em confronto e depois usar suas entidades aparelhadas para criticar o governador dando a entender que ele ordena a violência contra manifestantes que aceitam de bom grado os mascarados desordeiros, vândalos e agressivos. O Governo Federal golpista suga impostos de estados e municípios, enfiam o país numa crise enorme e querem que governadores fabriquem dinheiro para pagar funcionários públicos e todos os outros custos. E a OAB já fez seu papelzinho de voz do PT em criticar a polícia, como se o bando de manifestantes PTralhas não estivessem armados com pedras e até estilingue para potencializar seus ataques. Essa armação dos PeTralhas contra a PM também tem a intenção de manchar sua reputação para ter argumentos em tentar modificá-la e deixar ao comando do Governo petista, ao modo venezuelano.".
Ah se pelo menos o PSDB tivesse culhões ou ao menos agilidade mental para dizer isso em alto e bom tom.
lucianohenrique | 1 de maio de 2015 às 4:30 am | Tags: bolivarianismo, esquerdismo, extrema-esquerda, golpe de estado, guerra política, jogos políticos, marxismo, socialismo | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-a0X
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»