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Milícia bolivariana agride manifestantes anti-PT
Sempre que uma escória de covardes bolivarianos se junta para agredir uma pessoa sozinha, a mídia esquerdista diz que é "confronto". Não podemos esperar outra coisa do UOL, não é mesmo?
No Rio de Janeiro, Dilma resolveu dar as caras na sede do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2016, no centro da cidade. Quando o grupo anti-PT gritou "Eu vim de graça!", a mílicia enlouqueceu. Aí você pode ver na foto o que o UOL chama de "confronto".
Alias, certo momento a milícia, antes de tentar agredir o sujeito, ainda bradou: "Ê, ê, ê, tem um veado querendo aparecer!". Como se vê, o discurso petista anti-homofobia é só da boca pra fora. Quando eles falam o que pensam, são homofóbicos.
Por fim o manifestante usou seu megafone para chamar a PM e a Guarda Municipal não deixou os fascistas derramarem sangue.
lucianohenrique | 12 de maio de 2015 às 9:06 pm | Tags: bolivarianismo, esquerdismo, extrema-esquerda, guerra política, petralhas, PT, socialismo | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-a3q
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»