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FachinGate: site FachimSim registrado pela mesma empresa que registrou domínio do Foro de São Paulo

Hoje na hora do almoço publiquei a notícia mostrando que quem está por trás do site Fachin Sim é um sujeito chamado Renato Rojas, da Agência Pepper, responsável pela mídia digital do PT e do governo Dilma.
Agora, conforme já divulgado na comunidade do Olavo de Carvalho por Denise Abreu (e conforme dica do amigo Alex Brum Machado via inbox), temos outra informação de arrepiar. A tal Agência Pepper também é proprietária do domínio do Foro de São Paulo.
Vejam só:
Sabem qual a gravidade disso? Simples: Dilma escolheu um sujeito para a vaga do STF para atender os interesses do Foro de São Paulo. É tudo a mesma turminha! Isto é violação da soberania nacional e motivo para impeachment. E agora não adianta ninguém vir com a conversinha de que foi "no mandato anterior", pois a indicação de Fachin, para atender aos interesses do Foro, veio no mandato atual. Dilma indicou essa figurinha há poucas semanas.
É preciso abrir uma CPI do Foro de São Paulo, que deve investigar tanto os empréstimos do BNDES como a indicação suspeitíssima de Fachin. E o processo não deve ser focado apenas em impeachment como em encerramento das atividades do PT.
E agora, Álvaro Dias, como fica seu endosso a uma organização que tem negócios com o Foro de São Paulo? Aguardamos explicações.
lucianohenrique | 11 de maio de 2015 às 6:44 pm | Tags: alvaro dias, escândalo Fachin, FachinGate, foro de são paulo, petralhas, PSDB, PT | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-a2K
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»