quinta-feira, 28 de maio de 2015

Leituras do dia




Leituras do dia



Quinta-feira, dia 28 de Maio de 2015 – Livro de Eclesiástico 42,15-26. 
Quinta-feira, dia 28 de Maio de 2015 – Livro de Salmos 33(32),2-3.4-5.6-7.8-9. 
Quinta-feira, dia 28 de Maio de 2015 – Evangelho segundo São Marcos 10,46-52. 
Quinta-feira, dia 28 de Maio de 2015 – Comentário de São Gregório Magno 



Posted: 27 May 2015 08:29 PM PDT


Vou recordar as obras do Senhor e narrar tudo o que vi. Pela palavra do Senhor existem as suas obras, todas cumprem o desígnio da sua vontade. O sol contempla todas as coisas que ilumina e a obra do Senhor está cheia da sua glória. Não é possível aos santos do Senhor descrever todas as […]



Posted: 27 May 2015 08:29 PM PDT


Louvai o Senhor com a cítara, cantai-Lhe salmos ao som da harpa. Cantai-Lhe um cântico novo, cantai-Lhe com arte e com alma. A palavra do Senhor é reta, da fidelidade nascem as suas obras. Ele ama a justiça e a retidão: a terra está cheia da bondade do Senhor. A palavra do Senhor criou os […]



Posted: 27 May 2015 08:29 PM PDT


Naquele tempo, quando Jesus ia a sair de Jericó com os discípulos e uma grande multidão, estava um cego, chamado Bartimeu, filho de Timeu, a pedir esmola à beira do caminho. Ao ouvir dizer que era Jesus de Nazaré que passava, começou a gritar: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim». Muitos repreendiam-no para […]



Posted: 27 May 2015 08:29 PM PDT


Que todo o homem que conhece as trevas que fazem dele um cego […] grite a plenos pulmões: «Jesus filho de David, tem misericórdia de mim!» Mas ouçamos também o que se segue aos gritos do cego: «Os que iam à frente repreendiam-no para o fazer calar» (Lc 18,39). Quem são estes? Eles estão ali […]



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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»