Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
Posted: 13 May 2015 07:04 AM PDT
Na sua infinita sabedoria, Nosso Senhor Jesus Cristo utiliza a parábola da vinha pertencente a um bom e honesto pai de família que a havia arrendado para alguns vinhateiros que se revelaram maus. De tempos em tempos ele enviava um de seus servos para receber o valor combinado do aluguel da propriedade. Mas seu representante […]
The post "Como é frequente esta cena!" appeared first on IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.
Posted: 13 May 2015 06:58 AM PDT
O mundo tem assistido espantado e horrorizado os vídeos e fotos de islamitas do Estado Islâmico degolando pessoas, ou então queimando-as vivas dentro de gaiolas, expondo-as como bichos, tudo sem motivo nem julgamento. É um horror tal que só não se transforma em indignação e não caminha para a realização de uma nova Cruzada santa […]
The post Estado islâmico e aborto, o que é pior? appeared first on IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.
You are subscribed to email updates from IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.
Email delivery powered by Google
Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States
Nenhum comentário:
Postar um comentário
7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»