Algumas coisas precisam estar acima do embate político. Uma delas é a atenção ao cenário das trevas que se instalou na Coreia do Norte e que sobrevive há 60 anos. Tome alguns minutos do seu tempo e assista a esse relato sobre os campos de concentração que ainda existem naquele país e que tratam famílias inteiras como escravas por "crimes políticos" cometidos por seus antepassados. Não dá para aceitar que setores da esquerda brasileira e até partidos políticos ainda tentem relativizar, omitir ou mesmo justificar atrocidades cometidas por esse Estado genocida. É preciso admitir o óbvio: o regime adotado por Kim Il-sung sob influência stalinista é uma das maiores tragédias do século XX e início do século XXI. Estive na Coreia do Sul pela União Internacional Democrata (IDU) em novembro do ano passado, onde fiz uma palestra denunciando o Foro de São Paulo e sua zona de influência na América Latina. O contraste entre o atual momento das duas nações separadas na década de 50 é uma aula de história que nem o mais esquerdista dos professores de nosso ensino básico pode contestar.
Posted by José Carlos Aleluia on Sexta, 15 de maio de 2015

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»