segunda-feira, 18 de maio de 2015

A verdade sobre Cuba nas lentes de Yusnaby Pérez




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LUCAS MOMBAQUE

A verdade sobre Cuba nas lentes de Yusnaby Pérez


Com certeza você já se viu numa discussão sobre "o que é melhor, mais estado ou menos estado?". A verdade é que o estado não é capaz, nem matematicamente, de gerir e satisfazer as necessidades de uma população, que através de mecanismos de oferta e demanda fazem os produtores saberem o que produzir, assim mantendo o mercado sempre cheio, com todos produzindo, etc. Mas o que acontece quando o estado domina tudo? O fotógrafo Yusnaby Pérez mostra todos os dias a realidade miserável de Cuba, um lugar que há mais de meia década é totalmente dominado pelo estado. Se você quiser ver algumas leis delirantes do lugar, leia esse artigo




Nesse lugar vivem 28 famílias



Um açougue. Esse cara pode ser preso a qualquer momento por sua atividade econômica.



Esse é um transporte público comum em Cuba.




Uma casa comum no centro de Havana



O governo contrata espiões que vigiam os bairros em que moram, pra detectarem qualquer atividade "anti-revolucionária". Nos muros de suas casas, você encontra as inscrições "CDR"



Esse cara está recolhendo suas carnes porque a polícia está chegando.



Crianças brincam com carrinhos que eles mesmos construíram.



A doutrinação começa desde cedo, nas escolas. Em cima, um comparativo com o que ocorre na Venezuela agora.



Vender CD's piratas na rua é legal, e o governo cobra impostos



Essa mulher é engenheira agrônoma e pra viver vende escovas de dente.



Já esse cara, que é formado em engenharia mecânica, tem que vender isqueiros.



Esse é um dos espiões que falei. Ele ganha 7 dólares por mês pra dedurar vizinhos "anti-revolucionários"



Essa criança disse ao fotógrafo que esse pneu é o único brinquedo dela



Uma fila pra poder comprar em um mercado, que vende de forma racionada



Outra fila de mercado



Essa mulher é formada em história da arte e vende bananas pra viver



É obrigatório em todas as escolas manter essas fotos na parede



Javier é formado em engenharia nuclear, e vende bananas também



Por dentro de um mercado. Todos vendem de forma racionada.



Na farmácia, até absorventes são racionados.



Nesse prédio você só pode usar a água de 3 em 3 dias, e em certa quantidade.



Nesse mercado você só pode comprar 5 ovos e 5 libras de arroz por mês



Pra comprar você deve usar sua ficha de racionamento. O produto que você pega é marcado e se atingir o limite, não pode pegar mais.



É o governo que decide o nome de estabelecimentos legalizados. O nome desse açougue é "A insuperável".



Essa menina ganha 50 cents por saco de latinhas que ela recolhe



Na escadaria do prédio, alguém avisa: "Proibido usar água, a cisterna está contaminada"



Uma sapataria estatal. Os preços são em dólar.



Essa enfermeira gastou seu salário inteiro nesses ovos.



Uma loja com seus variados produtos.



Uma loja estatal de produtos industriais



É assim que trabalhadores são transportados pelo estado



"Uma das primeiras promessas de Fidel foi que todas as crianças teriam sapatos. Nem essa ele conseguiu cumprir", diz o fotógrafo em seu twitter. Todo dia ele posta fotos de Cuba, então siga ele












Veja algum desses posts ou você vai explodir











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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»