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2014/12/16 em MANCHETES10 Comments
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As forças armadas de toda a Am.Latina estão prestes a serem absorvidas pelo exército revolucionário e comunista do Foro de São Paulo. No último encontro da Unasul, no Equador, foi criada a escola para formação de militares e civis a serviço da narco-ditadura do Foro e seu alto comando em La Habana, na ilha de Cuba.
Esse é o último passo do movimento revolucionário comunista latino-americano para a consagração total no poder, através do controle dos meios repressivos e dissuasórios contra a liberdade no continente.
Enquanto isso, militares brasileiros estão mais preocupados em prestarem serviços para a ONU, a principal interessada na destruição total das forças armadas no Brasil.
O grau de desinformação dos próprios militares brasileiros é gigantesco e assustador, e o enfoque deles é uma fictícia cadeira no conselho de segurança da ONU (organização revolucionária que somente funciona para a destruição dos países livres), e fica evidente nesse hangout realizado pela organização criminosa revolucionária “ministério da defesa”.
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»