quinta-feira, 30 de abril de 2015

Fwd: Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira




























---------- Mensagem encaminhada ----------

De: IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira <noreply+feedproxy@google.com>

Data: 29 de abril de 2015 23:49

Assunto: Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Para: acrv.catolico@gmail.com










Boletim IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira



Notícias importantes, ou não

Posted: 29 Apr 2015 01:24 PM PDT


Eu não conhecia quase nada fora dos limites da minha cidade, nenhuma referência sobre o tamanho do mundo, e estranhei quando o Repórter Esso não noticiou um fato local importante, manancial inesgotável para nossas conversas durante algumas semanas. Fiz até um rascunho de carta para reclamar, e só não a enviei por não ter encontrado […]

The post Notícias importantes, ou não appeared first on IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.


Pílulas para meditar

Posted: 29 Apr 2015 12:50 PM PDT


Entre as dificuldades que costumam apresentar-se para quem escreve uma coluna de jornal, duas são recorrentes: a falta de assunto e o excesso de temas a tratar. De momento, estou no segundo caso. Estava difícil escolher. Resolvi então tratar de três temas. E o único jeito foi comprimi-los dentro de um espaço limitado. Seguem abaixo. […]

The post Pílulas para meditar appeared first on IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.



You are subscribed to email updates from IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.

Email delivery powered by Google


Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States

Nenhum comentário:

Postar um comentário

7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»