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Romeu Tuma Junior coloca nome à disposição do PTC para a eleição deste ano
O autor de “Assassinato de Reputações” conversou com o Portal Vox sobre a possível candidatura e a convocação na Comissão de Segurança da Câmara.
| segunda-feira, 12 maio 2014 - 16:25
Romeu Tuma Junior anunciou ontem, nas redes sociais, a intenção de colocar seu nome à disposição do PTC para uma eventual candidatura na eleição deste ano.
Nesta entrevista exclusiva concedida ao Portal Vox, o ex-secretário nacional de Justiça explica essa decisão, detalha o porquê de sua participação na Comissão de Segurança da Câmara não ter ocorridoainda e comenta a indicação do livro “Assassinato de Reputações”, obra sua em parceria com o repórter Claudio Tognolli, na lista mundial dos melhores títulos de jornalismo investigativo.
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Portal Vox – Você publicou no Facebook a intenção de oferecer seu nome ao PTC para uma eventual candidatura na eleição deste ano. Esta possibilidade não havia sido aventada até então. O que motivou essa mudança de opinião?
Romeu Tuma Junior - Porque eu tenho recebido muitos apelos no sentido de voltar à vida públicaatravés do Poder Legislativo, onde inúmeras demandas e anseios da sociedade não tem sido viabilizados por aqueles que exercem mandatos e se esquecem que o mandato não é do eleito e sim do eleitor. Essa falta de sintonia, que percebo ter adquirido com a sociedade, mais a consciência que devo enfrentar esse momento contribuindo com minha experiência e vivência na administração públicacomo servidor, levaram-me a essa decisão.
Em 2010, o PTC manifestou apoio ao PT durante a campanha presidencial. Isso o incomoda?
Naquele momento eu não era filiado ao Partido, e acredito que eles, como milhões de brasileiros, foram iludidos e enganados.
A sua proposta seria mantida caso essa parceria fosse repetida?
De maneira nenhuma! Isso comuniquei ao partido e deixei claro no anúncio que fiz.
Existe alguma preferência em relação ao cargo para disputa?
Acho que isso é uma decisão partidária em última instância, de quem está disposto a cumprir a missão. Mas vamos participar dessas articulações para saber onde melhor poderei servir o interesse público.
A Comissão de Segurança da Câmara anunciou, em março, o desejo de convidá-lo para umasessão especial. Ela ainda não agendou a data?
Foi agendada para uma data anterior à ida do Ministro Gilberto Carvalho, condição a qual eu não concordei. Aceitei o convite para irmos juntos, o que não foi feito. Agora, estou no aguardo de como será dado o encaminhamento da questão.
O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos inseriu “Assassinato de Reputações”, obra sua em parceria com o repórter Claudio Tognolli, na lista dos melhores livros de jornalismoinvestigativo da temporada. Como você recebeu essa indicação?
Senti uma grande honra. É uma clara demonstração de dois fatos importantes: a imprensa e os organismos no exterior deram muito mais importância ao conteúdo da obra do que as instituições nacionais, muito mais preocupadas com o Snowden. Por fim, confirma o que eu sempre disse: o livro foi tratado a partir de fatos reais, com provas e documentos suficientes para que a mais séria organização de jornalistas especializados em investigação o premiasse e recomendasse.
Não quero perder essa, ptralhada tremendo.
VOTO EM QUALQUER UM, MENOS NO PT.
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»