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TEMPOS PASSADOS!!!
by liciomaciel
Considerações Finais de uma Palestra proferida dia 15 Set 2000, por Carlos I. S. Azambuja, a 21 Capitães e Majores das PMs do Rio de Janeiro, Rondônia, Alagoas, Bahia e Santa Catarina, no Curso de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
O tema da palestra – Guerrilha do Araguaia - foi escolhido pelos próprios Oficiais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O período de luta armada, nos anos 60 e 70, foi um tempo em que, em todo o mundo, se propalava que o capitalismo estava com os dias contados. Um tempo em que as revoluções eram consideradas iminentes. Um tempo de mudanças e contestações.
Segundo as teses filosóficas então em moda, se propalava que "era proibido proibir".
Um tempo em que um punhado de jovens militares e civis, sem dinheiro, sem doutrina e sem equipamento, mas com disposição e vontade, no início por conta própria, é verdade, decidiram combater e, ao final, erradicaram o terrorismo, os seqüestros de diplomatas e de aviões e as guerrilhas rural e urbana.
A doutrina, o dinheiro, a organização e o equipamento viriam depois. No início foram substituídos pela imaginação, pelo despreendimento e pelo forte sentimento anticomunista. Os procedimentos iam sendo inventados na medida das necessidades, face a rapidez com que o acontecimentos se sucediam. Recorde-se que somente a partir do início dos anos 70, com a constituição dos Destacamentos de Operações e Informações, subordinados aos Centros de Operações de Defesa Interna (DOI/CODI), passou-se a atuar ordenadamente. Então MARIGHELA não mais existia, embora tenha deixado atrás de si um legado que ainda iria causar uma montanha de mortos.
Tudo isso aconteceu não sem perda de vidas, não sem sangue, suor e lágrimas e não sem que reputações fossem manchadas, carreiras abreviadas, e sem que erros e injustiças fossem cometidos.
Foi um tempo duro, difícil. Um tempo, entretanto, que orgulha aqueles que o viveram. Um tempo que jamais voltará.
liciomaciel | 28 Abril, 2014 às 10:45 | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p18NMH-24S
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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»