terça-feira, 1 de abril de 2014

GNT People: mulheres vítimas da ditadura | Rodrigo Constantino - VEJA.com



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29/03/2014 às 22:36 \ Comunismo, História



GNT People é assim mesmo. Acabo de ver um programa feito sob medida para puxar votos para Dilma: mulheres vítimas da ditadura. São retratadas como pobrezinhas que lutavam pela democracia e liberdade, por um sonho, e foram de repente presas do nada.

Uma delas virou professora de história (pobres alunos!), e continua marxista, reclamando da propriedade privada, docondomínio de luxo, da democracia que ainda não é plena (como a da Venezuela?). Usava um óculos da Dolce Gabanna. Era do Var Palmares, grupo terrorista. Ainda se emociona quando fala em utopias capazes de fazer alguém largar tudo, inclusive a família.

A outra era neta de latifundiário, foi presa, os militares questionavam por que ela ficava lá, abandonando seus dois filhos, para defender o comunismo. Ela entendeu isso como uma visão reacionária que coloca a mulher apenas no papel de dona de casa. Ora, se ela fosse uma trabalhadora honesta, e não uma militante comunista por se sentir culpada por sua riqueza, seria deixada em paz, não? Abandonar os filhos pelo comunismo é algo nobre agora?

Ao término do panfleto ideológico e eleitoral, vem a lista dos apoiadores. Logo de cara, Fundação Ford. Está em todas. Há esquerdismo sendo disseminado no mundo, lá estão os dólares culpados da fundação que leva o nome do capitalista inovador. É o perigo dos herdeiros culpados, entediados, alienados…

Rodrigo Constantino



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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»