sexta-feira, 11 de abril de 2014

CALAMIDADE NA SAÚDE EM RORAIMA! MUITA PROPAGANDA E FALTA DE RESPEITO COM O SER HUMANO:

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  • Depois do nosso amigo de Guarulhos que se manifestou uma série de imagens como estas estão chegando a todo momento e nós vamos publicar todas! Isso sim que eu chamo de imagens fortes, cenas chocantes de um Brasil apodrecido pela corrupção. Em Roraima, pessoas doentes que deveriam estar recebendo tratamento digno estão feito animais prontos para o abate jogados no chão e nos corredores, sem atendimento e agonizando no Brasil da copa do mundo! São senhoras, senhores e crianças no chão sem receber atendimento, no chão gente olhem essas fotos tiradas agora do principal hospital daquele estado. O Brasil está mal e pode piorar se nós, digo nós homens e mulheres não nos levantarmos do sofá e não formos pedir respeito com nosso povo, estamos sem educação, sem saúde e ainda sendo assaltados e até morrendo nas mãos de bandidos... Será que isso para você NÃO BASTA!

  • Alison Maia - Repórter Policial
  • Direto de Roraima:



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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»