sexta-feira, 25 de abril de 2014

(99) Facebook

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  • Às vésperas da Copa, o Brasil expõe as suas feridas. A cidade do Rio de Janeiro se encontra em estado insurrecional, com levantes a cada esquina. Dessa vez, foi na minha esquina. Tivemos uma vítima, o Douglas, e muito quebra-quebra, a ponto de ninguém poder sair de casa. Fomos caçados em nosso direito de ir e vir. 
  • As comunidades são objeto de desejo dos traficantes, que querem retomá-las. E são foco de insegurança para a população trabalhadora que ali vive. A polícia é fraca. O tráfico é forte e a verdade não apareceu ainda. É um salve-se quem puder. Pobre Brasil. Pobre população. Pobre Rio. 
  • Foto: UOL — com Costantino Gomes.


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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»