domingo, 23 de março de 2014

Twitter / JDeBastos: Venezolanos exigen transparencia ...







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Venezolanos exigen transparencia en las afueras de la OEA y dan respaldo a la Dip. Maria Corina Machado @ElUniversal pic.twitter.com/kbBSkEHCPRVer tradução

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CURTIRAM47
12:37 - 21 de mar de 2014Denunciar mídia

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@JDeBastos SERES INFERIORES en la #OEA no quieren q salga al mundo entero la verdad .. #asqueado de esa #cloaca




@JDeBastos @monterocnn @ElUniversal Lo que hay es "TRAMPARENCIA"


@monterocnn @JDeBastos QUE PROTESTEN QUEMANDO CAUCHOS Y TRANCANDO CALLES, A VER SI LOS TRATARAN CON LO HACE EL GOBIERNO AQUI EN VENEZUELA


Bien!! “@JDeBastos: Venezolanos exigen transparencia en las afueras de la OEA y dan respaldo a Maria Corina Machado pic.twitter.com/nW7XjERWdG


@EMDIMION24 @ReneHer54411892 @monterocnn @JDeBastos No hace falta, autoridades no son salvajes como las de acá y tampoco tienen Colectivos!


@PCMEMU @ReneHer54411892 @monterocnn @JDeBastos si claro. Jaja. Lo que pasa es que alla si les darian con todo, y te mandarian de regreso





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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»