domingo, 23 de março de 2014

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O GRANDE GUERREIRO DO EB DE HOJE (como querem alguns…)






23 de março de 2014




Já não se fazem chefes militares resolutos, como antigamente. O comandante do Exército, general Enzo Peri, ainda se finge de morto para não cumprir o que determina o decreto 4.207/02: cassar a Medalha do Pacificador, conferida aos mensaleiros José Genoino, João Paulo Cunha (PT) e Valdemar Costa Neto (PR), todos cumprindo pena de prisão por corrupção, em sentença transitada em julgado.














O general Enzo teme a mais apavorante batalha: encarar Dilma, caso cumpra o decreto, cassando a condecoração dos meliantes petistas.







Segundo fontes militares, o general Enzo Peri não conseguiu que seu chefe, ministro Celso Amorim (Defesa), levasse o assunto a Dilma. 







Mantendo a honraria aos meliantes, o general os nivela, por exemplo, a Sérgio Vieira de Melo, falecido herói brasileiro na luta pela Paz mundial. 






Indagado com insistência, através da assessoria, o general Enzo não informa se cumprirá o decreto, cassando a medalha dos mensaleiros. 





liciomaciel | 23 Março, 2014 às 16:45 | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/p18NMH-1ZL










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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»