sábado, 1 de março de 2014

LADEIRA ABAIXO!

(99) Facebook

Um comentário:

  1. Chega um momento em que a indignação se transforma em asco pela repulsiva figura do Lula e sua quadrilha, travestida de partido politico.
    Dona Dilma não se envergonha de subir em palanques como uma vulgar militante, e não, como deveria ser, a presidente de todos os brasileiros!

    Além de ex-poste, incompetente. Mudaram a politica herdada de Fernando Henrique Cardoso, e os resultados já começam a aparecer: Pib minúsculo, a volta da inflação, cambio descontrolado, BNDS, salvando o superávit primário, a produção do etanol abandonada, e a Petrobras tendo que importar combustíveis; sem falar na divida interna crescendo em ritmo assustador, etc...

    Querem, agora, censurar os meios de comunicação que apenas transmitem os fatos - ou seja: mate-se o mensageiro, mesmo ele sendo somente o portador da mensagem!

    O Capo, até agora, nem uma palavra sobre sua namorada, Rosemari Noronha...

    Carlos Vereza. — com Sol Pereira, Marcelo De Almeida Rios e Carlos Vereza.

    ResponderExcluir

7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»