quinta-feira, 13 de março de 2014

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Um comentário:

  1. Aprovamos hoje a convocação do ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, para vir à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

    Quando o MST fez uma mobilização em Brasília no dia 12 de fevereiro, o que foi que nós assistimos? Assistimos ao governo, por determinação do senhor Gilberto Carvalho, repassar ao MST a quantia de R$ 1,648 milhão. Ele pegou da Petrobras, da Caixa Econômica Federal, do BNDES e do Incra e depositou na mão dos manifestantes.

    Eles vieram à Brasília, fizeram arruaça na porta do Palácio do Planalto e tentaram invadir o Supremo Tribunal Federal. E lá estavam poucos policiais militares que haviam formado uma área de segurança com isolamento. Eles chegaram lá com pedras, paus, jogando as grades sobre os policiais e o resultado final foi 30 policiais feridos gravemente contra dois do MST.

    No dia seguinte, o senhor ministro Gilberto Carvalho deu uma declaração dizendo que ia continuar financiando o movimento e que o responsável pelo tumulto havia sido a Polícia Militar do Distrito Federal.

    Isso é uma afronta. Isso é um desrespeito à Polícia Militar do Distrito Federal. O cidadão está ali, cumprindo a ordem constitucional de proteger imóveis públicos, de proteger o Poder Executivo, o Supremo Tribunal Federal e ele ainda vem a público afrontando a sociedade. Dizendo que vai continuar como se ele fosse dono do dinheiro. Se o dinheiro fosse dele, tudo bem, mas aquele dinheiro, todos nós sabemos, é de toda a população.

    Então, nós estamos fazendo a convocação para que ele venha aqui explicar essa sua atitude. Para que ele venha aqui dizer se ele é uma pessoa que vai pregar a desobediência civil no país. Se a função da Polícia Militar não é mais proteger o cidadão e também os bens públicos. E querer saber também de onde vem esse poder que ele tem de determinar um repasse deste para pessoas que não têm sequer pessoa jurídica constituída, não têm estatuto e utilizam ONGs suspeitas. Estamos te esperando, ministro.

    Conseguimos também na mesma comissão aprovar um requerimento para uma audiência pública que reconhecerá a dignidade da Polícia Militar do Distrito Federal com uma comenda de Bravura e Coragem pelo feito.

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»