quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

RACHEL SHEHERAZADE FALA SOBRE O CAOS NA VENEZUELA




Um comentário:

  1. Maduro está colhendo o que Chavez plantou: o caos social. Mas, quem semeia vento... a gente já sabe!

    Com a desculpa de promover a Revolução Socialista Bolivariana, “El Comandante” se investiu de poderes especiais para legislar acima do Legislativo.

    Fez o Judiciário curvar-se, humilde, manso e cativo a seus pés.

    A imprensa livre se calou (ou foi calada?).

    Opositores políticos foram declarados inimigos, e deu-se início à famosa "caça às bruxas", com acusações levianas e prisões ilegais, típicas de governos fascistas e antidemocráticos.

    A frágil e sempre duvidosa democracia venezuelana parece se desmanchar como um castelo de areia muito perto do mar.

    O povo voltou às ruas. Quer mudanças, quer liberdade, quer democracia de fato.

    Enquanto isso, Maduro esbraveja: - “A revolução bolivariana vai triunfar!”

    Será?

    Lancem suas apostas, damas e cavalheiros! Por quanto tempo um regime se sustenta baseado na demagogia?

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»