segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O Bando - Paródia da música "A BANDA" de Chico Buarque

Um comentário:

  1. Publicado em 24/02/2014
    Esta é uma peça de humor. A música que originou essa paródia chama-se "A Banda" e é de autoria de Chico Buarque de Holanda. O autor ou sua família não têm nenhuma relação com a letra da paródia que foi feita por Filipe Trielli. O autor da paródia se isenta de qualquer remuneração sobre os direitos autorais da mesma.

    Ouça a original aqui:
    http://www.youtube.com/watch?v=ITMQaa...

    O BANDO

    Estava à toa na classe o professor me chamou
    Pra me lobotomizar, me transformar num robô
    Me encheu de frase de efeito destilando rancor
    Pra me lobotomizar, me transformar num robô

    O mensaleiro que contava dinheiro parou
    E o blogueiro que levava vantagens pirou
    A Namorada que gostava de Beagle
    Parou para retocar a maquiagem

    O Sakamoto que odiava o sistema curtiu
    A Marilena que andava sumida Chauiu
    A esquerdalha toda se assanhou
    Pra me lobotomizar, me transformar num robô

    Estava à toa na classe o professor me chamou
    Pra me lobotomizar, me transformar num robô
    Me encheu de frase de efeito destilando rancor
    Pra me lobotomizar, me transformar num robô


    Não tive saco pra encarar Bakunin nem Foucault
    Gosto do Chico e acho que ele é um grande cantor
    O Professor falou que a coisa mais bela
    Era explodir bomba feito o Marighella

    A Marcha rubra se espalhou e a direita não viu
    O Paulo Freire virou santo e fudeu com o Brasil
    A Faculdade toda se enfeitou
    Pra me lobotomizar, me transformar num robô


    Eu vi que o capitalismo era feio e cruel
    Eu vi que em Cuba era bom e que eu amava o Fidel
    Anotei tudo no iPad e pus no computador
    Depois eu vou te ensinar porque eu virei professor

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»