terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

"HÁ UMA ÚNICA RAÇA: A RAÇA HUMANA!" Rachel Sheherazade 17/02/2014



2 comentários:

  1. "O próprio conceito de raça já é, por si só, um estímulo ao racismo. "
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  2. O próprio conceito de raça já é, por si só, um estímulo ao racismo.

    Essa definição é ultrapassada. A ciência moderna prefere o termo “etnia” para designar as diferenças culturais e físicas de grupos humanos.

    Não há raça branca, nem negra, nem amarela. Há uma única raça: a raça humana. Porque debaixo do verniz da pele, dividimos o mesmíssimo DNA, prova científica e cabal de que somos todos iguais.

    Racismo é ignorância que remete ao passado, aos tempos em que o conquistador precisava justificar seu domínio sobre o conquistado, em que o senhor precisava se sentir mais humano que seu escravo.

    Em seu livro Mein Kampf (ou Minha Luta), considerado “a bíblia nazista”, Adolf Hitler inspira-se na ignorância de pensadores retrógrados para defender a superioridade dos alemães sobre negros, judeus, russos, tchecos, poloneses...

    Seu ódio não tinha cor por que sua estupidez não tinha limite.

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»