segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

DILMA ERRA SINAL DA CRUZ

Um comentário:

  1. O evangelho segundo Dilma e o PETISMO-SOCIALISMO-COMUNISMO.
    Bruno Braga.



    “Se fosse o Papa Bento XVI, eu não estaria no Vaticano para participar do consistório de Dom Orani Tempesta”, Dilma Rousseff.




    Nas eleições de 2010, a então candidata Dilma Rousseff fingiu ser católica. O disfarce era uma estratégia para proteger a sua candidatura. Para esconder o que ela e o seu partido – o PT – eram e SÃO: ABORTISTAS [1]. Dilma parece ter se esforçado, mas não conseguia fazer sequer o “Pelo Sinal”:



    Em meio à polêmica, Bento XVI, na época Papa, reafirmou a posição INEGOCIÁVEL da Igreja Católica – e que DEVE ser a de todos os fiéis - em favor da VIDA. Em carta aos bispos do Brasil, o Sumo Pontífice condenou ABORTO. Dilma foi eleita Presidente da República, mas não esqueceu a manifestação do Papa. Em 2013, quando Bento XVI anunciou que estava renunciando ao Ministério do Bispo de Roma, ela não enviou nenhuma mensagem ao Vaticano. E hoje – participando do primeiro Consistório do Pontificado do Papa Francisco, cerimônia na qual Bento XVI estava presente, agora como Bispo Emérito – Dilma declarou: “Se fosse o Papa Bento XVI, eu não estaria no Vaticano para participar do consistório de Dom Orani Tempesta” [2].
    Dilma não professa a religião católica, ela é fiel ao “evangelho” revolucionário leninista: “Os comunistas devem lembrar-se de que falar a verdade é um preconceito pequeno-burguês; uma mentira, por outro lado, é muitas vezes justificada pelo fim” [...] “Estamos resolvidos a tudo o que é possível: astúcias, artifícios, métodos ilegais, calar, dissimular, etc.” (Lênin).
    Na Presidência da República, Dilma favoreceu a implementação medidas administrativas para facilitar a prática do ABORTO no país, principalmente com a indicação de Eleonora Menicucci para a Secretaria de Políticas para as Mulheres – uma militante ABORTISTA que disse ter sido “muito linda” a experiência de treinar clandestinamente a prática de ASSASSINAR CRIANÇAS na Colômbia [3].
    Para as eleições de 2014, o objetivo é aproximar-se do Papa Francisco. Utilizar o “carisma” do Sumo Pontífice – a postura e o comportamento - para blindar a sua candidatura para a disputa eleitoral [4]. Esta é exatamente a estratégia dos “apóstolos” da revolução. Apropriar-se do discurso do Papa Francisco – que geralmente enfatiza o “pobre” – e associá-lo ardilosamente à “opção preferencial pelos pobres” da Teologia da Libertação - do simulacro de teologia forjado para instrumentalizar a Igreja Católica e utilizá-la para favorecer o projeto de poder SOCIALISTA-COMUNISTA. É o que faz, por exemplo, Leonardo Boff - que trabalhou na campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010 [5].
    No Vaticano, Dilma desrespeitou o Bispo Emérito de Roma – e deu mais uma amostra descarada de que a sua religiosidade é o projeto de poder PETISTA-SOCIALISTA-COMUNISTA. Esta é Dilma, que um dia colocou o véu sobre a cabeça para cumprimentar Bento XVI:

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»