sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

(112) Revoltados ON LINE



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"A pior ditadura é a do Poder Judiciário, contra ela não há a quem recorrer" Rui Barbosa

Ao votar na manhã desta quinta-feira (27), Rosa Weber constituiu maioria no STF (Supremo Tribunal Federal) para absolver oito condenados no julgamento do mensalão pelo crime de formação de quadrilha. Antes dela, já haviam votado por aceitar os embargos infringentes e, portanto, absolver os condenados por esse crime, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, José Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski e Teori Zavascki.

Com a mudança, réus como o BANDIDO José Dirceu, o BANDIDO José Genoino e o BANDIDO Delúbio Soares, entre outros cinco réus, terão reduzidas as penas impostas pelo STF no julgamento. Assim, Dirceu, por exemplo, deve seguir cumprindo sua pena de sete anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto — o regime seria fechado se a condenação por formação de quadrilha se confirmasse.

Segundo Rosa Weber, “não basta, para a configuração deste delito [formação de quadrilha], que mais de três pessoas pratiquem delitos”.

Você é uma VERGONHA para o BRASIL, Rosa Weber...
#ROSAWEBER

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7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»